Por Vitor Nuzzi, na Rede Brasil Atual:
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que acaba de completar 30 anos e fará na semana que vem o seu sexto congresso, reformulou a sua proposta de reforma agrária, depois de dois anos e meio de debates, no que João Pedro Stédile, da coordenação nacional, chama de "constituinte". O programa a ser apresentado à sociedade traz uma proposta de reforma agrária que "extrapola os sem-terra". O avanço do agronegócio leva o MST a formular um projeto que leva em conta não só a distribuição de terra, como a questão produtiva. Isso ocorre em um momento de "letargia" da reforma agrária, em parte pelo avanço do capital, mas também pela postura do governo. O diagnóstico de Stédile não tem meio-termo: "O governo Dilma foi bundão na reforma agrária".
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que acaba de completar 30 anos e fará na semana que vem o seu sexto congresso, reformulou a sua proposta de reforma agrária, depois de dois anos e meio de debates, no que João Pedro Stédile, da coordenação nacional, chama de "constituinte". O programa a ser apresentado à sociedade traz uma proposta de reforma agrária que "extrapola os sem-terra". O avanço do agronegócio leva o MST a formular um projeto que leva em conta não só a distribuição de terra, como a questão produtiva. Isso ocorre em um momento de "letargia" da reforma agrária, em parte pelo avanço do capital, mas também pela postura do governo. O diagnóstico de Stédile não tem meio-termo: "O governo Dilma foi bundão na reforma agrária".

















