Por Bepe Damasco, em seu blog:
O atual procurador-geral da República, Augusto Aras, foi alçado ao cargo por Bolsonaro, que passou por cima da tradição da lista tríplice da corporação do Ministério Público, indicando alguém para servir aos seus interesses políticos e proteger sua família.
Dito e feito. Quando volta suas baterias contra a Lava Jato, Aras age, principalmente, com o objetivo de minar a provável candidatura presidencial de Moro, atual desafeto de Bolsonaro. De quebra, confronta a Globo, que assumiu uma postura crítica ao capitão, depois de contribuir decisivamente para a ascensão do fascismo no Brasil.
O esforço de Aras para concentrar poder na cúpula da PGR, esvaziar a “República de Curitiba” e agradar a Bolsonaro pode também estar relacionado a sua possível intenção de ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.
O atual procurador-geral da República, Augusto Aras, foi alçado ao cargo por Bolsonaro, que passou por cima da tradição da lista tríplice da corporação do Ministério Público, indicando alguém para servir aos seus interesses políticos e proteger sua família.
Dito e feito. Quando volta suas baterias contra a Lava Jato, Aras age, principalmente, com o objetivo de minar a provável candidatura presidencial de Moro, atual desafeto de Bolsonaro. De quebra, confronta a Globo, que assumiu uma postura crítica ao capitão, depois de contribuir decisivamente para a ascensão do fascismo no Brasil.
O esforço de Aras para concentrar poder na cúpula da PGR, esvaziar a “República de Curitiba” e agradar a Bolsonaro pode também estar relacionado a sua possível intenção de ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.









