Que o presidente Lula é a pauta predileta da “grande imprensa” não é novidade. Que a motivação é o ódio de classe de nossas elites e da classe média tradicional também não é. Há alguns dias o ex-presidente Lula participou de um evento em comemoração aos 30 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e comentou que estava lendo um livro sobre o ex-presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln.
domingo, 3 de março de 2013
Lincoln, Lula e o ódio midiático
Que o presidente Lula é a pauta predileta da “grande imprensa” não é novidade. Que a motivação é o ódio de classe de nossas elites e da classe média tradicional também não é. Há alguns dias o ex-presidente Lula participou de um evento em comemoração aos 30 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e comentou que estava lendo um livro sobre o ex-presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln.
Barbosa chama Constituição às falas
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Até quando nosso Congresso vai permitir que presidentes do STF avancem sobre os outros Poderes sem uma reação?
Todos se lembram do vexatório episódio do grampo sem áudio que envolveu o àquela época presidente do STF Gilmar Mendes e o santinho do pau oco finalmente desmascarado Demóstenes Torres, quando Mendes se achou no direito de chamar o presidente Lula às falas.
Os desafios da comunicação em rede
Por Dênis de Moraes, no blog da Boitempo:
A comunicação alternativa e contra-hegemônica em rede refere-se a um processo participativo na rede mundial de computadores que envolve indivíduos e grupos afinados com uma visão politizadora do jornalismo, a partir do reconhecimento do campo informativo como uma arena marcada por disputas de sentidos pela hegemonia política e cultural. O fato de a internet não estar submetida a centros controladores e crivos midiáticos proporciona uma margem acentuada de liberdade de expressão, além de favorecer a convergência em torno de ideias, valores e mobilizações por afinidades eletivas.
A comunicação alternativa e contra-hegemônica em rede refere-se a um processo participativo na rede mundial de computadores que envolve indivíduos e grupos afinados com uma visão politizadora do jornalismo, a partir do reconhecimento do campo informativo como uma arena marcada por disputas de sentidos pela hegemonia política e cultural. O fato de a internet não estar submetida a centros controladores e crivos midiáticos proporciona uma margem acentuada de liberdade de expressão, além de favorecer a convergência em torno de ideias, valores e mobilizações por afinidades eletivas.
O maior adversário de Dilma em 2014
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Já disse algumas vezes quanto é caro ao Diário ouvir os leitores.
O que eles têm a dizer sobre 2014?
Foi o tema de uma enquete que se encerra hoje. Dado o favoritismo com que Dilma inicia a campanha pela reeleição, a pergunta quis identificar, na visão dos leitores, quem seria o maior adversário dela.
sábado, 2 de março de 2013
O PIB medíocre e as eleições
Por Osvaldo Bertolino, no sítio da Fundação Maurício Grabois:
A reação da mídia e dos tucanos em geral ao desempenho medíocre do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2012, com um miserável crescimento de 0,9%, já raiou a indecência. Imediatamente após a divulgação dos números, a manipulação tomou conta do noticiário econômico. Há, evidentemente, problemas muito mais graves do que os apontados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas os diagnósticos midiáticos passaram longe deles.

A reação da mídia e dos tucanos em geral ao desempenho medíocre do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2012, com um miserável crescimento de 0,9%, já raiou a indecência. Imediatamente após a divulgação dos números, a manipulação tomou conta do noticiário econômico. Há, evidentemente, problemas muito mais graves do que os apontados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas os diagnósticos midiáticos passaram longe deles.
A Itália no labirinto
Por Mauro Santayana, em seu blog:
Houve um tempo, o do Renascimento, em que os principados italianos faziam da política uma obra de arte, como constatou o historiador Jacob Burckhardt em seu livro sobre a Civilização do Renascimento na Itália. Violentos uns, astutos, outros, sábios alguns mais, aos príncipes italianos não faltava inteligência na escolha de seus conselheiros militares e políticos. A esses, confiavam as táticas e estratégias, na condução do poder interno e na defesa dos interesses externos. Eram homens que só se dedicavam a mandar e, mandando, conservar o poder. Um dos segredos da sobrevivência de tais estados era a autonomia de cada um deles, assegurada com a astúcia e com a força, posto que viviam em estado permanente de guerra.
Houve um tempo, o do Renascimento, em que os principados italianos faziam da política uma obra de arte, como constatou o historiador Jacob Burckhardt em seu livro sobre a Civilização do Renascimento na Itália. Violentos uns, astutos, outros, sábios alguns mais, aos príncipes italianos não faltava inteligência na escolha de seus conselheiros militares e políticos. A esses, confiavam as táticas e estratégias, na condução do poder interno e na defesa dos interesses externos. Eram homens que só se dedicavam a mandar e, mandando, conservar o poder. Um dos segredos da sobrevivência de tais estados era a autonomia de cada um deles, assegurada com a astúcia e com a força, posto que viviam em estado permanente de guerra.
Monstros e bodes expiatórios
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:
O passado recomenda muita cautela diante da denúncia contra a médica acusada de provocar a morte de pacientes numa UTI de um hospital que, até então, era referência em Curitiba.
Vivemos um tempo de imprensa barata, com poucos repórteres, poucos recursos e uma necessidade imensa de receitas rápidas. O caminho usual para isso é o sensacionalismo.
O passado recomenda muita cautela diante da denúncia contra a médica acusada de provocar a morte de pacientes numa UTI de um hospital que, até então, era referência em Curitiba.
Vivemos um tempo de imprensa barata, com poucos repórteres, poucos recursos e uma necessidade imensa de receitas rápidas. O caminho usual para isso é o sensacionalismo.
PT apóia lei popular para regular mídia
Dilma mandou dizer que o governo não levará adiante o debate sobre a necessária regulação da mídia no Brasil. As prioridades dela são outras: retomar o crescimento, convencer os velhos rentistas de que a redução dos juros é definitiva e que, portanto, é preciso tirar o dinheiro do banco e investir.
Razões da queda de audiência da Globo
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O jornalista Ricardo Feltrin, editor do sítio de entretenimento da Folha (F5), apresentou ontem novos dados sobre a queda de audiência dos principais programas da TV Globo. Segundo ele, este acentuado declínio é que explica "as profundas mudanças que a emissora fez em vários de seus escalões neste ano". O objetivo é o de tentar recuperar alguns pontos no ibope, antes que a queda afete seus lucros. Até agora, o império global tem mantido e até elevado o seu faturamento graças a mecanismos desleais de concorrência. Mas, com o tempo, o declínio poderá causar prejuízos à famiglia Marinho no bilionário mercado publicitário.
PT e a urgência da regulação da mídia
Reunida ontem em Fortaleza, a direção nacional do PT aprovou uma resolução corajosa em que cobra do governo Dilma a retomada das discussões sobre a regulação democrática da mídia. A nota não esconde as críticas da legenda à postura do Palácio do Planalto no tocante a este tema estratégico. O mais importante, porém, é que o maior partido de esquerda e da base governista também formalizou seu apoio à iniciativa do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que pretende coletar assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular em defesa de um novo marco regulatório do setor. A nota é explícita ao conclamar "a militância do Partido dos Trabalhadores a se juntar decididamente a essa campanha".
sexta-feira, 1 de março de 2013
A terceirização ilícita da Ford
Por Leonardo Sakamoto, em seu blog:
A Ford do Brasil foi condenada pela Justiça do Trabalho em um processo de R$ 400 milhões por terceirização ilícita e fraude tributária. De acordo com o Ministério Público do Trabalho, responsável pela ação civil pública, a empresa contratava empregados através da Avape, uma associação para promoção de pessoas com deficiência, também ré no processo, que contava com isenção fiscal. O problema é que dos 280 empregados que a instituição entregou à Ford ao longo de mais de uma década de relacionamento, nenhum deles possuía deficiência. À decisão, cabe recurso.
Censura à Falha, tiro no pé da Folha
Por Mateus Pranzetti Paul Gruda, no blog Viomundo:
“Tratar o humor como ilícito, no fim das contas, é a mesma coisa que censura.” [1] Tais Gasparian, advogada da Folha que assina o processo contra o blog Falha de S. Paulo, comentando o caso jurídico envolvendo Juliana Paes e o colunista da Folha de S. Paulo, José Simão, em 2009).
“Tratar o humor como ilícito, no fim das contas, é a mesma coisa que censura.” [1] Tais Gasparian, advogada da Folha que assina o processo contra o blog Falha de S. Paulo, comentando o caso jurídico envolvendo Juliana Paes e o colunista da Folha de S. Paulo, José Simão, em 2009).
FHC e a falta de memória do PIG
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:
Na última quarta-feira (27.2), a presidente Dilma Rousseff rebateu afirmação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no sentido de que ela e seu antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, teriam “herdado” e “usurpado” seus projetos e que, por isso, ela seria “ingrata” consigo.
O papa e as tradições do conclave
Por Frei Betto, no sítio da Adital:
No próximo conclave, os cardeais eleitores serão 61 europeus, 19 latino-americanos (dos quais 5 brasileiros), 14 norte-americanos, 11 africanos, 10 asiáticos e 1 da Oceania. O candidato eleito papa deve ter pelo menos 2/3 dos votos.
Esses números podem variar, dependendo da data de abertura do conclave. O cardeal alemão Walter Kasper, por exemplo, completa 80 anos a 5 de março. A Itália é o país com o maior número de eleitores, 21 cardeais.
Esses números podem variar, dependendo da data de abertura do conclave. O cardeal alemão Walter Kasper, por exemplo, completa 80 anos a 5 de março. A Itália é o país com o maior número de eleitores, 21 cardeais.
As finanças secretas do Vaticano
Por Marcelo Justo, no sítio Carta Maior:
O Papa Bento XVI abandona o barco em meio a sérios problemas financeiros. A investigação por lavagem de dinheiro do Banco do Vaticano, as indenizações pelos escândalos sexuais e o número decrescente de fieis e doações são alguns dos problemas que o próximo pontífice herdará. Ninguém sabe exatamente quanto gasta a Igreja Católica em nível mundial, mas segundo uma investigação da revista inglesa The Economist, publicada no ano passado com base em dados de 2010, a cifra rondaria os 170 bilhões de dólares.
O Papa Bento XVI abandona o barco em meio a sérios problemas financeiros. A investigação por lavagem de dinheiro do Banco do Vaticano, as indenizações pelos escândalos sexuais e o número decrescente de fieis e doações são alguns dos problemas que o próximo pontífice herdará. Ninguém sabe exatamente quanto gasta a Igreja Católica em nível mundial, mas segundo uma investigação da revista inglesa The Economist, publicada no ano passado com base em dados de 2010, a cifra rondaria os 170 bilhões de dólares.
O melancólico fim de Bento 16
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:
Deixando para o próximo papa uma igreja dividida e um balaio de problemas, que vão dos escândalos de pedofilia abafados por cardeais, a negócios escusos flagrados no Banco do Vaticano e o roubo de documentos pessoais que se tornaram públicos, Bento 16 encerrou nesta quinta-feira (28) os oito anos de seu melancólico pontificado.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
50 verdades que Yoani Sánchez oculta
Por Salim Lamrani, no sítio Opera Mundi:
A famosa opositora está realizando uma turnê mundial de 80 dias em cerca de doze países do mundo para falar sobre Cuba. Mas não dirá tudo...
1. O artigo 1705 da Lei Torricelli, de 1992, adotada pelo Congresso norte-americano, estipula que: “Os Estados Unidos fornecerão apoio a organizações não-governamentais apropriadas, para apoiar indivíduos e organizações que promovam uma mudança democrática não-violenta em Cuba”.
1. O artigo 1705 da Lei Torricelli, de 1992, adotada pelo Congresso norte-americano, estipula que: “Os Estados Unidos fornecerão apoio a organizações não-governamentais apropriadas, para apoiar indivíduos e organizações que promovam uma mudança democrática não-violenta em Cuba”.
Chalita e o dedo de Serra
Da revista CartaCapital:
Cotado para assumir um ministério no governo, o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) entrou no foco do noticiário na última semana por supostas irregularidades praticadas há cerca de oito anos, quando era secretário da Educação de Geraldo Alckmin (PSDB).
Cotado para assumir um ministério no governo, o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) entrou no foco do noticiário na última semana por supostas irregularidades praticadas há cerca de oito anos, quando era secretário da Educação de Geraldo Alckmin (PSDB).
Época: O catastrofismo durou pouco
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Um dos pressupostos essenciais do noticiário econômico é a busca da objetividade, e basta um pequeno desvio de método para que o resultado seja jornalismo de qualidade discutível. O risco maior é sempre dos diários, condicionados por um limite de tempo que nem sempre coincide com a possibilidade de uma boa análise.
Sobre as reclamações de FHC
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Fernando Henrique Cardoso (FHC) andou reclamando de maus tratos dados a seus governos pelo PT. Sua “mágoa” foi dita no aniversário de 70 anos de Pedro Malan e no seminário “Minas Pensa o Brasil”. Esse evento serve apenas para afagar o ego de Aécio Neves e tentar “mirabolar” uma agenda de campanha para 2014. Algo que a oposição no Brasil não tem.
A pressão pela regulação da mídia
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| Ilustração: Edgar Vasques |
Após o governo ter descartado a possibilidade de firmar o marco regulatório das comunicações antes das eleições presidenciais de 2014, as entidades que integram o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação afirmam que desistiram de pressionar a presidenta Dilma e que passaram a elaborar um projeto de lei de iniciativa popular. Pedro Echmann, coordenador do Instituto Intervozes, explica que a meta é coletar 1,6 milhão de assinaturas.
A molecagem do DEM na Câmara
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O Democratas, mais conhecido pela sigla DEM, mas pode chamar de Arena, PDS ou PFL, aprontou mais uma de suas traquinagens. Comportamento típico de “menino véi de buchão”, como se diz no Ceará.
Uma semana depois de posarem de defensores da liberdade, ao babarem ovo da blogueira mercenária Yoani Sanchez em visita ao Brasil, seus parlamentares e prepostos protagonizaram outro episódio patético na Câmara dos Deputados.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
A provocação da direita no Congresso
Parlamentares da oposição, muitos deles filhotes da ditadura
militar, promoveram no final da tarde desta quarta-feira uma provocação nos
corredores da Câmara Federal. Eles instalaram uma placa diante da galeria de
imagens do PT, que comemora 33 anos de vida, sobre o “mensalão”. O sítio do Estadão,
que atacou histericamente o protesto dos jovens contra a visita da dissidente
cubana Yoani Sánchez, gostou da iniciativa: “Parlamentares do DEM e do PSDB resolveram
‘completar’ a história oficial exposta pelo partido”. Haja cinismo!
SP gastou R$ 1 bilhão em publicidade
Entre 2004 e 2011, o governo do Estado de São Paulo, hegemonizado pelo PSDB, gastou R$ 1 bilhão com publicidade oficial. O gasto com propaganda mais do que dobrou no período, em especial durante a gestão do tucano José Serra. Em 2009, o pré-candidato à presidência da República atingiu o pico da despesa com propaganda do seu mandato - R$ 311,7 milhões, em valores atualizados pela inflação. Neste cálculo não estão incluídos os gastos milionários das empresas públicas - como o Metrô, a Sabesp e a Dersa.
A agonia da mídia impressa
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
Até a Time Out?
Sim, até a Time Out, a gloriosa revista que foi leitura de qualquer pessoa interessada em desfrutar do melhor que Londres pode oferecer em cultura, comida, passeios e o que mais for.
Na tentativa desesperada de sobreviver, a Time Out, a partir de agora, passa a ser distribuída de graça. A esperança é que a receita de publicidade pague as contas. A circulação, evidentemente, aumentará – e com ela, espera a empresa que edita a Time Out, o dinheiro vindo dos anunciantes.
Sim, até a Time Out, a gloriosa revista que foi leitura de qualquer pessoa interessada em desfrutar do melhor que Londres pode oferecer em cultura, comida, passeios e o que mais for.
Na tentativa desesperada de sobreviver, a Time Out, a partir de agora, passa a ser distribuída de graça. A esperança é que a receita de publicidade pague as contas. A circulação, evidentemente, aumentará – e com ela, espera a empresa que edita a Time Out, o dinheiro vindo dos anunciantes.
A juventude e o direito de protestar
Do sítio da União da Juventude Socialista (UJS):
Os movimentos sociais de juventude vem a público defender o inalienável direito de manifestação, como assegura o artigo 220 da Constituição brasileira.
A juventude tem consciência do seu papel e foi às ruas denunciar o circo armado pela direita brasileira, para transformar uma blogueira, apoiada pelos EUA, em mártir da democracia.
Os movimentos sociais de juventude vem a público defender o inalienável direito de manifestação, como assegura o artigo 220 da Constituição brasileira.
A juventude tem consciência do seu papel e foi às ruas denunciar o circo armado pela direita brasileira, para transformar uma blogueira, apoiada pelos EUA, em mártir da democracia.
Lula e a mídia dos trabalhadores
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| Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula |
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, na manhã desta quarta-feira (27), do evento organizado em comemoração aos 30 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Lula falou durante cerca de 40 minutos para uma plateia de dirigentes e sindicalistas, elogiou o movimento sindical brasileiro e a CUT e criticou a imprensa e seus adversários que “nunca quiseram que eu e a Dilma ganhássemos as eleições”. E propôs que o movimento sindical crie suas próprias mídias.
Oposição bate cabeça e favorece Dilma
Todo mundo agora é candidato a presidente em 2014. Além de Aécio Neves, Eduardo Campos e Marina Silva, já se fala nos nomes de Fernando Gabeira, Cristovão Buarque e até Fernando Collor, fora os supermanicos de sempre. Os barões da mídia esfregam as mãos. Desesperados, desde já, para evitar que Dilma liquide a fatura no primeiro turno, incensam qualquer candidatura. Mas não escapam do efeito bumerangue. Com a oposição pulverizada, Dilma teria mais de 12 minutos no horário eleitoral, contra 3 de Aécio, em torno de 2 de Eduardo Campos e 1 minuto e pouco de Marina. Parabéns para os "gênios" do antipetismo.
A Itália e o mito do BC independente
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:
Abertas as urnas italianas, nossos sábios do comentário político poderiam explicar por que imaginavam que Mário Monti, o interventor do BC Europeu que governou o país com um programa de austeridade, poderia ter mais do que uma parcela irrisória dos votos.
Abertas as urnas italianas, nossos sábios do comentário político poderiam explicar por que imaginavam que Mário Monti, o interventor do BC Europeu que governou o país com um programa de austeridade, poderia ter mais do que uma parcela irrisória dos votos.
Procura-se um analista “imparcial”
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:
Uma de minhas maiores frustrações é não poder encarar o que considero um dos maiores desafios do homem em qualquer época, o de ser capaz de analisar qualquer coisa com base exclusivamente nos fatos, sem deixar que suas idiossincrasias – desejos, ambições, preconceitos, rancores ou amores – interfiram.
Uma de minhas maiores frustrações é não poder encarar o que considero um dos maiores desafios do homem em qualquer época, o de ser capaz de analisar qualquer coisa com base exclusivamente nos fatos, sem deixar que suas idiossincrasias – desejos, ambições, preconceitos, rancores ou amores – interfiram.
Elio Gaspari não toma jeito
Por Tarso Genro, no sítio Carta Maior:
Renan Calheiros e os barões da mídia
Editorial do jornal Brasil de Fato:
Recentemente o senador Renan Calheiros (PMDB/AL), presidente do Senado, escreveu um artigo na Folha de S.Paulo para tranquilizar os barões da mídia. Comprometeu-se em trabalhar para impedir um novo marco regulatório que reorganize o modelo de comunicações vigente no país. Agressivo e desrespeitoso com governos dos países andinos, que ousaram criar leis que democratizam as comunicações, o senador alagoano escreveu:
Recentemente o senador Renan Calheiros (PMDB/AL), presidente do Senado, escreveu um artigo na Folha de S.Paulo para tranquilizar os barões da mídia. Comprometeu-se em trabalhar para impedir um novo marco regulatório que reorganize o modelo de comunicações vigente no país. Agressivo e desrespeitoso com governos dos países andinos, que ousaram criar leis que democratizam as comunicações, o senador alagoano escreveu:
Direita bate bumbo para Yoani Sánchez
Por Breno Altman, no sítio Opera Mundi:
O direito de protestar faz parte da democracia. Essa garantia inclui apupos, gritos, gestos, cartazes e até o esculacho. Apenas exclui o exercício da violência direta, monopólio do Estado em seu papel regulador das relações sociais. Não se pode classificar, como modalidades aprioristicamente antidemocráticas, por exemplo, piquetes grevistas, ocupações de terra e bloqueios de estrada. Muito menos o recurso à vaia.
O direito de protestar faz parte da democracia. Essa garantia inclui apupos, gritos, gestos, cartazes e até o esculacho. Apenas exclui o exercício da violência direta, monopólio do Estado em seu papel regulador das relações sociais. Não se pode classificar, como modalidades aprioristicamente antidemocráticas, por exemplo, piquetes grevistas, ocupações de terra e bloqueios de estrada. Muito menos o recurso à vaia.
“Fogo amigo” atinge Aécio e Campos
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A direita midiática e partidária antecipou o debate sobre a
sucessão presidencial de 2014. Ela se apressou em lançar Aécio Neves, que
cambaleava no PSDB, difundiu futricas sobre Lula e Dilma e ainda apostou na
divisão no campo governista. O efeito é que vários nomes pipocaram no
noticiário. Mas nada ainda está definido. A antecipação do debate só serve para
atiçar a cizânia e revelar as dificuldades nos vários campos. Nos
últimos dias, por exemplo, Aécio Neves e Eduardo Campos foram alvos do famoso “fogo
amigo”.
Acidente na Cutrale não dá manchete
Por Altamiro Borges
Em outubro de 2009, a mídia "privada" fez o maior terrorismo contra uma ocupação do MST que destruiu alguns pés de laranja numa fazenda da poderosa Cutrale, no interior de São Paulo. A TV Globo exibiu as cenas durante vários dias com nítidos objetivos políticos-eleitorais. Nesta terça-feira (26), porém, um ônibus que transportava 11 trabalhadores para a mesma fazenda, em Iaras, sofreu um grave acidente. Todos eles ficaram feridos - um deles com traumatismo craniano - e foram levados ao hospital de Cerqueira César. Neste caso, a mídia não dá manchetes, não faz escândalo. Acidentes e mortes de lavradores são "naturais" para a imprensa do capital.
O triste papel de Eduardo Suplicy
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O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) construiu a sua trajetória
política na luta em defesa da democracia e dos direitos humanos. No ano
passado, por exemplo, ele se destacou ao apoiar a luta dos moradores do Pinheirinho,
expulsos pela tropa de choque de Geraldo Alckmin. Não dá para esconder seus
méritos. Mas também não dá para amenizar seus defeitos, que são muitos e já lhe
renderam alguns apelidos jocosos. Na semana passada, ele ganhou os holofotes da
mídia por ser o cicerone da dissidente cubana Yoani Sánchez.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Queda da inflação e cinismo da mídia
Por Altamiro Borges
No início do ano, a mídia rentista fez o maior terrorismo
com a volta da inflação. Alguns “analistas do mercado” – nome fictício dos
porta-vozes do capital financeiro – garantiram que o governo havia perdido o
controle sobre os preços e que estava em curso uma nova explosão inflacionária.
Nos últimos dias, porém, eles próprios já admitem que a inflação deve cair nos
próximos meses. Sem fazer qualquer autocrítica, a mídia só não admite
que faz o jogo dos banqueiros, que pressionam o governo pelo aumento dos juros.
FHC ataca o PT e ofusca Aécio
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio da Kotscho:
A vinte meses das eleições presidenciais, começou a guerra da sucessão de 2014, com tiro para tudo quanto é lado, como se já estivéssemos na reta final da campanha.
Em seminário promovido pelo PSDB nesta segunda-feira em Belo Horizonte, para "discutir os rumos do partido" e turbinar a candidatura do senador Aécio Neves, quem roubou a cena e ganhou as manchetes foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Em seminário promovido pelo PSDB nesta segunda-feira em Belo Horizonte, para "discutir os rumos do partido" e turbinar a candidatura do senador Aécio Neves, quem roubou a cena e ganhou as manchetes foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
A "gastança" pública dez anos depois
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| http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/ |
Em 2009, o PSDB soltou uma nota em que afirmava: “o Palácio do Planalto promove uma gastança…”. Em qualquer dicionário, gastança significa excesso de gastos, desperdício. A afirmação feita na nota somente tem utilidade midiática, mas não é útil para a produção de análises e discussões sérias em torno da temática das finanças públicas brasileiras.
Os avanços sociais no Equador
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| http://www.presidencia.gob.ec/ |
Os avanços do governo do presidente Rafael Correa e de sua Revolução Cidadã saltam a olhos vistos, cobrindo a cegueira de agências internacionais de desinformação que cultuam o velho e carcomido Estado neoliberal, já morto e enterrado pelo Alianza País.
Nesta entrevista, a ministra da Inclusão Econômica e Social, Doris Soliz Carrión esquadrinha as vitórias obtidas contra a miséria, a partir de um compromisso com “o Bem-Viver, que é muito mais que crescimento econômico, é o equilíbrio entre o bem-estar material e o desenvolvimento pleno da vida de todos num horizonte de bem-comum”.
E o Oscar vai para a... CIA
Por Antonio Pimenta, no jornal Hora do Povo:
Hollywood jamais escondeu seus vínculos de muitos anos com Washington, o Pentágono e o complexo industrial-militar, mas nunca uma primeira-dama chegara ao ponto de expô-los tão abertamente como Michelle Obama, ao anunciar direto da Casa Branca, atendendo ao melífluo Jack Nickolson, o vencedor do Oscar 2013, o filme “Argos”, a glamourização de uma operação da CIA no Irã em 1980 em que um filme fake é a fachada.
Hollywood jamais escondeu seus vínculos de muitos anos com Washington, o Pentágono e o complexo industrial-militar, mas nunca uma primeira-dama chegara ao ponto de expô-los tão abertamente como Michelle Obama, ao anunciar direto da Casa Branca, atendendo ao melífluo Jack Nickolson, o vencedor do Oscar 2013, o filme “Argos”, a glamourização de uma operação da CIA no Irã em 1980 em que um filme fake é a fachada.
A ingratidão de FHC
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| http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br |
FHC participou ontem, em Belo Horizonte, do primeiro
seminário oficial para alavancar a cambaleante candidatura de Aécio Neves. No
evento, segundo a Folha tucana, o ex-presidente “subiu o tom contra o PT e
chamou Dilma de ‘ingrata’”. Ainda segundo o jornal, FHC afirmou que a atual governante
“cospe no prato que comeu”, insistindo na tese egocêntrica de que ele deixou
uma “herança bendita” aos seus sucessores. O eleitorado até hoje não se
convenceu disto, tanto é que derrotou três candidatos seguidos do PSDB.
Regulação da mídia é questão de Estado
Editorial do Instituto Telecom:
Principal resolução da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), em 2009, o Marco Regulatório das Comunicações segue ignorado solenemente pelo atual governo. Na semana passada, a declaração do secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, de que o debate não seria feito em 2013 porque não havia possibilidade de amadurecer o tema em ano pré-eleitoral, revoltou a sociedade e deixou clara a omissão do governo no debate sobre a radiodifusão no país.
A jornada e os sonhos da juventude
Sessenta e sete milhões: o que esse número representa? A população civil da União Europeia possui 67 milhões de armas; no Brasil, 67 milhões de pessoas têm acesso a internet; 67 milhões de reais foi o investimento da Petrobras para projetos culturais no ano passado de 2012. Um número que pode representar muito para alguns ou pouca coisa para outros.
A história real por trás de Argo
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Argo, de Ben Affleck, foi o grande vencedor do Oscar: aqui, os motivos que levaram os iranianos a fazer o que fizeram.
O filme descreve o empenho de agentes da CIA para retirar americanos de Teerã no curso da Revolução Iraniana de 1979. O movimento varreu a ditadura do xá Reza Pahlevi, marionete ocidental, e instalou uma república islâmica, chefiada pelo aiatolá Khomeini. Khomeini logo declarou que os americanos eram o “grande satã” do mundo.
O filme descreve o empenho de agentes da CIA para retirar americanos de Teerã no curso da Revolução Iraniana de 1979. O movimento varreu a ditadura do xá Reza Pahlevi, marionete ocidental, e instalou uma república islâmica, chefiada pelo aiatolá Khomeini. Khomeini logo declarou que os americanos eram o “grande satã” do mundo.
Os juros e o combate à pobreza
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| Portinari/Menino do tabuleiro, 1947 |
Um aspecto pouco ressaltado que os dados recentes sobre a acelerada queda nos números da miséria no Brasil revelam é o fato de que desde 2003 o combate à pobreza se tornou política de governo, deixando no pó da história os tempos quando prevalecia a ideia de que “na modernidade não há lugar para todos”. Frase que, segundo um informante qualificado próximo às autoridades da República nos tempos de Fernando Henrique Cardoso, era usada para justificar o empobrecimento do povo. Ela era, na verdade, a bandeira política de retrocesso que vigorou nos oito anos de governo tucano.
Mais um veto de Alckmin
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| http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/ |
Impressionante que, em menos de uma semana, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) tenha conseguido vetar dois projetos em áreas vitais para a população do Estado de São Paulo. Um na área de educação; outro, na de segurança pública. E bem agora, quando os índices de violência aumentam a olhos nus no Estado. É como se o estado nem estivesse em crise com a escalada de violência iniciada a 13 de junho pp e não contida até agora...
Balanços e as mamatas da mídia
Por Altamiro Borges
No último sábado, o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) defendeu
em seu blog o fim dos privilégios da mídia nativa. Indignado com uma reportagem
do Jornal Nacional sobre a crise na saúde no município de Campos,
administrado por sua esposa, ele partiu para o contra-ataque e propôs, entre
outras medidas, o fim da obrigatoriedade da publicação dos balanços das
empresas nos jornalões. Ele pretende apresentar um projeto de lei sobre o tema,
o que pode representar um duro golpe nos monopólios midiáticos.
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