domingo, 20 de março de 2011
Protestos no RJ assustaram Obama
Reproduzo artigo de Maurício Thuswohl, publicado na Rede Brasil Atual:
Programada para ser uma festa, a passagem de Barack Obama pelo Rio de Janeiro, antes mesmo de acontecer, já está marcada pelo enfrentamento entre as autoridades públicas e os setores da sociedade que manifestam posição política contrária à visita do presidente dos Estados Unidos.
Programada para ser uma festa, a passagem de Barack Obama pelo Rio de Janeiro, antes mesmo de acontecer, já está marcada pelo enfrentamento entre as autoridades públicas e os setores da sociedade que manifestam posição política contrária à visita do presidente dos Estados Unidos.
Pela libertação dos presos políticos do RJ
Reproduzo nota divulgada por parlamentares do Rio de Janeiro:
Nós, parlamentares e dirigentes políticos fluminenses, estamos empenhados na imediata libertação do(a)s cidadã(o)s - trabalhadores e estudantes - presos por estarem participando de manifestação democrática e pacífica, em 18/3, contra a política intervencionista dos governos dos EUA no mundo.
Nós, parlamentares e dirigentes políticos fluminenses, estamos empenhados na imediata libertação do(a)s cidadã(o)s - trabalhadores e estudantes - presos por estarem participando de manifestação democrática e pacífica, em 18/3, contra a política intervencionista dos governos dos EUA no mundo.
Brasil-EUA, muy amigos...
Reproduzo artigo de José Carlos Ruy, publicado no sítio Vermelho:
“Não está muito longe o dia em que o hemisfério será nosso em sua totalidade, como de direito já o é em virtude da superioridade da nossa raça”. Robert Taft, presidente dos EUA (1909-1913).
As relações entre o Brasil e os EUA começaram antes mesmo da Independência, e sempre foram marcadas pelo esforço norte-americano de impor seus interesses. Ao iniciar por Brasília seu giro sul-americano, o presidente Barack Obama se defronta com uma realidade marcada pela independência e autonomia da diplomacia brasileira
“Não está muito longe o dia em que o hemisfério será nosso em sua totalidade, como de direito já o é em virtude da superioridade da nossa raça”. Robert Taft, presidente dos EUA (1909-1913).
As relações entre o Brasil e os EUA começaram antes mesmo da Independência, e sempre foram marcadas pelo esforço norte-americano de impor seus interesses. Ao iniciar por Brasília seu giro sul-americano, o presidente Barack Obama se defronta com uma realidade marcada pela independência e autonomia da diplomacia brasileira
O império ataca: “Alvorada da Odisséia”
Reproduo artigo de Brad Knickerbocker, do CSMonitor, traduzido pelo Coletivo VilaVudu e publicado no sítio Outras Palavras:
O primeiro ataque da “Operação Alvorada da Odisséia” contou com 112 mísseis de cruzeiro Tomahawk, mar-terra, dirigidos aos principais centros de comunicação. É o primeiro passo para implantar uma zona aérea de exclusão.
Enquanto a situação na Líbia entra em escalada de guerra internacional, o governo Obama cuida, atentamente, de pintar o envolvimento dos EUA como “de apoio”, pondo no comando outros países. Mas no primeiro dia de mais um conflito multinacional, coube aos EUA o papel de fornecer todo o poder de fogo e o comando militar da “Operação Alvorada da Odisseia” [e o presidente Obama está fora de território dos EUA, em visita ao Brasil].
O primeiro ataque da “Operação Alvorada da Odisséia” contou com 112 mísseis de cruzeiro Tomahawk, mar-terra, dirigidos aos principais centros de comunicação. É o primeiro passo para implantar uma zona aérea de exclusão.
Enquanto a situação na Líbia entra em escalada de guerra internacional, o governo Obama cuida, atentamente, de pintar o envolvimento dos EUA como “de apoio”, pondo no comando outros países. Mas no primeiro dia de mais um conflito multinacional, coube aos EUA o papel de fornecer todo o poder de fogo e o comando militar da “Operação Alvorada da Odisseia” [e o presidente Obama está fora de território dos EUA, em visita ao Brasil].
Visita de Obama tem marca da guerra
Reproduzo artigo de Emir Sader, publicado no sítio Carta Maior:
O senador Suplicy me ligou dizendo que não estava de acordo com uma mensagem que publiquei no twitter convocadando os cariocas a um domingo de praia ao invés de ir ao comício que o Obama deveria fazer na Cinelândia. Ele dizia que o Obama era o continuador dos sonhos do Martin Luther King. E se, de repente, depois de conversar com a Dilma, ele anunciasse a fim do bloqueio a Cuba no comício?
O senador Suplicy me ligou dizendo que não estava de acordo com uma mensagem que publiquei no twitter convocadando os cariocas a um domingo de praia ao invés de ir ao comício que o Obama deveria fazer na Cinelândia. Ele dizia que o Obama era o continuador dos sonhos do Martin Luther King. E se, de repente, depois de conversar com a Dilma, ele anunciasse a fim do bloqueio a Cuba no comício?
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