Por A. Sérgio Barroso, no site da Fundação Maurício Grabois:
"As últimas pessoas em cuja avaliação deveríamos confiar são os analistas da Standard & Poor's" (Paul Krugman, 2011).
Programaticamente, as agências de risco iniciam sua cantilena e os insultos pela chantagem preparatória ao caminho de claro contraponto aos interesses nacionais dos países em desenvolvimento (taxa de juros baixa para expansão da economia, política cambial que garanta moeda desvalorizada por um extenso período, política fiscal expansionista e de gasto público, função ativa do Estado e das estatais etc.). E o pano de fundo do anúncio da agência dos diagnósticos fraudulentos e das interesseiras “profecias autorrealizáveis” desenha o agravamento da crise econômica no centro capitalista, agora expandindo-se com força à periferia.
"As últimas pessoas em cuja avaliação deveríamos confiar são os analistas da Standard & Poor's" (Paul Krugman, 2011).
Programaticamente, as agências de risco iniciam sua cantilena e os insultos pela chantagem preparatória ao caminho de claro contraponto aos interesses nacionais dos países em desenvolvimento (taxa de juros baixa para expansão da economia, política cambial que garanta moeda desvalorizada por um extenso período, política fiscal expansionista e de gasto público, função ativa do Estado e das estatais etc.). E o pano de fundo do anúncio da agência dos diagnósticos fraudulentos e das interesseiras “profecias autorrealizáveis” desenha o agravamento da crise econômica no centro capitalista, agora expandindo-se com força à periferia.



















