Por Luis Nassif, no Jornal GGN:
A guerra Rússia x Ucrânia está sendo didática para expor como se dá o processo de formação de consensos na mídia nacional e global, impedindo o livre fluxo de opiniões.
Nem se fale de um irresponsável sem noção, como o presidente da Ucrânia, exibindo-se em entrevista coletiva, falando do seu heroísmo: “se não fosse o presidente da República, estaria na linha de frente com meus soldados”. Nada impediria que Volodymyr Zelenskyy fosse cumprir seu destino heróico na linha de frente. Caxias era comandante e foi para a linha de frente.
domingo, 6 de março de 2022
Manipulação midiática em tempos de guerra
Por Jair de Souza
Com a guerra acontecendo na Europa entre a Rússia e as forças dos Estados Unidos e da OTAN, representadas nominalmente pela Ucrânia, estamos presenciando ao vivo aquilo que caracteriza uma clara manipulação midiática com vistas a ganhar corações e mentes para a causa do imperialismo a nível mundial.
Ao longo de todo nosso planeta, os meios de comunicação que seguem a hegemonia dos Estados Unidos (ou seja, a esmagadora maioria dos meios existentes) entraram todos de cabeça na tarefa que lhes foi designada: a de demonizar Vladimir Putin e tudo o que pudesse servir de boa referência em relação à Rússia.
Com a guerra acontecendo na Europa entre a Rússia e as forças dos Estados Unidos e da OTAN, representadas nominalmente pela Ucrânia, estamos presenciando ao vivo aquilo que caracteriza uma clara manipulação midiática com vistas a ganhar corações e mentes para a causa do imperialismo a nível mundial.
Ao longo de todo nosso planeta, os meios de comunicação que seguem a hegemonia dos Estados Unidos (ou seja, a esmagadora maioria dos meios existentes) entraram todos de cabeça na tarefa que lhes foi designada: a de demonizar Vladimir Putin e tudo o que pudesse servir de boa referência em relação à Rússia.
O Brasil e a guerra na Ucrânia
| Charge: Chen Xia |
Qual deve ser a posição brasileira diante da guerra na Ucrânia? Em sua maior parte, a mídia corporativa brasileira, seguindo caninamente a mídia ocidental, já escolheu um lado. Vem demonstrando uma parcialidade escancarada, comprometendo a sua obrigação de informar.
É um grave equívoco. Não cabe ao Brasil tomar partido nesse complicado conflito. E não é o que tem feito Brasília. Mesmo os adversários mais renhidos de Bolsonaro, entre os quais me incluo, precisam reconhecer que é correta a posição inicial do governo brasileiro, em especial do Itamaraty. Bolsonaro, como sempre, dá suas derrapadas. Resiste, porém, à pressão dos EUA e da mídia tradicional brasileira para que se alinhe ao lado ocidental. Por enquanto. Como tudo é muito volátil, preciso dizer que estou escrevendo em 4 de março.
sábado, 5 de março de 2022
sexta-feira, 4 de março de 2022
Joe Biden e o império da hipocrisia
| Charge: Thiago |
A justa condenação geral ao inaceitável ataque militar russo à Ucrânia não pode servir de argumento para se isentar de culpa o maior responsável pela crise no leste europeu. Durante pelo menos 15 anos - desde o discurso de Vladimir Putin na Conferência de Defesa da Europa, em 2007 - a Rússia tentou se fazer ouvir por Washington e pelos demais membros da OTAN para o problema de que expandir a organização até suas bordas seria inaceitável.
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