Por Haroldo Lima
A cassação da aposentadoria do professor José Sérgio Gabrielli, da Faculdade de Ciências Econômicas da UFBA, e que foi presidente da Petrobras, de 2005 a 2012, é uma flagrante brutalidade e perseguição política, ajustada aos tempos bicudos que estamos vivendo.
O estranho ato foi assinado por um ministro substituto da Controladoria Geral da República, CGU, Valmir Gomes da Silva, precisamente no dia do Natal, talvez para ser mais afrontoso com o espírito natalino de justiça. A grosseira decisão foi tomada em função de supostas “infrações disciplinares à frente do cargo” de presidente da Petrobras, que Gabrielli teria feito. A resposta veio imediata: “Minha aposentadoria é resultado de 36 anos e dois meses de vínculo com a UFBa e portanto não tem nada a ver com a Petrobras”, disse Gabrielli.
A cassação da aposentadoria do professor José Sérgio Gabrielli, da Faculdade de Ciências Econômicas da UFBA, e que foi presidente da Petrobras, de 2005 a 2012, é uma flagrante brutalidade e perseguição política, ajustada aos tempos bicudos que estamos vivendo.
O estranho ato foi assinado por um ministro substituto da Controladoria Geral da República, CGU, Valmir Gomes da Silva, precisamente no dia do Natal, talvez para ser mais afrontoso com o espírito natalino de justiça. A grosseira decisão foi tomada em função de supostas “infrações disciplinares à frente do cargo” de presidente da Petrobras, que Gabrielli teria feito. A resposta veio imediata: “Minha aposentadoria é resultado de 36 anos e dois meses de vínculo com a UFBa e portanto não tem nada a ver com a Petrobras”, disse Gabrielli.














