Por Tereza Cruvinel, em seu blog:
As duas primeiras semanas do governo interino de Michel Temer foram devastadoras para sua sustentação e efetivação depois de uma agora não tão certa condenação da presidente afastada Dilma Rousseff. Tão precoce corrosão vem sendo determinada por um fator congênito, a ilegitimidade decorrente da natureza golpista do impeachment, e os erros cometidos com determinação pelo governo e pelo próprio presidente.
As duas primeiras semanas do governo interino de Michel Temer foram devastadoras para sua sustentação e efetivação depois de uma agora não tão certa condenação da presidente afastada Dilma Rousseff. Tão precoce corrosão vem sendo determinada por um fator congênito, a ilegitimidade decorrente da natureza golpista do impeachment, e os erros cometidos com determinação pelo governo e pelo próprio presidente.
Já deu para ver que Temer não será um Itamar Franco: um presidente de transição que entendeu seu papel e tratou de representá-lo com a combinação de grandeza e a humildade que o momento exigia. Efetivado, fez o melhor possível no curto tempo restante, inclusive o Plano Real, cuja paternidade é sempre atribuída exclusivamente a seu ministro da Fazenda, FHC.


















