quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ponto final na dispersão política

Por Luis Nassif, em seu blog:

A partir de amanhã, o Blog só voltará ao tema Gilmar se surgir algum fato relevante.

Essa loucura está tomando rumos irresponsáveis e não se pode transformá-la em neurose coletiva, aceitando a isca de um sistema de notícias sem noção de país.

O samba do togado doido

Por Izaías Almada, no blog Escrevinhador:

Não! Não pense o leitor que vou aqui destilar mais uma catilinária contra o ministro Gilmar Mendes em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Até por que o ex-presidente é maior de idade e saberá se defender muito bem, pois tem grande experiência política e sabe lidar com situações de saia justa.

A espiral de loucura na mídia

Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

A mídia enlouqueceu. No dia seguinte em que a CPI do Cachoeira quebra o sigilo nacional da Delta, num gesto corajoso contra a corrupção, e um senador é oficialmente questionado na tribuna por sua bandidagem, os jornalões estampam manchetes com declarações totalmente desequilibradas de Gilmar Mendes.

No Brasil, a pobreza tem cor

Por Roberto Amaral, na CartaCapital:

O sempre mestre e sempre saudoso Evandro Lins e Silva lembrava-me a força de bisturi da lógica de Anatole France desmontando o igualitarismo farisaico do direito liberal:

“Em sua igualdade majestática a lei proíbe tanto ao rico quanto ao pobre dormir embaixo da ponte, esmolar nas ruas e furtar pão”.

Os dois mestres e a sentença genial me vêm a propósito de telefonema de prezada amiga e leitora, que me interpela pedindo justificativa para as políticas de afirmação positiva:

“Se somos todos iguais, não seria uma discriminação contra os outros, o privilégio dado aos negros no acesso à universidade?”

Joaquim Barbosa conhece Gilmar

Cracolândia e o estado higienista

Motorista dá aula de ética pra Band



* Do blog DoLaDoDeLá

Gilmar e Demóstenes na festa de Perillo

Demóstenes no inferno. Quem mais?

Por Altamiro Borges

O ex-demo Demóstenes Torres deu mais um passo rumo ao inferno na manhã de hoje. Ele se negou a prestar esclarecimentos aos membros da CPI do Cachoeira. Num sessão que durou apenas 20 minutos, ele disse que, seguindo orientação dos seus advogados, “permaneceríamos calados”.  A sua decisão causou tumulto e revolta entre os deputados e senadores. A cassação do seu mandato já é dada como certa e o ex-paladino da ética da mídia demotucana corre até o risco de sair algemado do Congresso Nacional.

Serra, Gilmar e Veja: conspiração?

Por Altamiro Borges

Saiu hoje na coluna de Mônica Bergamo:

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Quarto elemento

Há alguns dias, José Serra ligou para o ex-ministro Nelson Jobim. Pediu a ele que falasse com a revista "Veja". Jobim atendeu ao pedido do amigo – e só então soube da reportagem sobre Lula e o ministro Gilmar Mendes. Escaldado, Jobim disse não ter presenciado nada beligerante na conversa entre os dois, que ocorreu em seu escritório, em Brasília.

Memória

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Venezuela retruca Gilmar Mendes

 Foto/AVN
Por Altamiro Borges

Nos últimos dias, o desesperado Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), queimou várias vezes a língua. Hoje foi a vez da Embaixada da Venezuela divulgar uma nota oficial criticando as suas declarações desrespeitosas sobre o país vizinho. Em entrevista ao jornal O Globo, o bravateiro direitista afirmou, de forma leviana e irresponsável, que "o Brasil não é a Venezuela de Chávez, onde o mandatário, quando contrariado, mandou até prender juiz".


Veja, Gilmar e o Editor Imaginário

Por Maurício Caleiro, no blog Cinema & Outras Artes:

Após o período atípico, sem manchetes denunciativas nas capas, que se seguiu à instalação da CPI do Cachoeira, a revista Veja tenta sair das cordas publicando, na edição desta semana, uma denúncia em que um seu velho conhecido – o ministro Gilmar Mendes, do STF – afirma que o ex-presidente Lula o teria pressionado para que tentasse adiar a data do “julgamento do Mensalão” para depois das eleições municipais deste ano. Em troca, segundo a revista, o ex-presidente ofereceria ao magistrado“blindagem” contra eventuais acusações na CPI do Cachoeira.