Por Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada:
domingo, 7 de dezembro de 2014
O fantasma da censura e os zumbis
Por Renata Mielli, no blog Janela sobre a palavra:
Ressuscitar fantasmas e transformá-los em zumbis a atazanar a vida das pessoas é um recurso bastante utilizado em Holywood e tem sido muito adotado, também, pelos donos dos meios de comunicação privados no Brasil e em outros países. Neste caso, o fantasma da censura é evocado para criar pânico na sociedade e colocar todos contra qualquer proposta de regulação dos meios de comunicação.
Ressuscitar fantasmas e transformá-los em zumbis a atazanar a vida das pessoas é um recurso bastante utilizado em Holywood e tem sido muito adotado, também, pelos donos dos meios de comunicação privados no Brasil e em outros países. Neste caso, o fantasma da censura é evocado para criar pânico na sociedade e colocar todos contra qualquer proposta de regulação dos meios de comunicação.
Ódio de classe não admite conciliação
Por Mino Carta, na revista CartaCapital:
Depois de debater com André Lara Resende e Paulo Guedes, em São Paulo, na semana passada, Thomas Piketty confessou a CartaCapital: “Não sabia que teria de me encontrar com homens de negócios”. De fato, os organizadores da singular tertúlia atiraram Piketty a uma cilada, não fosse ele capaz de impagável ironia voltairiana.
Liberdade de expressão e democracia
O país que se orgulha de estar entre as dez maiores economias do mundo, é uma das raras democracias em que os meios de comunicação agem sem limites, atuando apenas segundo os interesses de quem os controla. As vozes dissonantes ainda são sufocadas. Dessa forma, a democracia deixa de funcionar plenamente por não contar com um de seus principais instrumentos: a ampla circulação de ideias. Para enfrentar o problema é necessária uma regulação da mídia, capaz de ampliar o número de pessoas que têm o privilégio de falar com a sociedade.
Vida bandida: Aécio dá o cano em Lobão
Da revista Fórum:
O cantor Lobão saiu “de luto” da manifestação realizada no último sábado (6) contra a presidenta Dilma Rousseff (PT), em São Paulo. Se antes do ato, ele se mostrava animado – chegou a postar em seu perfil no Twitter a mensagem “HOJE O CHÃO DA PÁTRIA IRÁ TREMER!!!”–, ao fim, demonstrou frustração. O tweet que encerrou sua participação no protesto dizia: “Gente, infelizmente tive mas uma vez que sair da passeata por todos os motivos que expus ontem. Estou de luto”. Duas possíveis razões: a presença de manifestantes pró-intervenção militar e a ausência de Aécio Neves.
O cantor Lobão saiu “de luto” da manifestação realizada no último sábado (6) contra a presidenta Dilma Rousseff (PT), em São Paulo. Se antes do ato, ele se mostrava animado – chegou a postar em seu perfil no Twitter a mensagem “HOJE O CHÃO DA PÁTRIA IRÁ TREMER!!!”–, ao fim, demonstrou frustração. O tweet que encerrou sua participação no protesto dizia: “Gente, infelizmente tive mas uma vez que sair da passeata por todos os motivos que expus ontem. Estou de luto”. Duas possíveis razões: a presença de manifestantes pró-intervenção militar e a ausência de Aécio Neves.
Jornalismo bandido quer PT fora da lei
Por Breno Altman, em seu blog:
O sonho de consumo da cloaca vai além do impedimento de Dilma Rousseff. Não é à toa que o mais recente artigo do autor, publicado na Folha de S.Paulo dessa sexta-feira, ergue a bandeira da cassação do PT.
Mensagem de paz e cooperação da Unasul
Editorial do site Vermelho:
Reveste-se de enorme significado não só para a América do Sul, mas também para a vida política internacional a Cúpula de chefes de Estado da Unasul (União das Nações do Sul), realizada na Metade do Mundo, no Equador, na última sexta-feira (5).
Seu valor está muito além do simbolismo contido na inauguração de um arrojado edifício de linhas futuristas na latitude zero, que marca geograficamente o centro do planeta, “onde os povos ancestrais adoravam o deus Sol e festejavam suas colheitas” - como assinalou o presidente Rafael Correa, anfitrião do encontro -, e da justa homenagem a Nestor Kirchner, que dá nome ao edifício. O ex-presidente argentino, falecido em 2010, foi o primeiro secretário geral do organismo e um convicto lutador pela causa da integração das nações sul-americanas.
Reveste-se de enorme significado não só para a América do Sul, mas também para a vida política internacional a Cúpula de chefes de Estado da Unasul (União das Nações do Sul), realizada na Metade do Mundo, no Equador, na última sexta-feira (5).
Seu valor está muito além do simbolismo contido na inauguração de um arrojado edifício de linhas futuristas na latitude zero, que marca geograficamente o centro do planeta, “onde os povos ancestrais adoravam o deus Sol e festejavam suas colheitas” - como assinalou o presidente Rafael Correa, anfitrião do encontro -, e da justa homenagem a Nestor Kirchner, que dá nome ao edifício. O ex-presidente argentino, falecido em 2010, foi o primeiro secretário geral do organismo e um convicto lutador pela causa da integração das nações sul-americanas.
A integração regional não é notícia
Por Vanessa Martina Silva, no blog Diferente, pero no mucho:
Enquanto a TeleSUR transmitia ininterruptamente as falas e o ato cultural que marcou a inauguração da sede da Unasul na tarde desta sexta-feira (05/12), a GloboNews transmitia entrevista com a ex-candidata à presidência pelo Psol Luciana Genro e o principal telejornal do país, o Nacional, da mesma Rede Globo, ignorou solenemente a reunião realizada no Equador e que reuniu mandatário e representantes dos 12 países sul-americanos.
Enquanto a TeleSUR transmitia ininterruptamente as falas e o ato cultural que marcou a inauguração da sede da Unasul na tarde desta sexta-feira (05/12), a GloboNews transmitia entrevista com a ex-candidata à presidência pelo Psol Luciana Genro e o principal telejornal do país, o Nacional, da mesma Rede Globo, ignorou solenemente a reunião realizada no Equador e que reuniu mandatário e representantes dos 12 países sul-americanos.
Aécio, Lobão e a marcha golpista
Por Altamiro Borges
A direita golpista bem que se esforçou, mas voltou a se frustrar com a baixa adesão às suas marchas pelo impeachment de Dilma Rousseff neste sábado (6). Em São Paulo, segundo o comando da PM, o ato juntou 2 mil pessoas; em outras capitais, elas não lotaram um ônibus – com todos sentados e confortáveis. O empenho foi grande: o cambaleante Aécio Neves gravou vídeo conclamando a presença – mas ele mesmo não foi e alegou que estava “trabalhando” (finalmente!). Outros aloprados do PSDB, como José Serra, também postaram seus vídeos. Novamente ocorreram rachas e confusões. Lobão, o novo bobão da corte fascista, disse que foi tratado como “otário” pelos caciques tucanos.
A direita golpista bem que se esforçou, mas voltou a se frustrar com a baixa adesão às suas marchas pelo impeachment de Dilma Rousseff neste sábado (6). Em São Paulo, segundo o comando da PM, o ato juntou 2 mil pessoas; em outras capitais, elas não lotaram um ônibus – com todos sentados e confortáveis. O empenho foi grande: o cambaleante Aécio Neves gravou vídeo conclamando a presença – mas ele mesmo não foi e alegou que estava “trabalhando” (finalmente!). Outros aloprados do PSDB, como José Serra, também postaram seus vídeos. Novamente ocorreram rachas e confusões. Lobão, o novo bobão da corte fascista, disse que foi tratado como “otário” pelos caciques tucanos.
sábado, 6 de dezembro de 2014
Serra, o sabotador, confessa o crime!
Por Altamiro Borges
Em atividade partidária na quinta-feira (4), o eterno candidato José Serra (PSDB-SP) confessou que fez de tudo para sabotar o projeto do governo federal de construção do trem-bala entre São Paulo e Rio de Janeiro. “Para a plateia de apoiadores, Serra disse ter inserido Campinas no traçado, quando ele ainda era governador de São Paulo e Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, para atrasar o projeto, que considerava ‘falido’”, relata a repórter Ana Fernandes, do Estadão. O objetivo do “sabotador” seria o de demonstrar a incompetência das gestões petistas. O atual senador até incluiu o nome de Luciano Coutinho, presidente do BNDES, na tramoia para inviabilizar a obra, mas este negou qualquer envolvimento.
Em atividade partidária na quinta-feira (4), o eterno candidato José Serra (PSDB-SP) confessou que fez de tudo para sabotar o projeto do governo federal de construção do trem-bala entre São Paulo e Rio de Janeiro. “Para a plateia de apoiadores, Serra disse ter inserido Campinas no traçado, quando ele ainda era governador de São Paulo e Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, para atrasar o projeto, que considerava ‘falido’”, relata a repórter Ana Fernandes, do Estadão. O objetivo do “sabotador” seria o de demonstrar a incompetência das gestões petistas. O atual senador até incluiu o nome de Luciano Coutinho, presidente do BNDES, na tramoia para inviabilizar a obra, mas este negou qualquer envolvimento.
Classificação indicativa corre perigo
Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:
A Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (Abert) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a classificação indicativa. Na ação, o argumento seria de que o mecanismo “viola a liberdade de expressão das emissoras”. O julgamento começou em 2011 e está paralisado, mas quatro ministros já votaram favoravelmente à tese. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar a votação da Adin nos próximos meses.
A Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (Abert) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a classificação indicativa. Na ação, o argumento seria de que o mecanismo “viola a liberdade de expressão das emissoras”. O julgamento começou em 2011 e está paralisado, mas quatro ministros já votaram favoravelmente à tese. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar a votação da Adin nos próximos meses.
Aécio, o lobinho, se junta a Lobão
Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:
Como escrevi mais cedo, Aécio Neves aposta em “tacar fogo” na minoria que não se conforma com o resultado das eleições.
Agora convoca, pessoalmente, em vídeo postado no seu Facebook, para a nova marcha dos derrotados na Avenida Paulista, para amanhã.
Como escrevi mais cedo, Aécio Neves aposta em “tacar fogo” na minoria que não se conforma com o resultado das eleições.
Agora convoca, pessoalmente, em vídeo postado no seu Facebook, para a nova marcha dos derrotados na Avenida Paulista, para amanhã.
América Latina e a vitória de Dilma
Por Monica Valente, na revista Teoria e Debate:
Terminamos o ano de 2014 com resultados eleitorais bastante auspiciosos na região latino-americana e caribenha. A despeito de terem sido processos de intensa disputa, as eleições deste ano em El Salvador, Bolívia, Brasil e Uruguai inscrevem na história de nossa região a vontade inequívoca de nossos povos de continuidade das políticas antineoliberais, de inclusão social, combate à pobreza, de integração soberana entre nossas nações e de construção de um mundo multipolar, de paz e solidariedade.
Terminamos o ano de 2014 com resultados eleitorais bastante auspiciosos na região latino-americana e caribenha. A despeito de terem sido processos de intensa disputa, as eleições deste ano em El Salvador, Bolívia, Brasil e Uruguai inscrevem na história de nossa região a vontade inequívoca de nossos povos de continuidade das políticas antineoliberais, de inclusão social, combate à pobreza, de integração soberana entre nossas nações e de construção de um mundo multipolar, de paz e solidariedade.
Aécio tornou-se o grandão bobo de FHC
Por Luis Nassif, no Jornal GGN:
Nos anos 70 e 80, quando recomeçaram as manifestações estudantis, havia um tipo popular nas universidades paulistas, especialmente na USP e na Unicamp. Eram aqueles estudantes grandalhões e com raciocínios lentos que as lideranças colocavam na linha de frente das manifestações para levar porradas em nome delas.
Nos anos 70 e 80, quando recomeçaram as manifestações estudantis, havia um tipo popular nas universidades paulistas, especialmente na USP e na Unicamp. Eram aqueles estudantes grandalhões e com raciocínios lentos que as lideranças colocavam na linha de frente das manifestações para levar porradas em nome delas.
Lava-Jato e o trensalão tucano
http://pigimprensagolpista.blogspot.com.br/ |
No dia 6 de dezembro de 2013, Mark William Gough, vice-chefe e diretor da Siemens AG, responsável por evitar internamente casos de corrupção, veio da Alemanha prestar depoimento voluntário na sede do Ministério Público Federal em São Paulo, colaborando com investigações sobre o pagamento de propinas para autoridade do governo tucano paulista em contratos relativos aos trens metropolitanos de São Paulo.
A mídia e a delação manipulada
A nova fase da Unasul
Por Emir Sader, no site Carta Maior:
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Lobão seguirá o conselho de Feliciano?
Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
A Câmara dos Deputados foi cenário de um encontro entre dois gigantes da política brasileira, cada um em sua trincheira. Dois nomes que mereciam já ter se cruzado, donos da mesma agenda, e que, por força das circunstâncias, só puderam trocar cumprimentos pessoalmente agora.
Foi na quarta feira, durante a votação do PLN 36, um dia depois do quebra-quebra nas galerias.
Foi na quarta feira, durante a votação do PLN 36, um dia depois do quebra-quebra nas galerias.
A urgência de elevar impostos dos ricos
Por Bruno Pavan, no jornal Brasil de Fato:
Um dos maiores trunfos do capitalismo é seu dinamismo e sua capacidade de se reinventar a cada crise que sofre. No século 19, Karl Marx havia desvendado esse mistério em O Capital, obra máxima que explicou o funcionamento do sistema que recém havia tomado corpo.
Desde então, já foram muitas as reinvenções do capitalismo. Os acordos de Breton Woods, assinados em 1944, foi uma das maiores delas, visto a urgência de ditar uma nova ordem econômica após a grande depressão de 1929 e a Segunda Guerra Mundial. Para não entregar os dedos, alguns anéis tiveram de ser cedidos pelos capitalistas.
Um dos maiores trunfos do capitalismo é seu dinamismo e sua capacidade de se reinventar a cada crise que sofre. No século 19, Karl Marx havia desvendado esse mistério em O Capital, obra máxima que explicou o funcionamento do sistema que recém havia tomado corpo.
Desde então, já foram muitas as reinvenções do capitalismo. Os acordos de Breton Woods, assinados em 1944, foi uma das maiores delas, visto a urgência de ditar uma nova ordem econômica após a grande depressão de 1929 e a Segunda Guerra Mundial. Para não entregar os dedos, alguns anéis tiveram de ser cedidos pelos capitalistas.
Os caminhos da estagnação econômica
Por Luiz Gonzaga Belluzzo, no site da Fundação Mauricio Grabois:
"Não estamos cuidando de um problema de finanças públicas, mas das criaturas dos fluxos de capitais privados e dos atores financeiros." Richard Kozul Wright, diretor da Unctad
Em seu livro "The Road to Recovery", o economista Andrew Smithers demonstra que no período 1981- 2009 o investimento das empresas privadas, calculado sobre o PIB, caiu 3 pontos percentuais nas economias desenvolvidas. O investimento deixou de apresentar o comportamento cíclico de outros tempos em que os gastos com "capex" acompanhavam as flutuações da economia.
"Não estamos cuidando de um problema de finanças públicas, mas das criaturas dos fluxos de capitais privados e dos atores financeiros." Richard Kozul Wright, diretor da Unctad
Em seu livro "The Road to Recovery", o economista Andrew Smithers demonstra que no período 1981- 2009 o investimento das empresas privadas, calculado sobre o PIB, caiu 3 pontos percentuais nas economias desenvolvidas. O investimento deixou de apresentar o comportamento cíclico de outros tempos em que os gastos com "capex" acompanhavam as flutuações da economia.
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