Por Altamiro Borges
O mais longo processo de cassação da história da Câmara Federal, que durou 11 meses, finalmente acabou às 23h54 desta segunda-feira (12). O correntista suíço Eduardo Cunha foi cassado por ampla margem de votos – 450 a favor e dez contra. No seu discurso de defesa, aos prantos teatrais, o líder do golpe dos corruptos, que presidiu a sessão de horrores que deu a largada ao processo de impeachment de Dilma, ainda ameaçou os seus comparsas, que o traíram na reta final da votação: “Amanhã será qualquer um de vocês”. E foi enfático e didático ao afirmar que sua cassação é “o preço que eu estou pagando para o Brasil ficar livre do PT. É o processo de impeachment que está gerando tudo isso. O que quer o PT? Um troféu para poder dizer que é golpe”.
O mais longo processo de cassação da história da Câmara Federal, que durou 11 meses, finalmente acabou às 23h54 desta segunda-feira (12). O correntista suíço Eduardo Cunha foi cassado por ampla margem de votos – 450 a favor e dez contra. No seu discurso de defesa, aos prantos teatrais, o líder do golpe dos corruptos, que presidiu a sessão de horrores que deu a largada ao processo de impeachment de Dilma, ainda ameaçou os seus comparsas, que o traíram na reta final da votação: “Amanhã será qualquer um de vocês”. E foi enfático e didático ao afirmar que sua cassação é “o preço que eu estou pagando para o Brasil ficar livre do PT. É o processo de impeachment que está gerando tudo isso. O que quer o PT? Um troféu para poder dizer que é golpe”.



















