Por Tereza Cruvinel, no Jornal do Brasil:
Maio começou mal para o presidente Michel Temer. No ano passado, neste mesmo mês, estourou o caso JBS, mas ele ainda tinha capital político. Torrou-o aliciando votos para enterrar as duas denúncias de Rodrigo Janot. Agora, seu governo enfrenta uma espécie de velório antecipado, que se prolongará por oito meses, se não acontecer antes a morte súbita, por conta de uma terceira denúncia. Ele encerrou uma semana espinhosa discutindo com seu advogado o rumo do inquérito em que é investigado no STF e admitindo desistir de sua inconvincente candidatura à reeleição.


















