sábado, 28 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Globo e os conservadores enlatados do carnaval
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| Charge: Aroeira/247 |
O Brasil não é mesmo um país para amadores. Como dizem que o ano só começa para valer depois do carnaval, temos pela frente um período decisivo na luta contra o fascismo nas eleições de outubro.
Antes, precisamos aprovar o fim da desumana jornada 6 x 1 e o Brasil tem que seguir em frente em sua trajetória virtuosa de pleno emprego, inflação sob controle, justiça tributária e políticas sociais que melhoram a vida das pessoas.
Essa é a agenda real.
Contudo, com o fim do carnaval, eis que o grande problema brasileiro - alardeado pela mídia corporativa e absorvido até por gente de esquerda - é a revolta da extrema direita, dos neopentecostais e católicos reacionários com as fantasias e adereços da Acadêmicos de Niterói ironizando a hipocrisia e o falso moralismo dos conservadores.
O carnaval sempre foi marcado pela crítica política e social, por criatividade e irreverência. Mas nada disso importa para a Rede Globo quando seu radar oportunista fareja uma chance de desgastar o governo e atacar o PT.
Ultimato de Trump ao Irã eleva risco de guerra
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| Charge: Andreo Carrilho/IranCartoon |
A crise entre os Estados Unidos e o Irã entrou nesta quinta-feira (19) em um novo patamar de instabilidade, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitir em Washington um ultimato ao governo iraniano durante seu pronunciamento na primeira reunião do chamado “Conselho da Paz” de Gaza. Trump declarou que, caso Teerã não aceite as condições impostas por Washington no prazo de dez dias, o país persa sofrerá “coisas ruins”, numa ameaça direta que reforça o clima de escalada militar no Oriente Médio e coloca em risco qualquer possibilidade de solução diplomática. Um retrocesso em relação ao entendimento preliminar firmado na terça-feira (17), em Genebra.
A encruzilhada dos Correios
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| Charge: Clayton |
Fundados há 230 anos, décadas antes da Independência, os Correios públicos do Brasil são parte da história do país – e dos esforços para sua modernização. Em 1843, lançaram o “Olho do Boi”, segundo selo postal do mundo. Nove anos depois, quando ainda não havia censo demográfico e a população estimada de todo o território era semelhante à da atual região metropolitana de Belo Horizonte, incorporaram a comunicação por telégrafo – o sistema de comunicação mais rápido, à época. Em 1982, quando a ditadura pós-1964 agonizava, a entrega de cartas era feita, em qualquer parte, em menos de 48 horas – um prazo muito inferior ao de países como os Estados Unidos. Os Correios são, em 2026, o único meio de acesso a cartas e encomendas, nos pontos do país em que as entregas privadas não são lucrativas. Encarregam-se do transporte das urnas eletrônicos e de todo o material didático que chega onde não há livrarias comerciais.
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