Por Ricardo Kotscho, em seu blog:
O circo montado há meses por Bolsonaro na entrada do Palácio da Alvorada foi dividido assim:
de um lado, o gradil do chiquerinho dos jornalistas, com uma plataforma de microfones, mantendo os repórteres à distância para a “entrevista coletiva”; de outro, bem ao lado, outro chiqueirinho para o “grupo de apoiadores” de camisas amarelas, que ficam batendo palmas e atiçando o capitão a bater pesado nos jornalistas.
Até hoje não entendi como as empresas e os profissionais podem se submeter a isso.
Até hoje não entendi como as empresas e os profissionais podem se submeter a isso.











