Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
A única certeza no julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE é a de que um país com Gilmar Mendes não corre o menor risco de dar certo.
Somos uma piada institucional.
Os dois grandes momentos destes dias foram, em ordem de excrescência: os meritíssimos combinando como fariam para não faltar ao lançamento do livro de Luiz Fux, ali presente; e o suposto “embate” entre Gilmar e o relator Herman Benjamin.
Os ânimos se exaltaram principalmente na discussão em torno da validade do conteúdo de delações premiadas, como as de executivos da Odebrecht.
A única certeza no julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE é a de que um país com Gilmar Mendes não corre o menor risco de dar certo.
Somos uma piada institucional.
Os dois grandes momentos destes dias foram, em ordem de excrescência: os meritíssimos combinando como fariam para não faltar ao lançamento do livro de Luiz Fux, ali presente; e o suposto “embate” entre Gilmar e o relator Herman Benjamin.
Os ânimos se exaltaram principalmente na discussão em torno da validade do conteúdo de delações premiadas, como as de executivos da Odebrecht.


















