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As eleições colombianas ainda serão objeto de muitos estudos. Haverá quem faça análises sobre o cenário político, as alianças construídas, a conjuntura econômica, o desempenho dos adversários ou os elementos ideológicos que ajudaram a explicar o crescimento de cada candidatura, principalmente o da extrema direita.
Não é essa a análise que pretendo fazer aqui.
Escrevo a partir de um lugar específico: o de quem trabalha com mobilização digital, comunidades digitais e campanhas políticas na América Latina. E, observando a campanha de Abelardo de la Espriella ao longo dos últimos meses, algo me chamou atenção.
Não foi uma tecnologia inédita. Muito menos uma inteligência artificial revolucionária.
Foi o “arroz com feijão” bem feito.



