segunda-feira, 2 de julho de 2012

Hipótese sobre a estratégia dos EUA

Por Flavio Lyra, no sítio Outras Palavras:

Só ingênuos podem admitir que o golpe parlamentar que destituiu o presidente Lugo do Paraguai, no dia de ontem, não tem o dedo do Pentágono. Essa nova modalidade de golpe, inaugurada em Honduras em 2009, que destituiu o presidente Zelaya, articulada na base aérea que os Estados Unidos mantém naquele país centro-americano, teria sido mais uma vez aplicada com sucesso, ao menos, por enquanto.

As tendências profissionais no jornalismo

México, outra eleição incerta

Editorial do jornal mexicano La Jornada, no sítio Opera Mundi:

O processo eleitoral programado para ser concluído na noite de ontem (01/07), com resultados confiáveis e um vencedor indiscutível sendo proclamado como novo presidente por todos os setores da sociedade, longe disso, se encontra em cheque devido às possíveis contaminações por condutas institucionais indevidas da mídia e de agentes dos partidos.

Golpes e a pedagogia do Mercosul

Por Gilson Caroni Filho, no sítio Carta Maior:

Ao decidir suspender o Paraguai e incorporar a Venezuela como membro pleno do Mercosul, Brasil e Argentina sinalizaram para o aprofundamento do conceito de democracia na América Latina. Uma decisão que nos compromete no fluxo da vida, pela responsabilidade que criamos em relação a novas possibilidades de presente e futuro.

GM prepara demissão em massa

Do sítio do jornal Brasil de Fato:

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP) denuncia a intenção da montadora General Motors em realizar demissão em massa na fábrica que funciona no município. De acordo com o sindicato, em reunião na última sexta-feira (29), a montadora anunciou a redução da produção, que resultará em medidas drásticas em relação à mão de obra excedente.

México, Paraguai e a onda direitista

Por Altamiro Borges

As forças políticas aliadas aos EUA e adeptas do neoliberalismo obtiveram duas expressivas vitórias na América Latina nos últimos dias. No Paraguai, elas patrocinaram um golpe “parlamentar”, abortando o frágil ciclo de mudanças iniciado pelo ex-bispo dos pobres Fernando Lugo. No México, elas garantiram o retorno do PRI ao poder, com a vitória folgada do empresário Peña Nieto. Com estes dois resultados, as forças direitistas do continente sentem-se mais fortalecidas, animadas para as próximas batalhas.