Por Maurício Dias, na revista CartaCapital:
O golpismo tem sido o eixo da reação radical da direita brasileira após ter fracassado nas urnas. O método geralmente funciona em modo de revezamento. Quando não age em bloco, ora convoca os quartéis, ora bate à porta da Justiça com o intuito de interromper a normalidade constitucional.
Esses movimentos contam com o apoio e o aplauso da mídia.
Assim tem sido o comportamento dessas forças políticas. Intolerantes com as regras da democracia reagem radicalmente quando perdem a disputa do poder pelo voto dos eleitores.
O golpismo tem sido o eixo da reação radical da direita brasileira após ter fracassado nas urnas. O método geralmente funciona em modo de revezamento. Quando não age em bloco, ora convoca os quartéis, ora bate à porta da Justiça com o intuito de interromper a normalidade constitucional.
Esses movimentos contam com o apoio e o aplauso da mídia.
Assim tem sido o comportamento dessas forças políticas. Intolerantes com as regras da democracia reagem radicalmente quando perdem a disputa do poder pelo voto dos eleitores.


















