Por André Barrocal, na revista CartaCapital:
De terno cinza e gravata torta, Michel Temer abriu pela última vez, na terça-feira 25, a Assembleia-Geral anual das Nações Unidas, em Nova York. A honra cabe ao Brasil desde 1955, não importam a legitimidade e a popularidade do presidente. Nem o prontuário criminal, e o de Temer escapou de mais uma denúncia porque Raquel Dodge, a PGR que indicou, resolveu esperar o fim do mandato dele para tomar providências num caso de 10 milhões de reais odebrechtianos.


















