terça-feira, 18 de novembro de 2025

Lula continua favorito para 2026

Foto: Ricardo Stuckert
Por Bepe Damasco, em seu blog:


Um pouco de sangue frio e boa vontade para contextualizar politicamente as pesquisas de avaliação do governo e sobre a disputa para a presidência da República cairiam bem para alguns quadros da esquerda brasileira e integrantes da mídia alternativa.

Vejamos: depois que a frase infeliz do presidente Lula ("o traficante também é vítima do usuário") foi fartamente explorada pela imprensa comercial e pelas redes da extrema direita, e o mesmo acontecer em relação à chacina protagonizada pelo governador bolsonarista Cláudio Castro, apoiada por boa parte da população sedenta de sangue e de vingança, era previsível uma queda acentuada de Lula nas pesquisas.

Mas isso ficou longe de acontecer.

A decadência política, moral e física de Trump

Charge: Antonio Rodríguez/Cartoon Movement
Por Marcelo Zero, no site Brasil-247:


Um dos mitos mais explorados pelo Maga e pelo chamado QAnon é o de que o presidente Trump estaria travando uma guerra contra uma rede mundial de pedófilos e de “adoradores de Satanás”.

Segundo esse mito, essa rede seria chefiada por grandes figuras do Partido Democrata e por empresários e celebridades vinculados a esse partido, bem como à “esquerda” de modo geral.

Por isso, os próprios trumpistas pressionaram Trump para divulgar os relatórios judiciais sobre o “caso Epstein”, o maior escândalo de pedofilia da história dos EUA.

Mas o tiro está saindo pela culatra.

As fortes suspeitas sobre as “relações perigosas” entre Trump e Epstein estão se revelando verdadeiras.

Traição à pátria está no DNA do bolsonarismo

Charge: Latuff
Por Jair de Souza

As recentes ofensas contra o povo brasileiro proferidas pelo primeiro-ministro alemão, Friederich Merz, logo após seu retorno da COP-30 em Belém, tiveram repercussões diferenciadas em nosso país.

Se, por um lado, a imensa maioria de nosso povo se sentiu indignada com as ultrajantes palavras do serviçal-maior dos Estados Unidos na Alemanha, a extrema direita bolsonarista se regozijou com as mesmas.

Como entender a existência de brasileiros que se identificam com uma atitude tão deplorável e cheia de preconceitos racistas, como a exibida pelo supremacista germânico?

Lamentavelmente, a aquiescência com esta injúria a nossa nação é tão somente um detalhe menor do real instinto entreguista que caracteriza o bolsonarismo. Na verdade, a subserviência aos poderes e culturas dos centros capitalistas hegemônicos vai muitíssimo além deste episódio envolvendo o Chanceler alemão.

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Tarcísio serve a ricaços, milicos e cupinchas (6)

Charge: Paulo Capilé/Revista Pirralha
Por Altamiro Borges


Tarcísio de Freitas não tem qualquer compromisso com a questão social. O elitista inclusive já percebeu que esse é seu ponto fraco, que pode ser explorado na campanha eleitoral de 2026. Para ludibriar os incautos, ele lançou em maio passado o seu “programa de combate à pobreza”, intitulado pomposamente de SuperAção-SP.

A mídia chapa-branca fez o maior alarde com a ação demagógica. Chegou a falar que a iniciativa seria mais ampla do que o Bolsa Família do presidente Lula. Pura manipulação. O programa tem verba inferior à que o governo paulista deixou de gastar na área social nos últimos dois anos. Ele prevê R$ 500 milhões de gastos.

A gestão privatista e fascista de Tarcísio (5)

Charge: Fernandes
Por Altamiro Borges


A administração do governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) é um desastre. Infelizmente, porém, ela ainda é desconhecida pela sociedade paulista e brasileira. Eleito na carona da onda bolsonarista, esse forasteiro – que pouco havia pisado em São Paulo e não sabia sequer onde ficava seu colégio de votação – virou o queridinho dos abutres financeiros da Faria Lima e dos barões do agronegócio.

Apontado como o candidato da cloaca burguesa nativa para as eleições presidenciais de 2026, ele está totalmente blindado pela mídia hegemônica. Suas ações desastrosas em áreas essenciais para a população, como na segurança pública, na saúde ou na educação, não são manchetes nos jornalões e nem destaque nos noticiários da rádio e TV.

Juros do BC de Galípolo matam a economia

As políticas de cultura do governo Lula

Epstein é o único capaz de derrotar Trump

STF derrota Jair e Bananinha, seu filhote 03

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Dudu Bananinha vira réu por coação da Justiça

Charge: Nando Motta/247
Por Altamiro Borges


O deputado-fujão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), vulgo Dudu Bananinha, vive o seu inferno astral no autoexílio nos Estados Unidos. Abatido e transtornado, ele corre o sério risco de surtar ou infartar. Após se isolar ao brigar com todos os governadores “bostas” de extrema-direita e de ser traído pelo “imperador” Donald Trump, que resolveu reduzir o tarifaço contra o Brasil, o filhote 03 de Jair Bolsonaro acaba de virar réu no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em sessão virtual realizada nesta sexta-feira (14), a Primeira Turma do STF formou maioria para torná-lo réu pelo crime de tentativa de coação da Justiça a partir de sua ação nos EUA contra o Brasil com o objetivo de interferir no julgamento do seu pai-condenado. Segundo a denúncia formulada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e agora aceita pelo STF, a conspiração no exterior configura “crime de coação no curso do processo”.

Três desafios da luta dos trabalhadores (4)

Por Altamiro Borges


Todos esses avanços, porém, ainda são insuficientes diante das crônicas injustiças do Brasil e geram frustração na sociedade – conforme atestam pesquisas sobre a aprovação do atual governo. O golpe de 2016, a ascensão do neofascismo, o desmonte neoliberal e a pandemia da Covid, entre outras regressões, agravaram as contradições sociais no país e as mudanças em curso não garantem uma sensação de bem-estar à população.

Persistem as amarras que impedem um desenvolvimento econômico mais consistente com maior justiça social. A política de juros pornográficos do Banco Central “independente”, com a segunda maior taxa do mundo, inibe o crédito e o consumo, trava a produção e prejudica a geração de empregos de melhor qualidade e o aumento da renda.