![]() |
| Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil |
Desta vez a Globo não precisa apoiar golpe de estado contra presidenta que não cometeu crime algum.
Também não é necessário se dar ao trabalho de defender a prisão de um presidente, vítima de uma grande farsa judicial.
Tampouco é o caso de promover outra campanha de criminalização explícita de um partido político, através do endeusamento de um juiz parcial e corrupto.
Em 2026, a estratégia é outra. E é forçoso reconhecer que é bem mais sofisticada, embora tão sórdida quanto às anteriores.
O X do problema é como impedir a reeleição de um presidente da República cujo governo apresenta o menor índice de desemprego da história, com a menor inflação já registrada em quatro anos.






