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| Foto: Enrique González (Enro)/Cubadebate |
As declarações mais recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de seu secretário de Estado, Marco Rúbio, o mais fanático expoente do anticubanismo na atualidade, assumiram o caráter de um verdadeiro ultimato. Ao elevar o nível de coerção contra a ilha socialista, Washington reacende uma retórica intervencionista e belicista, estreita deliberadamente os caminhos da diplomacia e do diálogo e aposta, mais uma vez, na intimidação como instrumento de política externa.
Trump declarou abertamente que busca a mudança de governo em Cuba até o fim de 2026 e instou outros países a cortarem “óleo e dinheiro” da ilha. A rigor, não há novidade alguma nesse discurso, se consideradas as sucessivas etapas da perseguição movida pelos Estados Unidos desde a imposição do bloqueio ao país socialista caribenho, em 1962. É um ledo engano dos tiranos instalados na Casa Branca, no Departamento de Estado e no Pentágono imaginar que a brutal investida atual possa abater ou infundir medo no povo cubano. O eterno comandante da Revolução Cubana, em momento igualmente grave, foi cristalino ao afirmar: “No nos gustan las amenazas”. E acrescentou que aos cubanos nada mete medo.
Trump declarou abertamente que busca a mudança de governo em Cuba até o fim de 2026 e instou outros países a cortarem “óleo e dinheiro” da ilha. A rigor, não há novidade alguma nesse discurso, se consideradas as sucessivas etapas da perseguição movida pelos Estados Unidos desde a imposição do bloqueio ao país socialista caribenho, em 1962. É um ledo engano dos tiranos instalados na Casa Branca, no Departamento de Estado e no Pentágono imaginar que a brutal investida atual possa abater ou infundir medo no povo cubano. O eterno comandante da Revolução Cubana, em momento igualmente grave, foi cristalino ao afirmar: “No nos gustan las amenazas”. E acrescentou que aos cubanos nada mete medo.



