segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Brasil e a arma hipersônica dos EUA

Por Mauro Santayana, em seu blog:

O fato de os Estados Unidos, mesmo em crise econômica e política - com milhares de pessoas ocupando as ruas para protestar contra o sistema - terem anunciado o sucesso, há três dias, do vôo de teste, entre o Havaí e as Ilhas Marshall, de uma nova bomba voadora, de velocidade supersônica, capaz de atingir qualquer ponto do globo em menos de uma hora, tem que servir de alerta para o Brasil e para os BRICS.

Papel do jornalista na era da internet

Por Carlos Norberto de Carvalho Lisboa Souza, no Observatório da Imprensa:

Quando todos se tornam potenciais produtores de informação, a Web 2.0 traz em si grande possibilidade de questionamentos à grande mídia. Isso porque surgem ferramentas na internet que possibilitam a qualquer pessoa produzir suas próprias notícias. “Os veículos eram aquele emissor de informação acima de qualquer suspeita e, hoje, você dá oportunidade de qualquer um checar por outros meios. Ela é muito importante porque deixa mais transparente esse conteúdo”, afirma a professora de Jornalismo Online Daniella Aragão. Ela leciona na Universidade Santa Cecília (Unisanta) em Santos, São Paulo.

Malufinho e a repressão na USP

Por Antônio David, no blog Viomundo:

Não é de hoje que a turma da direita procura desesperadamente os holofotes e microfones da imprensa para se autoproclamar os representantes da “maioria”, os que vieram para salvar os estudantes contra a “esquerda radical” que, segundo eles, toma conta do movimento estudantil da USP.

Luciano Huck e o “peixe urbano”

Por Altamiro Borges

Na sua versão online, a Agência Estado deu hoje uma pequena notinha:

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Procon-SP autua três sites de compra coletiva por irregularidades

21 de novembro de 2011 - 13h 43

Hegemonia: do jornal à internet

Por Sheila Jacob, no sítio do NPC:

“Precisamos nos sensibilizar para o papel fundamental de um jornal impresso público, de massas, complementar às novas tecnologias”. Assim o jornalista Beto Almeida deu início à primeira mesa de sexta-feira do 17º Curso Anual do NPC, intitulada Do jornal à internet: hegemonia e luta de classes.

Como lembrou o palestrante, essa iniciativa já existiu no Brasil: durante o governo de Getúlio Vargas foi criado o Última Hora, jornal que, segundo o jornalista, cumpriu o papel de ser um veículo de massas que refletia a agenda da classe sindical e trabalhadora, em oposição à mídia hegemônica de criminalização das lutas sociais. “Esse jornal fazia uma verdadeira disputa ética e estética frente à grande mídia, entrando com força na ’batalha de idéias’, como diria Che Guevara. A publicação foi um contraponto fundamental naquele momento, o que é urgente nos dias de hoje”, ressaltou, lembrando os principais argumentos levantados por quem é contrário a essa ideia.

Chevron pode ser proibida no Brasil

Do sítio Vermelho:

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, fez nesta segunda-feira (21) uma análise do desastre ocasionado pela empresa estadunidense Chevron, responsável pelo vazamento de óleo que atinge o Campo de Frade, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. Haroldo disse que a Chevron pode até ser proibida de operar no país, a depender das investigações que estão sendo feitas pela própria agência.

Livro desvenda os crimes da imprensa

Release da Plena Editorial:

Crime de Imprensa é o primeiro livro a mostrar, na história das eleições, como se comporta a mídia corporativa antipopular e atrelada a interesses que não coincidem com a vontade do nosso povo. Uma mídia que não hesita em usar os mesmos métodos do inescrupuloso magnata das comunicações Rudolph Murdoch. Em tom de sátira, os autores transmitem a perplexidade das pessoas lúcidas deste País não só com a cobertura jornalística falsamente “isenta” das campanhas eleitorais, mas também com a posição dos grandes veículos de comunicação diante de outros episódios da vida brasileira.

Os movimentos sociais e a comunicação

Enviado por Igor Felippe:

Se existe um ponto em que a mídia comercial se revela especialmente parcial e tendenciosa é a cobertura dos movimentos sociais e das lutas dos trabalhadores. Toda vez que ocorre uma greve ou uma passeata, os jornais e revistas da chamada grande mídia, assim como as emissoras de rádio e televisão, destacam o impacto que o protesto provoca na produção ou na rotina da população, não dando destaque para as reivindicações que levaram os trabalhadores a se mobilizar.

Chevron tentou roubar o pré-sal?

Por Altamiro Borges

O grave vazamento de petróleo na Bacia de Campos gera inúmeras interrogações. Como a multinacional estadunidense conseguiu ocultar por tantos dias o acidente? Por que a mídia corporativa, que vive das tragédias para aumentar a sua audiência, evitou dar destaque ao assunto? O governo federal, diante da gravidade do vazamento, adotou as medidas cabíveis contra a poderosa Chevron?

domingo, 20 de novembro de 2011

Mídia: Falta ousadia ao governo Dilma

Por Najla Passos, no sítio Carta Maior:

Depois de Franklin Martins, mais um ministro do ex-presidente Lula cobra publicamente do governo Dilma Rousseff que avance no debate e na confecção de uma proposta de novo marco regulatório para as comunicações. Agora é Paulo Vannuchi, que comandou os Direitos Humanos e acredita ser “urgente” atualizar a legislação que rege emissoras de rádio e TV.

Quando isenção é tomar partido

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Se jornalistas insultarem e caluniarem políticos sem prova alguma for sinônimo de liberdade de imprensa, o Brasil deve ser a pátria do jornalismo livre. Isso porque na imprensa brasileira o que mais se vê são colunistas furiosos com políticos acusados de corrupção aos quais chegam a tratar como condenados em última instância.

Direita conquista maioria na Espanha

Do sítio Opera Mundi:

Dados oficiais divulgados no início da noite deste domingo (20/11) apontaram a vitória do conservador PP (Partido Popular) com maioria absoluta nas eleições da Espanha.

Após a apuração dos votos, o PP ficou com 44,5% dos votos, enquanto o PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol) teve 28,6%. Após a confirmação da vitória conservadora, o líder do partido Mariano Rajoy afirmou que a Espanha deixará de "ser um problema para voltar a ser parte da solução".