Por Altamiro Borges
Num país em naturalizado processo de fascistização, a censura já não poupa ninguém. Na semana passada, o juizeco Leonardo Grandmasson Chaves, da 32ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, censurou o Jornal GGN, editado pelo renomado jornalista Luis Nassif, exigindo a retirada imediata do ar de reportagens sobre movimentações financeiras suspeitas do banco BTG Pactual.
A mídia monopolista, com raras exceções, censurou a censura. Quase nada falou sobre a sentença arbitrária. O absurdo sequer mereceu destaque no Jornal Nacional. Agora, porém, a censura atinge a própria TV Globo, que está proibida de dar qualquer notícia sobre o processo contra o senador Flávio “Rachadinha” Bolsonaro.
Num país em naturalizado processo de fascistização, a censura já não poupa ninguém. Na semana passada, o juizeco Leonardo Grandmasson Chaves, da 32ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, censurou o Jornal GGN, editado pelo renomado jornalista Luis Nassif, exigindo a retirada imediata do ar de reportagens sobre movimentações financeiras suspeitas do banco BTG Pactual.
A mídia monopolista, com raras exceções, censurou a censura. Quase nada falou sobre a sentença arbitrária. O absurdo sequer mereceu destaque no Jornal Nacional. Agora, porém, a censura atinge a própria TV Globo, que está proibida de dar qualquer notícia sobre o processo contra o senador Flávio “Rachadinha” Bolsonaro.






