quarta-feira, 11 de março de 2026
Banco Master e os manipuladores de sempre
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| Charge: Fred Ozanan |
Foi o governo de Lula o responsável pelo desbaratamento da quadrilha de banditismo financeiro que operava por meio do Banco Master. Como as investigações realizadas pela PF demonstraram, os bandidos aplicaram golpes que ultrapassam 50 bilhões de reais.
Também foram descobertos vínculos associativos do banco-quadrilha com vários grupos poderosos do país, incluindo, além de instituições financeiras, setores do agronegócio e certas igrejas neopentecostais. Por outro lado, no espectro político, o proprietário nominal da organização criminosa mantinha estreitos laços com agentes políticos do bolsonarismo e do chamado “centrão”, ou seja, com aqueles conhecidos por integrarem a extrema direita neofascista-bolsonarista e a direita fisiológica.
Como coordenador típico de uma quadrilha mafiosa-financeira digna desta denominação, seu titular soube armar uma enorme rede de proteção, que se estende por diversas áreas institucionais. Por isso, ele mantinha contatos em todos os poderes. Porém, não podemos nos deixar levar pela onda diversionista, que deseja estabelecer a ideia de que os principais culpados pelos crimes praticados pelo banco-quadrilha são os contatos estabelecidos em busca de proteção.
Ampla mobilização pelo fim da escala 6x1
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| Ilustração: Vicente Mendonça |
O pronunciamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a favor da redução da jornada de trabalho na 2ª Conferência Nacional do Trabalho, realizada em São Paulo entre os dias 3 e 5 de março, tem grande importância. Demonstra o empenho do governo pela aprovação de uma das mais significativas bandeiras históricas dos trabalhadores, que sempre esteve na agenda das lutas sindicais, desde as primeiras ações organizadas contra a exploração capitalista.
Do lado dos trabalhadores, a expectativa é de que o Congresso Nacional se empenhe na aprovação da proposta. Em nota, as centrais sindicais disseram que “a redução da jornada de trabalho é uma bandeira histórica do movimento sindical, responsável por expressivas conquistas ao longo do tempo”. Do lado do patronato, há resistências de grandes corporações empresariais, mas, de acordo com um levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), dois terços dos micros e pequenos empreendedores consideram que a redução da jornada pode ser positiva para seus negócios. Uma delas é o aumento da renda da população, com mais trabalhadores empregados, e, consequentemente, do consumo.
terça-feira, 10 de março de 2026
Campanha de finanças do Barão de Itararé
Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:
O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé lança a campanha “Lute com o Barão!”, um chamado a todas e todos que acreditam na democratização da comunicação e na força da mídia independente no Brasil.
Inspirado no espírito irreverente e combativo do jornalista e humorista Aparício Torelly (1895-1971) - o Barão de Itararé -, a organização nasceu para enfrentar os verdadeiros “barões” da mídia brasileira. Ao longo de 15 anos de trajetória, a entidade se consolidou como um importante polo de articulação do jornalismo independente e da comunicação popular, promovendo debates, cursos, entrevistas, campanhas e iniciativas que fortalecem o campo progressista e a luta por uma mídia mais democrática, diversa e plural.
O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé lança a campanha “Lute com o Barão!”, um chamado a todas e todos que acreditam na democratização da comunicação e na força da mídia independente no Brasil.
Inspirado no espírito irreverente e combativo do jornalista e humorista Aparício Torelly (1895-1971) - o Barão de Itararé -, a organização nasceu para enfrentar os verdadeiros “barões” da mídia brasileira. Ao longo de 15 anos de trajetória, a entidade se consolidou como um importante polo de articulação do jornalismo independente e da comunicação popular, promovendo debates, cursos, entrevistas, campanhas e iniciativas que fortalecem o campo progressista e a luta por uma mídia mais democrática, diversa e plural.
Lula é o verdadeiro alvo
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| Lula com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil |
O escândalo é Master-bolsonarista, mas a mídia, a oposição e os tentáculos de Daniel Vorcaro no Congresso, na PF e no judiciário desviam o foco para Lula, o verdadeiro alvo a ser atingido e destruído.
O esquema mafioso de Daniel Vorcaro se sedimentou e se expandiu de modo exponencial com Bolsonaro, Paulo Guedes e Roberto Campos Neto.
Esse tipo de máfia financeira é um produto genuinamente bolsonarista; é resultado do afrouxamento das regras do sistema financeiro na gestão Guedes-Campos Neto que abriu espaço para máfias, esquemas fraudulentos e o crime organizado no mercado financeiro.
O esquema mafioso de Daniel Vorcaro se sedimentou e se expandiu de modo exponencial com Bolsonaro, Paulo Guedes e Roberto Campos Neto.
Esse tipo de máfia financeira é um produto genuinamente bolsonarista; é resultado do afrouxamento das regras do sistema financeiro na gestão Guedes-Campos Neto que abriu espaço para máfias, esquemas fraudulentos e o crime organizado no mercado financeiro.
Globo mente sobre Moraes e Irã e se dá mal
A edição do Jornal Nacional desta sexta-feira (6/3) foi cuidadosamente preparada para funcionar como um exocet. O objetivo era consolidar a narrativa que joga o ministro do STF, Alexandre de Moraes, no centro do escândalo de corrupção do banco Master, além de incluir o próprio governo Lula na história.
Não deu certo.
Na cobertura internacional, o objetivo era continuar com as manipulações e mentiras que tentam vender para a opinião pública que os Estados Unidos e Israel, para o bem da humanidade, estão vencendo a guerra contra o Irã.
Igualmente não deu certo.
Para piorar, a omissão de que Trump convocou todos os presidentes de direita e extrema-direita da América Latina para uma reunião neste sábado em Miami, explicitou o lado da família Marinho e deixou claro que ela faz de tudo para sabotar o governo Lula.
O exocet que flopou
Há muitas maneiras para se construir e editar uma reportagem.
A estratégia da Globo para influir na eleição
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| Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil |
Desta vez a Globo não precisa apoiar golpe de estado contra presidenta que não cometeu crime algum.
Também não é necessário se dar ao trabalho de defender a prisão de um presidente, vítima de uma grande farsa judicial.
Tampouco é o caso de promover outra campanha de criminalização explícita de um partido político, através do endeusamento de um juiz parcial e corrupto.
Em 2026, a estratégia é outra. E é forçoso reconhecer que é bem mais sofisticada, embora tão sórdida quanto às anteriores.
O X do problema é como impedir a reeleição de um presidente da República cujo governo apresenta o menor índice de desemprego da história, com a menor inflação já registrada em quatro anos.
segunda-feira, 9 de março de 2026
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