Por Altamiro Borges
Sem maior repercussão na mídia colonizada, que só realça a ofensiva imperialista contra a Venezuela, nesta quarta-feira (13) a vizinha Argentina parou. Convocado pelas centrais sindicais e movimentos sociais, o protesto nacional contra o desemprego e a inflação paralisou Buenos Aires e outras 50 cidades do país, com bloqueios de ruas e inúmeras marchas e atos públicos. Segundo a imprensa argentina, que é amplamente favorável ao presidente-rentista Mauricio Macri, as manifestações superaram as expectativas e indicam novos enfrentamentos para breve. Nas próximas semanas, importantes categorias de trabalhadores iniciam suas negociações coletivas. Apesar da inflação ter batido em 47,6% no ano passado, os patrões já anunciaram que não farão a correção salarial e nem concederão aumento real. As centrais sindicais já prometem uma poderosa greve geral.
Sem maior repercussão na mídia colonizada, que só realça a ofensiva imperialista contra a Venezuela, nesta quarta-feira (13) a vizinha Argentina parou. Convocado pelas centrais sindicais e movimentos sociais, o protesto nacional contra o desemprego e a inflação paralisou Buenos Aires e outras 50 cidades do país, com bloqueios de ruas e inúmeras marchas e atos públicos. Segundo a imprensa argentina, que é amplamente favorável ao presidente-rentista Mauricio Macri, as manifestações superaram as expectativas e indicam novos enfrentamentos para breve. Nas próximas semanas, importantes categorias de trabalhadores iniciam suas negociações coletivas. Apesar da inflação ter batido em 47,6% no ano passado, os patrões já anunciaram que não farão a correção salarial e nem concederão aumento real. As centrais sindicais já prometem uma poderosa greve geral.
















