Por Antonio Barbosa Filho
Em plena ditadura (a anterior) o brigadeiro comandante do Centro Tecnológico Aeroespacial, em São José dos Campos, dizia-me numa daqueles lautos almoços, regados a scotch 18 anos e vinhos franceses, com caviar de abertura: "Veja, a FAB tem 168 brigadeiros, e o Exército tem 300 generais!. Na hora da guerra, somos nós que vamos atacar, não será a infantaria!". E mais: "Agora a Marinha que só tem o porta-aviões Minas Gerais, sucata da II Guerra, não permite que nossos caças pousem nele".
Em plena ditadura (a anterior) o brigadeiro comandante do Centro Tecnológico Aeroespacial, em São José dos Campos, dizia-me numa daqueles lautos almoços, regados a scotch 18 anos e vinhos franceses, com caviar de abertura: "Veja, a FAB tem 168 brigadeiros, e o Exército tem 300 generais!. Na hora da guerra, somos nós que vamos atacar, não será a infantaria!". E mais: "Agora a Marinha que só tem o porta-aviões Minas Gerais, sucata da II Guerra, não permite que nossos caças pousem nele".













