terça-feira, 22 de março de 2011

O silêncio como forma de censura

Reproduzo artigo de Venício A. de Lima, publicado no Observatório da Imprensa:

Em debate recente cujo tema foi "Censura e liberdade de expressão: por uma outra mídia", promovido pela Secretaria de Audiovisual do Mininstério da Cultura e pelo programa de pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal Fluminense, realizado no Rio de Janeiro, tentei argumentar que, contrariamente ao "eixo discursivo" dominante na grande mídia, o Estado não é o único censor e, muitas vezes, nem sequer o mais importante. Existem várias formas de censura e, por óbvio, diferentes censores (ver, neste Observatório, "A privatização da censura").

segunda-feira, 21 de março de 2011

Blogueiros de SP marcam seu encontro


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Intervenção na Líbia: estranha pontaria?

Reproduzo artigo do cubano Iroel Sánchez, publicado no blog "La pupila insomne":

Surge uma suspeita em nossas mentes incrédulas ao ver as notícias que chegam da Líbia, relacionadas aos bombardeios da chamada “coalizão”.

Conhecendo a experiência dos que lançam bombas para evitar os chamados “danos colaterais” – fizeram história durante a campanha contra a desintegrada Iugoslávia, onde até a embaixada chinesa em Belgrado foi bombardeada, e continuaram exercitando no Afeganistão e no Iraque – alguns perguntam como conseguiram com os mesmos exércitos, com as mesmas armas, evitar que apareçam vítimas civis nas imagens dos fotógrafos e das câmeras que cobrem a “intervenção humanitária”? Sobretudo, quando há poucos dias, forças norte-americanas voltaram a massacrar, “por erros”, um grupo de crianças no Afeganistão.

Obama preferiu a revista Veja

Reproduzo artigo de Paulo Henrique Amorim, publicado no blog Conversa Afiada:

Por instrução do departamento de jornalismo da TV Record, este ansioso pediu uma entrevista com Obama.

Recorreu ao serviço de imprensa da embaixada, em Brasília.

Na antevéspera da chegada de Obama, recebeu a informação de que não haveria entrevista exclusiva nem coletiva.

EUA querem invadir as redes sociais

Reproduzo artigo de Cauê Seigne Ameni, publicado no sítio Outras Palavras:

A história poderia ter brotado de uma ficção sobre guerras cibernéticas, mas está a ponto de se tornar real. O Comando Central do Exército dos Estados Unidos (CentCom) prepara uma grande operação para manipular as redes sociais. Centenas de militares poderão ser mobilizados para intervir em ambientes como o Twitter e o Facebook, sempre que houver críticas ao papel de Washington no mundo.

Israel espiona grupos de esquerda no mundo

Reproduzo matéria da agência Efe, publicada no sítio Opera Mundi:

O exército israelense, por meio de seu corpo de Inteligência Militar, espiona grupos e organizações internacionais de esquerda cujas atividades, considera Israel, deslegitimam sua existência como Estado, disseram fontes do governo e do exército ao jornal Haaretz.