domingo, 4 de janeiro de 2026

Cuba será o próximo alvo dos EUA?

Ataque à Venezuela tem as digitais da mídia

Charge: Aroeira/247
Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:


O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé condena com veemência a agressão criminosa dos Estados Unidos contra a Venezuela, ocorrida na madrugada deste sábado, com bombas lançadas sobre diversas áreas do país, inclusive a capital Caracas, colocando em risco a população civil. Ápice da escalada militar impulsionada por Donald Trump, o episódio traz ventos de guerra não apenas ao país caribenho, mas para toda a América Latina.

Esse ataque representa a expressão mais grotesca de uma política de agressão sustentada, ao longo de décadas, por uma campanha midiática internacional difamatória contra a soberania e a autodeterminação do povo venezuelano.

Agressão à Venezuela e cumplicidade da mídia

Reprodução
Do site da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj):

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifesta seu mais veemente repúdio à agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, ocorrida na madrugada deste sábado (3/01), com ataques que atingiram diversas regiões do país, inclusive a capital Caracas, colocando em risco a população civil e aprofundando a instabilidade em toda a América Latina e o Caribe.

A ofensiva, impulsionada pela escalada belicista do governo de Donald Trump, representa mais uma grave violação da Carta das Nações Unidas, do direito internacional e do princípio da autodeterminação dos povos. Trata-se de uma ação que retoma a lógica da guerra, da ingerência e da força como instrumentos de política externa, com consequências imprevisíveis para a região.

Trump declarou guerra a toda América Latina

Charge: Latuff/Sovereign Media
Por José Reinaldo Carvalho, no site Brasil-247:

A ação desencadeada pelos Estados Unidos contra a Venezuela neste sábado (3) constitui um episódio de extrema gravidade e marca uma inflexão perigosa nos conflitos internacionais contemporâneos.

Trata-se de uma operação brutal, cuidadosamente planejada e executada como demonstração explícita de força, destinada a impor pela violência aquilo que Washington já não consegue assegurar por meio da diplomacia, do direito internacional ou de qualquer forma mínima de consenso entre as nações. Ficou patente a brutalidade dessa ofensiva, executada pela chamada Força Delta, uma divisão apresentada como da elite das forças armadas dos EUA, que é na prática uma organização terrorista com raio de ação internacional. A ação deixou evidente ainda o desprezo absoluto pela soberania de um país e pela vida de seu povo.

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