Por Flavio Aguiar, no site Carta Maior:
Conheço o vento
Pelo sopro donde vem;
E a cara do Calavera
Quando não vale um vintém.
Velho ditado pampiano, de aquém e além fronteira, citado pelo gaiteiro Elio Xavier, mais conhecido como “Porca Véia”, em “Coplas de um Viramundo”, de Gaspar Machado e Lenin Nunes.
Há uma ilusão recorrente que venho lendo seguidamente em comentários sobre as arbitrariedades, barbaridades etc., cometidas pelo cortejo insalubre que tomou de assalto, embora pelo voto, o governo federal brasileiro, incluindo aí as e os olavetes aloprados, a turma fardada e a togada, os Chicago Boys e a turma de espírito miliciano (para dizer o mínimo) que se assentou no Palácio do Planalto. Esta ilusão se consubstancia nas expressões que nunca se põem, repetindo-se diuturnamente: “em qualquer país civilizado…”, “num país decente…”, ou ate “em qualquer país do mundo…”
Conheço o vento
Pelo sopro donde vem;
E a cara do Calavera
Quando não vale um vintém.
Velho ditado pampiano, de aquém e além fronteira, citado pelo gaiteiro Elio Xavier, mais conhecido como “Porca Véia”, em “Coplas de um Viramundo”, de Gaspar Machado e Lenin Nunes.
Há uma ilusão recorrente que venho lendo seguidamente em comentários sobre as arbitrariedades, barbaridades etc., cometidas pelo cortejo insalubre que tomou de assalto, embora pelo voto, o governo federal brasileiro, incluindo aí as e os olavetes aloprados, a turma fardada e a togada, os Chicago Boys e a turma de espírito miliciano (para dizer o mínimo) que se assentou no Palácio do Planalto. Esta ilusão se consubstancia nas expressões que nunca se põem, repetindo-se diuturnamente: “em qualquer país civilizado…”, “num país decente…”, ou ate “em qualquer país do mundo…”



















