sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Cuba resiste sob inspiração de Fidel e Martí

Foto: Enrique González (Enro)/Cubadebate
Por José Reinaldo Carvalho, no site Brasil-247:

As declarações mais recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de seu secretário de Estado, Marco Rúbio, o mais fanático expoente do anticubanismo na atualidade, assumiram o caráter de um verdadeiro ultimato. Ao elevar o nível de coerção contra a ilha socialista, Washington reacende uma retórica intervencionista e belicista, estreita deliberadamente os caminhos da diplomacia e do diálogo e aposta, mais uma vez, na intimidação como instrumento de política externa.

Trump declarou abertamente que busca a mudança de governo em Cuba até o fim de 2026 e instou outros países a cortarem “óleo e dinheiro” da ilha. A rigor, não há novidade alguma nesse discurso, se consideradas as sucessivas etapas da perseguição movida pelos Estados Unidos desde a imposição do bloqueio ao país socialista caribenho, em 1962. É um ledo engano dos tiranos instalados na Casa Branca, no Departamento de Estado e no Pentágono imaginar que a brutal investida atual possa abater ou infundir medo no povo cubano. O eterno comandante da Revolução Cubana, em momento igualmente grave, foi cristalino ao afirmar: “No nos gustan las amenazas”. E acrescentou que aos cubanos nada mete medo.

BC atenta contra o desenvolvimento nacional

Editorial do site Vermelho:


A decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter, pela quinta vez consecutiva, a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 15% ao ano expressa um problema estrutural da política macroeconômica do Brasil. A taxa de juros real é a mais alta em 20 anos e a segunda maior do mundo. O comunicado sobre a decisão informa que “o ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais”.

O documento afirma que “o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência”, uma referência à taxa de desemprego que fechou o ano de 2025 abaixo dos 6% da força de trabalho, em termos dessazonalizados, considerada pelo mercado financeiro insustentável.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O jornalismo 'profissional' da mídia é piada

Charge: Joyce Rice
Por Ângela Carrato, no site Viomundo:


A grossa corrupção no liquidado banco Master e seus parceiros sumiu do foco dos jornalões, que estão usando o assunto para atacar o STF.

Ao invés de revelar para o público todo o esquema utilizado por salafrários como o tal ex-banqueiro Daniel Vorcaro e sua patota de ladrões do dinheiro de aposentados e pensionistas, os jornalistas e colunistas amestrados destas publicações estão fazendo de tudo para provocar uma crise no STF, com o objetivo de desestabilizar um Poder que tem sido crucial neste momento tão desafiador em que vivemos.

Umbilicalmente ligados aos interesses da classe dominante (Faria Lima, golpistas e entreguistas) estes jornais e seus “profissionais” acreditam que, ao desestabilizar o STF, estarão atingindo, por tabela, o governo Lula.

Cuidar da safra sindical

Por João Guilherme Vargas Netto


Na ação sindical não há entressafra. Exceto nos períodos de férias coletivas ou de grandes feriados a atividade sindical é constante.

Mesmo entre uma campanha salarial e a seguinte, o que seria uma entressafra é cheia de ações necessárias – divulgação dos resultados obtidos e preparação, desde já, de uma nova campanha.

Há, portanto, o cotidiano da vida sindical (com sua burocracia) e acontecimentos que exigem empenho renovado; a vida do sindicato (e de todas as entidades sindicais) não para nunca.

O que as direções sindicais fazem (ou devem fazer) é associar o cumprimento sistemático das tarefas cotidianas à qualificação dos ativistas – qualificação sindical e qualificação política – com discussões, seminários e cursos.

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