Do jornal The Independent, no sítio Carta Maior:
Os três principais partidos políticos se unirão hoje em ataque sem precedentes contra o homem que os mesmos partidos vivem, há décadas, de cortejar incansavelmente: Rupert Murdoch. Os líderes dos três principais partidos políticos britânicos instruíram seus deputados para que votem a favor de uma moção que exige que Murdoch, depois do escândalo dos telefones grampeados, desista da proposta que apresentou para comprar a BSkyB.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Visa e Master sabotam o WikiLeaks
Do sítio Vermelho:
A empresa islandesa que arrecada fundos para o site WikiLeaks enviou uma denúncia à Comissão Europeia contra os gigantes dos cartões de crédito Visa e MasterCard, que desde o fim de 2010 bloqueiam as doações ao portal.
"A denúncia foi enviada e será entregue na quinta-feira", afirmou o advogado Svein Andri Sveinsson, que representa a empresa DataCell e o WikiLeaks.
A empresa islandesa que arrecada fundos para o site WikiLeaks enviou uma denúncia à Comissão Europeia contra os gigantes dos cartões de crédito Visa e MasterCard, que desde o fim de 2010 bloqueiam as doações ao portal.
"A denúncia foi enviada e será entregue na quinta-feira", afirmou o advogado Svein Andri Sveinsson, que representa a empresa DataCell e o WikiLeaks.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ivete Sangalo virou vidraça
Por Altamiro Borges
Em julho de 2007, a cantora Ivete Sangalo virou uma das estrelas do “movimento cívico pelo direito dos brasileiros”, mais conhecido pelo slogan Cansei. Aproveitando-se oportunisticamente da tragédia da TAM, direitistas convictos e ricaços famosos, tendo à frente João Dória Jr., tomaram a iniciativa para “condenar a desordem do governo federal”.
Em julho de 2007, a cantora Ivete Sangalo virou uma das estrelas do “movimento cívico pelo direito dos brasileiros”, mais conhecido pelo slogan Cansei. Aproveitando-se oportunisticamente da tragédia da TAM, direitistas convictos e ricaços famosos, tendo à frente João Dória Jr., tomaram a iniciativa para “condenar a desordem do governo federal”.
52º Congresso mostra a força da UNE
Do sítio da UNE:
A União Nacional dos Estudantes (UNE) se prepara para realizar o seu maior e mais representativo fórum de discussão estudantil, o CONUNE que em sua 52ª edição ocorrerá em Goiânia, no centro oeste do país, de 13 a 17 de julho. Mais de 10 mil jovens de todo o Brasil e América Latina são aguardados para, juntos com outros estudantes, definirem os rumos do movimento estudantil para os próximos dois anos. As atividades se concentrarão na tradicional praça universitária de Goiânia, principalmente na PUC-GO e na UFG.
A União Nacional dos Estudantes (UNE) se prepara para realizar o seu maior e mais representativo fórum de discussão estudantil, o CONUNE que em sua 52ª edição ocorrerá em Goiânia, no centro oeste do país, de 13 a 17 de julho. Mais de 10 mil jovens de todo o Brasil e América Latina são aguardados para, juntos com outros estudantes, definirem os rumos do movimento estudantil para os próximos dois anos. As atividades se concentrarão na tradicional praça universitária de Goiânia, principalmente na PUC-GO e na UFG.
“Bolha de crédito”: o novo fantasma
Por Altamiro Borges
A oligarquia financeira mundial, com apoio da mídia rentista, não dorme no ponto. Ela quer manter os seus rendimentos na estratosfera – e dane-se o povo! Diante de qualquer risco, ela apela ao terrorismo retórico. Descontente com o que considera “medidas suaves” de aperto monetário e fiscal dos “heterodoxos” do governo Dilma Rousseff, ela intensifica a pressão e cria fantasmas para assustar os mais incautos.
A oligarquia financeira mundial, com apoio da mídia rentista, não dorme no ponto. Ela quer manter os seus rendimentos na estratosfera – e dane-se o povo! Diante de qualquer risco, ela apela ao terrorismo retórico. Descontente com o que considera “medidas suaves” de aperto monetário e fiscal dos “heterodoxos” do governo Dilma Rousseff, ela intensifica a pressão e cria fantasmas para assustar os mais incautos.
Internet: É possível a neutralidade?
Por Marlos Mello
Num artigo publicado no jornal Mundo Jovem [ano 48, nº 406, maio 2010], trouxemos ao debate algumas provocações sobre o papel da internet nas campanhas eleitorais. O título do artigo era: “Internet e política: participação ou domesticação?” Naquele momento, nosso objetivo era questionar o otimismo tecnológico que tomava conta de grande parte dos brasileiros, principalmente dos políticos. Estes aguardavam ansiosamente por uma campanha que, pela primeira vez, seria caracterizada pela utilização das novas ferramentas de cunho virtual que permitiriam uma percepção em tempo real dos acontecimentos e, além disso, a esperança do financiamento das campanhas eleitorais pela internet.
Num artigo publicado no jornal Mundo Jovem [ano 48, nº 406, maio 2010], trouxemos ao debate algumas provocações sobre o papel da internet nas campanhas eleitorais. O título do artigo era: “Internet e política: participação ou domesticação?” Naquele momento, nosso objetivo era questionar o otimismo tecnológico que tomava conta de grande parte dos brasileiros, principalmente dos políticos. Estes aguardavam ansiosamente por uma campanha que, pela primeira vez, seria caracterizada pela utilização das novas ferramentas de cunho virtual que permitiriam uma percepção em tempo real dos acontecimentos e, além disso, a esperança do financiamento das campanhas eleitorais pela internet.
Capital estrangeiro avança no etanol
Por Wagner Nabuco, da revista Caros Amigos:
A nova edição da Caros Amigos está recheada de boas reportagens, entrevistas e artigos. Mais uma vez tratamos de assuntos relevantes para a sociedade brasileira e nos esforçamos em fazer um jornalismo crítico, combativo e comprometido com a construção de um Brasil justo e igualitário.
A nova edição da Caros Amigos está recheada de boas reportagens, entrevistas e artigos. Mais uma vez tratamos de assuntos relevantes para a sociedade brasileira e nos esforçamos em fazer um jornalismo crítico, combativo e comprometido com a construção de um Brasil justo e igualitário.
terça-feira, 12 de julho de 2011
15 de agosto: ato pela banda larga
Por Luiz Carvalho, no sítio da CUT:
O que era para ser um mecanismo fundamental para democratizar a comunicação, expandir a inclusão e ampliar o desenvolvimento econômico e social do Brasil, ganha contornos de tiro na água e grande negócio apenas para as empresas de telecomunicações.
O que era para ser um mecanismo fundamental para democratizar a comunicação, expandir a inclusão e ampliar o desenvolvimento econômico e social do Brasil, ganha contornos de tiro na água e grande negócio apenas para as empresas de telecomunicações.
Na Inglaterra, a Folha estaria em apuros
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:
O brasileiro já se acostumou à cantilena de que qualquer questionamento aos métodos cada vez mais desesperados da mídia local em busca de audiência ou de influir no jogo do poder seria “tentativa de censura”. Em países “marxistas” como a Inglaterra, porém, liberdade de imprensa não se confunde com liberdade para delinqüir.
O brasileiro já se acostumou à cantilena de que qualquer questionamento aos métodos cada vez mais desesperados da mídia local em busca de audiência ou de influir no jogo do poder seria “tentativa de censura”. Em países “marxistas” como a Inglaterra, porém, liberdade de imprensa não se confunde com liberdade para delinqüir.
O povo nas ruas fará bem à presidente
Editorial do sítio Vermelho:
As duas crises recentemente vividas pelo governo da presidente Dilma revelaram alguns vícios crônicos da vida política brasileira e simultaneamente puseram a descoberto as debilidades políticas e ideológicas do time titular à frente do País. Tais dificuldades precisam ser superadas, sob pena de não se cumprir a missão que justificou sua eleição pela esmagadora maioria do povo brasileiro em outubro passado.
As duas crises recentemente vividas pelo governo da presidente Dilma revelaram alguns vícios crônicos da vida política brasileira e simultaneamente puseram a descoberto as debilidades políticas e ideológicas do time titular à frente do País. Tais dificuldades precisam ser superadas, sob pena de não se cumprir a missão que justificou sua eleição pela esmagadora maioria do povo brasileiro em outubro passado.
Os bancos e a "revolução" na Europa
Por Mauro Santayana, em seu blog:
A Europa se insurge contra as famosas e prepotentes “agências de classificação de riscos”, todas americanas, com a decisão da Moody’s (uma das três grandes) de rebaixar as dívidas de Portugal em quatro pontos, reduzindo-as a uma situação de “lixo”. Essas agências, se pensarmos bem, não têm razão de existir. Elas jamais foram capazes de prever, com prazo prudencial, os riscos dos créditos das grandes instituições financeiras e dos governos nacionais.
A Europa se insurge contra as famosas e prepotentes “agências de classificação de riscos”, todas americanas, com a decisão da Moody’s (uma das três grandes) de rebaixar as dívidas de Portugal em quatro pontos, reduzindo-as a uma situação de “lixo”. Essas agências, se pensarmos bem, não têm razão de existir. Elas jamais foram capazes de prever, com prazo prudencial, os riscos dos créditos das grandes instituições financeiras e dos governos nacionais.
Banda larga e o abandono do regime público
Por Gabriel Brito, no sítio Correio da Cidadania:
Após alguns meses de discussões nos altos escalões das telecomunicações, o governo federal anunciou no último dia 30 de junho como se dará seu Plano Nacional de Banda Larga. Com vistas a promover uma inédita inclusão digital dos brasileiros, aumentando a qualidade de conexão oferecida ao consumidor e atingindo 70% da população até 2015, o governo trouxe a público o acordo selado com as grandes teles do setor, que exercerão, dentro de suas leis de mercado, a expansão.
Após alguns meses de discussões nos altos escalões das telecomunicações, o governo federal anunciou no último dia 30 de junho como se dará seu Plano Nacional de Banda Larga. Com vistas a promover uma inédita inclusão digital dos brasileiros, aumentando a qualidade de conexão oferecida ao consumidor e atingindo 70% da população até 2015, o governo trouxe a público o acordo selado com as grandes teles do setor, que exercerão, dentro de suas leis de mercado, a expansão.
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