terça-feira, 30 de agosto de 2011

"O que a Veja fez é bandalheira"

Por Conceição Lemes, no blog Viomundo:

A “denúncia” da Veja desse final de semana continua dando o que falar.

Entre os vários personagens citados estão Walter Pinheiro, Delcídio Amaral e Lindbergh Farias, senadores do PT, respectivamente, por Bahia, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.

Murdoch vetado nas escolas. E no Brasil?

Do sítio Carta Maior:

O método de jornalismo praticado por Rupert Murdoch, ancorado em escutas ilegais e espionagem criminosa, começa a ser punido nos EUA. Thomas DiNapoli, auditor da contabilidade pública do Estado de Nova York, recusou-se a autorizar um contrato de US$ 27 milhões que o Estado tinha planejado com o braço educacional de Murdoch , a Wireless Generation.

Caso Veja: repórter não é polícia

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho;

Ao voltar de Barretos (ver post anterior), o meu correio eletrônico já estava entupido de mensagens de amigos e leitores comentando e me pedindo para comentar a reportagem da revista "Veja" sobre as "atividades clandestinas" do ex-ministro José Dirceu, um dos denunciados no processo do "mensalão", que tramita no Supremo Tribunal Federal e ainda não tem data para ser julgado.

Líbia pós-Gaddafi: “colônia disfarçada”

Por Juliana Sada, no blog Escrevinhador:

Com o fim do regime de Gaddafi e às vésperas de uma reunião de líderes mundiais para debater a reconstrução da Líbia, o futuro do país começa a se desenhar. Apesar das dificuldades em desenhar o que virá, o cientista político e diretor do Instituto de Cultura Árabe, José Farhat, aponta algumas certezas: “a tal ‘democracia’ e o ‘futuro’ estão sendo desenhados lá fora e impostos ao povo líbio”.

Veja, Marilena Chaui e crime organizado

Por Renato Rovai, em seu blog:

A Fórum que fechamos na noite de ontem por ser comemorativa dos 10 anos da publicação vai trazer as 10 entrevistas mais importantes da história da revista. Entre elas, uma da filósofa Marilena Chaui concedida em 2006, pouco antes da reeleição do presidente Lula.

60 mil desaparecidos na Colômbia

Do sítio Opera Mundi:

A Comissão de Busca de Pessoas Desaparecidas da Colômbia afirmou nesta segunda-feira (29/08), véspera da celebração do Dia Internacional do Desaparecido, em 61.604 o número de vítimas do conflito no país sul-americano.

A comissão, vinculada à Defensoria Pública, disse também que o número corresponde ao dia 26 de agosto de 2011 e que das 61.604 vítimas, 14.427 são mulheres e 47.177 homens. A instituição tinha registrado 47.757 casos de desaparecimento forçado até junho de 2010, mas seus trabalhos no último ano aproximaram o número até quase 62 mil.

Mídia sofre derrotas... na Argentina

Por Altamiro Borges

A Folha está preocupada com os avanços do debate sobre regulação da mídia, mas na Argentina. Na edição de domingo (28), o jornal publicou longa reportagem, num tom meio apocalíptico, para alertar sobre os riscos de retrocesso na tal “liberdade de expressão” no país vizinho. “Vingada, Cristina acirra atrito com a imprensa argentina” – esbravejou o editor no título da matéria.

Boris Casoy advoga para a Veja

Por Altamiro Borges

Boris Casoy, âncora do “Jornal da Noite” da TV Bandeirantes, virou advogado de defesa da Veja. Na madrugada desta terça-feira (30), ele repercutiu as denúncias da publicação contra o ex-ministro José Dirceu. Ele destacou a “reporcagem” da revista contra o “poderoso chefão” e as acusações levianas de que o dirigente do PT conspira contra a presidenta Dilma.

Caso Veja/Dirceu e regulação da mídia

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Estou em Curitiba a trabalho, envolto em reuniões durante o dia e em intermináveis jantares de negócios à noite, de maneira que serei curto e grosso ao dizer um fato que peço que anote em sua agenda mental, leitor, caso queira saber em que país tem vivido.

PT repudia jornalismo marrom de Veja

Nota da Liderança do PT na Câmara dos Deputados:

Na semana passada, a revista Veja sofreu uma condenação judicial. Acionada pelo deputado Vicentinho (PT-SP), a 13ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou a publicação, em processo de injúria, calúnia e difamação, a conceder-lhe direito de resposta.

Superávit e submissão ao mercado

Por Gabriel Bonis, no sítio da CartaCapital:

O ministro da Fazenda Guido Mantega anunciou nesta segunda-feira 29 a elevação da meta do superávit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central). O valor das economias brasileiras para pagar as dívidas subiu de 81,8 bilhões de reais para cerca de 91 bilhões de reais em 2011. Uma medida que, para o ex-secretário municipal de Finanças de São Paulo, Amir Khair (1989-1993), significa a “submissão total do governo ao mercado financeiro”.

Brasil, China e turbulências mundiais

Por Wladimir Pomar, no sítio Correio da Cidadania:

Parece haver certo consenso de que o mundo está entrando numa era de turbulências agudas em todos os terrenos. Isto é, na volatilidade das finanças, nas taxas de câmbio e de juros, nos índices de emprego e de padrão de vida, nas insatisfações sociais e nacionais, nas tendências e nas alianças políticas e nas apreciações ideológicas sobre esse conjunto de situações e sobre cada uma delas.