quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Já vivemos sob o império das big techs?

Ilustração: ArtMaster
Por Miguel Nicolelis, no site Viomundo:


No meu livro de ficção científica, “Nada Mais Será como Antes” (editora Planeta, selo Minotauro), publicado no ano passado, a trama central se desenrola no ano de 2036, enquanto o nosso querido rochedo sideral, já não tão azul, também conhecido por Terra, enfrenta a convergência cataclísmica de múltiplas crises terminais, desencadeadas em grande parte por um modo de vida totalmente insustentável”, imposto goela abaixo para toda humanidade.

A sincronização de todas estas crises no ano de 2036 colocam em risco não só a sobrevivência da nossa própria espécie, mas também a viabilidade de todas as outras formas de vida orgânica ao nosso redor.

Confissão de Jorginho Mello complica Bolsonaro

Tendências do mercado de trabalho para 2025

As emendas parlamentares e as universidades

Cresce a expectativa de cessar-fogo em Gaza

Bolsonaristas disseminam mentiras sobre Pix

Mídia e ditadura: uma parceria histórica

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Comunicação: além da batalha diária

Por Ricardo Zamora, no site Sul-21:

Em abril do ano passado, publiquei um artigo intitulado O que a Secom faz além da batalha diária. Dentre as várias intenções, quis mapear um conjunto de iniciativas realizadas pela Secretaria de Comunicação Social do terceiro governo do presidente Lula, onde ocupei, até janeiro de 2025, o cargo de Secretário-Executivo do ministro Paulo Pimenta.

Busquei evidenciar que, muito além da disputa diária pela opinião, a Secom desenvolveu um conjunto de políticas públicas de comunicação, as quais, no mais das vezes, não são percebidas pelas pessoas, mesmo aquelas que acompanham o trabalho do governo federal. Por exemplo: elaboramos e executamos ações na área de comunicação popular e periférica; realizamos iniciativas de combate às fake news; criamos ferramentas para garantir transparência às ações do governo.

A complexidade do mercado de trabalho no Brasil

Por Nivaldo Santana, no site Vermelho:

Encontra-se disponível para os interessados estudo do IBGE com informações sobre a realidade social do Brasil. A publicação, de 2024, recebeu o título de “Síntese de Indicadores Sociais – Uma Análise das Condições de Vida da População Brasileira”.

O documento, em sua apresentação, informa que o estudo trata de estrutura econômica e mercado de trabalho, padrão de vida e distribuição de rendimentos, educação, condições de saúde e condições de vida segundo estratos geográficos.

Nos limites deste artigo, nosso foco será uma breve apreciação do capítulo que trata da estrutura econômica e mercado de trabalho. O estudo dos indicadores desse capítulo é ferramenta indispensável para, entre outras possibilidades, subsidiar a ação sindical.

434 que ainda estão aqui e os 8.350 que não

Por Gustavo Guerreiro

“Ainda estou aqui” ganhou destaque nas últimas semanas como um grito de resistência no cinema nacional, narrando a dor dilacerante de uma família que teve seu pai arrancado pela ditadura militar. Como o filme magistralmente retrata, conhecemos os 434 – sabemos seus nomes, suas histórias, suas lutas. São os mortos e desaparecidos políticos que habitam a memória coletiva do povo brasileiro, cujas famílias ainda buscam justiça. Mas há outros gritos de um Brasil profundo, igualmente dolorosos, que parecem não encontrar eco na consciência social dos brasileiros: os 8.350 indígenas assassinados no mesmo período. Por que suas histórias não ganham as telas? Por que seus nomes não estão gravados nos monumentos à memória? Por que suas famílias não têm o mesmo espaço para clamar por justiça? Talvez porque, para boa parte dos brasileiros, eles nunca estiveram verdadeiramente “aqui”.

Bolsonaro irá à posse de Trump nos EUA?

A guerra dos bilionários contra nós

Justiça investiga Abílio Brunini

Ainda estamos aqui, com Marcelo Rubens Paiva

O discurso de ódio nas redes da Meta

Rentistas abocanham orçamento da União

A precarização do trabalho nas plataformas

O que está em jogo nos ataques a Maduro?

A 'guinada trumpista' de Zuckerberg

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

General Girão (PL-RN) é punido por golpismo

Charge: Miguel Paiva
Por Altamiro Borges


Antes tarde do que mais tarde. Aos poucos, alguns expoentes das ações golpistas no país estão sendo punidos. O general Braga Netto, que foi ministro do covil fascista e candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro, está preso – um fato inusitado na história nativa. Outros milicos de alta patente, inclusive os que planejaram os assassinatos de Lula, Geraldo Alckmin e Alexandre de Moraes, também estão no xilindró. Boa parte dos golpistas, porém, ainda goza de liberdade. A começar do chefão da Orcrim (Organização Criminosa), Jair Messias Bolsonaro. Mas o cerco se fecha!