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| Charge: JD Crowe/AL |
Estudo da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), publicado na quarta-feira (12) na revista científica Plos One, confirma que poucos meses após a compra do Twitter pelo ricaço excêntrico Elon Musk a plataforma teve um expressivo aumento do discurso de ódio e da presença de contas falsas. O levantamento foi feito entre outubro de 2022 e maio de 2023 e “aponta que a frequência de posts considerados racistas, homofóbicos e transfóbicos na rede social foi em média 50% maior do que nos meses que antecederam a aquisição”, descreve reportagem da Folha.





