Editorial do sítio Vermelho:
A declaração da secretaria de Estado dos EUA, Hillary Clinton, de que “o Brasil é uma voz muito importante para tentar resolver a crise" na Síria, na quarta-feira (24) a jornalistas em Nova York, depois de uma reunião com o chanceler brasileiro Antonio Patriota, foi quase um pedido para a diplomacia ajudar a deslindar a sangrenta crise provocada naquele país depois das ações armadas de “rebeldes” apoiados precisamente pelo governo dos EUA. E um claro desmentido da torcida negativa que, na mídia conservadora brasileira, tem tentado desqualificar qualquer tentativa brasileira de apoiar, pelo mundo, os esforços pela paz.
A declaração da secretaria de Estado dos EUA, Hillary Clinton, de que “o Brasil é uma voz muito importante para tentar resolver a crise" na Síria, na quarta-feira (24) a jornalistas em Nova York, depois de uma reunião com o chanceler brasileiro Antonio Patriota, foi quase um pedido para a diplomacia ajudar a deslindar a sangrenta crise provocada naquele país depois das ações armadas de “rebeldes” apoiados precisamente pelo governo dos EUA. E um claro desmentido da torcida negativa que, na mídia conservadora brasileira, tem tentado desqualificar qualquer tentativa brasileira de apoiar, pelo mundo, os esforços pela paz.
















