sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Os bastidores da troca no “JN”

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

A Globo confirma a saída de Fátima Bernardes do “JN”. No lugar dela deve entrar Patrícia Poeta – atual apresentadora do “Fantástico”.

Fiz hoje pela manhã – no twitter e no facebook – algumas observações sobre a troca; observações que agora procurarei consolidar nesse post. Vejo que há leitores absolutamente céticos: “ah, essa troca não quer dizer nada”. Até um colunista de TV do UOL, aparentemente mal infomado, disse o mesmo. Discordo.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dotar de sentido os meios alternativos

Por Raúl Garcés, no blog La Pupila Insomne:

Hace poco más de una década Noam Chomsky, en uno de sus textos, resumió la democracia liberal en pocas palabras: ” debates triviales sobre asuntos secundarios a cargo de partidos que fundamentalmente persiguen las mismas políticas favorables al capital, pese a las diferencias formales y las polémicas electorales. La democracia es permisible mientras el control del capital quede excluido de las deliberaciones populares y de los cambios, es decir, mientras no sea una democracia”.

Seminário em Cuba debate novas mídias

Por Altamiro Borges

Com cerca de 100 participantes de 12 países, realizou-se no Palácio das Convenções, em Havana (Cuba), nos dias 29 de 30 de novembro, o seminário “Os meios alternativos e as redes sociais: novos cenários da comunicação política no âmbito digital”. O evento cumpriu seu principal objetivo, o da troca de experiências, e indicou novos passos para reforçar a “guerrilha informativa”.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Cuba debate papel das redes sociais

Por Iroel Sánchez, no blog La Pupila Insomne:

O Palácio de Convenções de Havana será o anfitrião, nos dias 29 e 30 de novembro, do seminário internacional sobre “Os meios alternativos e as redes sociais, novos cenários da comunicação política na era digital”.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Bahia elege Conselho de Comunicação

Por Eliane Costa, no sítio Vermelho:

O governo da Bahia deu, nesta sexta-feira (25/11), mais um importante passo em direção à garantia do direito à comunicação da população, ao realizar a eleição dos representantes da sociedade civil para o Conselho Estadual de Comunicação Social, o primeiro no Brasil. Foram eleitas 20 entidades, sendo 10 do segmento empresarial e 10 do movimento social, que tomarão posse no dia 12 de dezembro, juntamente com os sete indicados pelo governo do Estado.

Os donos da mídia e o falso fantasma

Por Rui Falcão, no sítio do Centro de Estudos Barão de Itararé:

A firme defesa que o Partido dos Trabalhadores faz da necessidade da criação de um novo marco regulatório para a mídia criou um paradoxo: acusa-se de tentar cercear a liberdade de imprensa quem, através dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, não teve um único gesto ou iniciativa para inibir a mais ampla liberdade de opinião e expressão de todos os meios de comunicação, repelindo sempre a censura.

Programa policial viola direito humano

Por Iara Moura, no Observatório do Direito à Comunicação:

A chamada entre um comercial e outro é contundente: “três bandidos armados, entre eles um pivete com um 38, mataram um policial rodoviário que ia ser pai dentro de poucos dias”. Quando o programa começa, o apresentador grita e gesticula inconformado: “o que fazer com esses bandidos? Hotel e três refeições por dia? Porque no nosso país (indignado) pena de morte pra bandido não pode. Pois então, porque não tirar a visão de quem pratica crimes hediondos? Não precisa prender, é só cegar. Duvido que ele mate mais alguém”.

Regulação da mídia: volta ao passado

Por Venício Lima, no sítio Carta Maior:

O ministro Paulo Bernardo, em audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTC&I) da Câmara dos Deputados, realizada no dia 6 de março de 2011, afirmou que o projeto para um marco regulatório das comunicações "se centrará em modernizar a legislação defasada e regulamentar os artigos da Constituição que tratam da comunicação".

Um mundo hipócrita e perigoso

Por Wladimir Pomar, no sítio Correio da Cidadania:

A situação mundial está se tornando cada vez mais hipócrita e perigosa. Os Estados Unidos, por exemplo, utilizam seu poder de emissão monetária para desvalorizar artificialmente sua moeda e dar maior competitividade aos produtos de suas indústrias. Ao mesmo tempo, sem pudor algum, exigem que a China e outros países valorizem suas moedas em relação ao dólar, insinuando a possibilidade de guerras comerciais e outros tipos de retaliação.

Os moradores de rua em Londres

guardian.co.uk
Por Cris Rodrigues, no blog Somos andando:

Faz quatro meses e nove dias que eu estou em Londres. Pouco tempo, muito tempo? Depende. Tempo suficiente para perceber algumas mudanças significativas na vida da cidade. Fico com uma delas, a principal, na minha opinião. Nessas quase 18 semanas, cresceu a olhos vistos a população de moradores de rua da capital inglesa. Quando me dei conta da mudança, alguns dias atrás, fiquei na dúvida se se tratava de uma constatação de verdade ou se eu simplesmente não tinha reparado antes na quantidade de gente pedindo esmola e se encolhendo embaixo de cobertores mal ajambrados para tentar espantar o frio, que agora começa a chegar.

O Irã e a terceira guerra mundial

Por Mauro Santayana, em seu blog:

O jornalista e escritor britânico Douglas Reed, que morreu em 1976, pode ter sido um dos homens mais alucinados do século 20, como dizem seus biógrafos. Combatente na Primeira Guerra Mundial, quando ficou gravemente ferido no rosto, ele se fez jornalista e correspondente do Times de Londres em vários paises da Europa. Em seus despachos de Berlim, se destacou como corajoso e violento anti-nazista. Foi o primeiro não comunista a denunciar a farsa do incêndio do Reichstag, acusando pessoalmente Hitler de ter sido o responsável pelo ato de provocação.

Fina Estampa e classificação indicativa

Por Renata Mielli, no blog Janela sobre a Palavra:

As telenovelas são uma mania nacional. Gênero audiovisual que tem seguidores em todas as camadas sociais e em todas as gerações. E não só no Brasil. Nossas telenovelas se transformaram num dos principais produtos culturais de exportação brasileira, sendo transmitidas e retransmitidas em vários países de todo o mundo. A tal ponto, que quando um brasileiro é identificado em outro país, é muito comum que seja alvejado de perguntas sobre a novela da vez.