sábado, 12 de fevereiro de 2011
Tariq Ali e a festa no Egito
Reproduzo artigo do intelectual Tariq Ali, publicado no sítio Resistir:
Uma noite alegre no Cairo. Que felicidade estar vivo, ser egípcio e árabe. Na Praça Tahrir estão a cantar: "O Egipto está livre" e "Vencemos!"
A remoção de Mubarak por si só (e levando o grosso dos seus US$ 40 mil milhões saqueados do tesouro nacional), sem quaisquer outras reformas, seria considerada na região e no Egipto como um enorme triunfo político. Isto colocará novas forças em movimento. Uma nação que testemunhou milagres de mobilizações de massa e uma enorme ascensão na consciência política popular não será fácil de esmagar, como o demonstra a Tunísia.
Uma noite alegre no Cairo. Que felicidade estar vivo, ser egípcio e árabe. Na Praça Tahrir estão a cantar: "O Egipto está livre" e "Vencemos!"
A remoção de Mubarak por si só (e levando o grosso dos seus US$ 40 mil milhões saqueados do tesouro nacional), sem quaisquer outras reformas, seria considerada na região e no Egipto como um enorme triunfo político. Isto colocará novas forças em movimento. Uma nação que testemunhou milagres de mobilizações de massa e uma enorme ascensão na consciência política popular não será fácil de esmagar, como o demonstra a Tunísia.
Egito: O fracasso do Leopardo
Reproduzo artigo de Antonio Luiz M. C. Costa, publicado na revista CartaCapital:
O plano A, repressão policial e militar pura e simples, não funcionou. O povo não se intimidou com jatos d’água, cassetetes, balas de borracha e gás lacrimogêneo. Segundo jornalistas do Wall Street Journal, Hosni Mubarak ordenou ao ministro do Interior, general Habib al-Adly, atirar nos manifestantes para matar, mas o assistente militar deste, o general Ahmed Ramzy, recusou a ordem.
O plano A, repressão policial e militar pura e simples, não funcionou. O povo não se intimidou com jatos d’água, cassetetes, balas de borracha e gás lacrimogêneo. Segundo jornalistas do Wall Street Journal, Hosni Mubarak ordenou ao ministro do Interior, general Habib al-Adly, atirar nos manifestantes para matar, mas o assistente militar deste, o general Ahmed Ramzy, recusou a ordem.
Al Jazeera acusa revista Veja de mentirosa
Reproduzo artigo de Luiz Gustavo Pacete, publicado no Portal Imprensa:
O correspondente da TV Al Jazeera no Brasil, Gabriel Elizondo, disse ao Portal Imprensa que o artigo anônimo publicado na edição do dia 9 de fevereiro da revista Veja contém erros factuais e mal-entendidos sobre a emissora do Catar. "Vários pontos desse artigo não são verdadeiros. Os fatos não estão corretos. Lamento que uma revista tão importante no Brasil faça isso. Mandei inclusive uma carta ao Itamaraty esclarecendo os equívocos da matéria", diz ele.
O correspondente da TV Al Jazeera no Brasil, Gabriel Elizondo, disse ao Portal Imprensa que o artigo anônimo publicado na edição do dia 9 de fevereiro da revista Veja contém erros factuais e mal-entendidos sobre a emissora do Catar. "Vários pontos desse artigo não são verdadeiros. Os fatos não estão corretos. Lamento que uma revista tão importante no Brasil faça isso. Mandei inclusive uma carta ao Itamaraty esclarecendo os equívocos da matéria", diz ele.
Bush é procurado por acusação de tortura
Reproduzo artigo de Kanya D’Almeida, publicado no jornal Brasil de Fato:
O ex-presidente norte-americano George W. Bush pode ter desaparecido das manchetes dos jornais desde que deixou o cargo, em janeiro de 2009, mas os crimes atribuídos ao seu governo não são esquecidos.
O Centro de Direitos Constitucionais (CCR) divulgou no dia 7 a “acusação preliminar por torturas contra Bush”, um documento que descreve os aspectos centrais do caso contra o ex-presidente e a forma como violou a Convenção Contra a Tortura, assinada pelos Estados Unidos.
O ex-presidente norte-americano George W. Bush pode ter desaparecido das manchetes dos jornais desde que deixou o cargo, em janeiro de 2009, mas os crimes atribuídos ao seu governo não são esquecidos.
O Centro de Direitos Constitucionais (CCR) divulgou no dia 7 a “acusação preliminar por torturas contra Bush”, um documento que descreve os aspectos centrais do caso contra o ex-presidente e a forma como violou a Convenção Contra a Tortura, assinada pelos Estados Unidos.
Efeitos da queda do ditador do Egito
Reproduzo artigo de Luiz Carlos Azenha, publicado no blog Viomundo:
Estou em Caracas, na Venezuela, mas acompanho pela Telesur, ao vivo, a festa pela renúncia de Hosni Mubarak (a emissora reproduz a imagem da Al Jazeera e tem correspondentes no Cairo e em Damasco).
Estou em Caracas, na Venezuela, mas acompanho pela Telesur, ao vivo, a festa pela renúncia de Hosni Mubarak (a emissora reproduz a imagem da Al Jazeera e tem correspondentes no Cairo e em Damasco).
Nada será como antes no Oriente Médio
Reproduzo artigo de sociólogo Emir Sader, publicado no sítio Carta Maior:
Por duas fortes razões o Oriente Médio tornou-se um pilar da politica externa do império norteamericano: a necessidade estratégica do abastecimento de petróleo seguro e barato para os EUA, a Europa e o Japão, e a proteção a Israel – aliado fundamental dos EUA na região, cercado por países árabes.
Por duas fortes razões o Oriente Médio tornou-se um pilar da politica externa do império norteamericano: a necessidade estratégica do abastecimento de petróleo seguro e barato para os EUA, a Europa e o Japão, e a proteção a Israel – aliado fundamental dos EUA na região, cercado por países árabes.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Cursos para ciber-soldados… em Havana
Reproduzo artigo do blogueiro cubano Iroel Sánchez, publicado no blog La Pupila Insomne:
“Grave, junto à porta do diplomata ianque, um soldado vela o sonho de quem em meu sonho se afoga”. Os versos pertencem ao poema “Ianque com soldado” e foi publicado em 1937 por Nicolás Guillén, em seu livro “Canções para soldados e sons para turistas”.
“Grave, junto à porta do diplomata ianque, um soldado vela o sonho de quem em meu sonho se afoga”. Os versos pertencem ao poema “Ianque com soldado” e foi publicado em 1937 por Nicolás Guillén, em seu livro “Canções para soldados e sons para turistas”.
Egípcios rejeitam permanência de Mubarak
Reproduzo reportagem de Tom Perry, da Reuters, publicada no blog Viomundo:
A alegria se transformou em desespero e raiva na praça Tahrir, no centro do Cairo, quando o presidente do país, Hosni Mubarak, acabou na quinta-feira com a esperança de centenas de milhares de manifestantes que exigem sua renúncia após 30 anos no poder.
A alegria se transformou em desespero e raiva na praça Tahrir, no centro do Cairo, quando o presidente do país, Hosni Mubarak, acabou na quinta-feira com a esperança de centenas de milhares de manifestantes que exigem sua renúncia após 30 anos no poder.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Band censura a deputada Luiza Erundina
Reproduzo mensagem enviada pela assessoria da deputada federal Luiza Erundina. A denúncia é grave e merece ampla repercussão:
Veto ao interesse público e ao direito à informação
A produção do programa Manhã Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes de São Paulo, agendou uma entrevista por telefone com a deputada Luiza Erundina para esta quarta-feira, 9 de fevereiro, às 10h30. A pauta seria o Projeto de Lei n° 55/2011, apresentado pela deputada Erundina na Câmara, que institui referendo popular obrigatório para a fixação dos vencimentos do Presidente da República e dos parlamentares.
Veto ao interesse público e ao direito à informação
A produção do programa Manhã Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes de São Paulo, agendou uma entrevista por telefone com a deputada Luiza Erundina para esta quarta-feira, 9 de fevereiro, às 10h30. A pauta seria o Projeto de Lei n° 55/2011, apresentado pela deputada Erundina na Câmara, que institui referendo popular obrigatório para a fixação dos vencimentos do Presidente da República e dos parlamentares.
Manobras de Kassab e inferno dos demos
Por Altamiro Borges
Em sua coluna na Folha desta segunda-feira (7), Mônica Bergamo noticiou uma ousada manobra do prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab. O demo, que está de malas prontas para abandonar o seu decrépito partido, teria procurado interlocutores do PT com um plano para “varrer” os tucanos do Estado. O seu objetivo maior seria disputar o governo paulista em 2014.
Em sua coluna na Folha desta segunda-feira (7), Mônica Bergamo noticiou uma ousada manobra do prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab. O demo, que está de malas prontas para abandonar o seu decrépito partido, teria procurado interlocutores do PT com um plano para “varrer” os tucanos do Estado. O seu objetivo maior seria disputar o governo paulista em 2014.
EUA podem derrubar a internet?
Por Altamiro Borges
Na convulsão popular que contagia o Egito, um fato chamou a atenção. O ditador Hosny Mubarak, apavorado com a alardeada capacidade de mobilização das redes sociais, conseguiu tirar do ar a internet por longas horas. O golpe contra a liberdade de expressão não surtiu os efeitos desejados, mas levantou suspeita sobre a real liberdade na rede.
Na convulsão popular que contagia o Egito, um fato chamou a atenção. O ditador Hosny Mubarak, apavorado com a alardeada capacidade de mobilização das redes sociais, conseguiu tirar do ar a internet por longas horas. O golpe contra a liberdade de expressão não surtiu os efeitos desejados, mas levantou suspeita sobre a real liberdade na rede.
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