Por André Barrocal, na revista CartaCapital:
Depois das manifestações de seus partidários extremistas em 26 de maio, atos que mostraram que sua base social e popular não pode ser desprezada, Jair Bolsonaro radicalizou. Por razões ideológicas, cortou cabeças no governo e passou por cima dos militares, vistos como moderados.
Em 4 de junho, o presidente recebeu a embaixadora indicada para Brasília pelo autodeclarado chefe de Estado venezuelano, o deputado direitista Juan Guaidó. A ala militar do governo brasileiro era contra, por ver incentivo a distúrbios políticos por lá e uma provocação a Nicolás Maduro. Bolsonaro não está nem aí. A Venezuela chavista é inimiga e pronto.
Em 4 de junho, o presidente recebeu a embaixadora indicada para Brasília pelo autodeclarado chefe de Estado venezuelano, o deputado direitista Juan Guaidó. A ala militar do governo brasileiro era contra, por ver incentivo a distúrbios políticos por lá e uma provocação a Nicolás Maduro. Bolsonaro não está nem aí. A Venezuela chavista é inimiga e pronto.














