Por Laurindo Lalo Leal Filho, na Rede Brasil Atual:
Em 1964, o divórcio demorou mais tempo para acontecer. Os meios de comunicação em conjunto, com as raras exceções da Última Hora e de alguns jornais menores, fizeram campanha aberta e cerrada para o golpe. O “Basta” na manchete do Correio da Manhã na véspera da queda do presidente João Goulart e a “Restaurada a democracia” na capa do O Globo no dia seguinte são exemplos emblemáticos da fúria golpista.
Desta vez o namoro entre parte da mídia e o governo acabou mais cedo. Não completou três meses. Restam alguns encontros fortuitos que só se mantêm por conta da esperança comum de acabar com a Previdência. Só por isso.
Em 1964, o divórcio demorou mais tempo para acontecer. Os meios de comunicação em conjunto, com as raras exceções da Última Hora e de alguns jornais menores, fizeram campanha aberta e cerrada para o golpe. O “Basta” na manchete do Correio da Manhã na véspera da queda do presidente João Goulart e a “Restaurada a democracia” na capa do O Globo no dia seguinte são exemplos emblemáticos da fúria golpista.
















