A cidade com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país tem uma história política dominada pelo conservadorismo. Em 2018, São Caetano do Sul, no Estado de São Paulo, chegou a dar 70% dos votos para Jair Bolsonaro em algumas de suas sessões eleitorais. Neste ano, a disputa pela Prefeitura se deu entre forças políticas da direita tradicional na região, vencida pelo PSDB. Diversamente de outras cidades do ABC paulista, São Caetano nunca foi governada pelo PT.
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
O avanço dos mandatos coletivos
Por Sergio Amadeu da Silveira, no site A terra é redonda:
A cidade com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país tem uma história política dominada pelo conservadorismo. Em 2018, São Caetano do Sul, no Estado de São Paulo, chegou a dar 70% dos votos para Jair Bolsonaro em algumas de suas sessões eleitorais. Neste ano, a disputa pela Prefeitura se deu entre forças políticas da direita tradicional na região, vencida pelo PSDB. Diversamente de outras cidades do ABC paulista, São Caetano nunca foi governada pelo PT.
A cidade com o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país tem uma história política dominada pelo conservadorismo. Em 2018, São Caetano do Sul, no Estado de São Paulo, chegou a dar 70% dos votos para Jair Bolsonaro em algumas de suas sessões eleitorais. Neste ano, a disputa pela Prefeitura se deu entre forças políticas da direita tradicional na região, vencida pelo PSDB. Diversamente de outras cidades do ABC paulista, São Caetano nunca foi governada pelo PT.
Como escrever sobre Maradona sem ser poeta?
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Abalado pela notícia da morte de Maradona, decidi começar este texto relembrando a única vez que o vi jogar em um estádio de futebol. O bravo jornalista esportivo Mauro Cesar abriu sua coluna desta quarta-feira (25), no Portal UOL, também citando esta partida, acompanhada profissionalmente por ele.
O ano era 1989. Se não me engano, o mês era julho. A Copa América disputada no Brasil naquele ano previa uma rodada dupla noturna no Maracanã: Argentina x Uruguai fariam o primeiro jogo e Brasil x Paraguai o segundo. Programa imperdível para os amantes do futebol, dado o grande número de craques que desfilariam pelo gramado nos dois jogos, especialmente Maradona.
O ano era 1989. Se não me engano, o mês era julho. A Copa América disputada no Brasil naquele ano previa uma rodada dupla noturna no Maracanã: Argentina x Uruguai fariam o primeiro jogo e Brasil x Paraguai o segundo. Programa imperdível para os amantes do futebol, dado o grande número de craques que desfilariam pelo gramado nos dois jogos, especialmente Maradona.
Auxílio emergencial e os cofres do Estado
Editorial do site Vermelho:
Não há dúvida de que a ajuda emergencial fomenta o consumo, irriga a economia e impulsiona a retomada do crescimento. Conclui-se, portanto, que o seu término em dezembro resultará em aumento do desemprego e agravamento do sofrimento do povo, posto que a pandemia passa por um período de repique. A indicação do governo Bolsonaro de não renová-lo demonstra desprezo pelo povo.
Não há dúvida de que a ajuda emergencial fomenta o consumo, irriga a economia e impulsiona a retomada do crescimento. Conclui-se, portanto, que o seu término em dezembro resultará em aumento do desemprego e agravamento do sofrimento do povo, posto que a pandemia passa por um período de repique. A indicação do governo Bolsonaro de não renová-lo demonstra desprezo pelo povo.
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
O delegado de Belém e o bloqueio na Justiça
Por Altamiro Borges
Sem qualquer alarde na mídia falsamente moralista, a Justiça do Pará determinou o bloqueio dos bens do empresário Eduardo Eguchi, irmão do delegado Everaldo Eguchi, candidato da extrema-direita à prefeitura de Belém. Para derrotar Edmilson Rodrigues (PSOL), o candidato das esquerdas, vale até abafar escândalos.
A informação foi postada numa notinha bem tímida na revista Época. Nem o Jornal Nacional da TV Globo, do mesmo império midiático, repercutiu a grave denúncia. Segundo a matéria, o empresário "Eduardo Eguchi cometeu desvios de créditos florestais e desmatamento ilegal".
Sem qualquer alarde na mídia falsamente moralista, a Justiça do Pará determinou o bloqueio dos bens do empresário Eduardo Eguchi, irmão do delegado Everaldo Eguchi, candidato da extrema-direita à prefeitura de Belém. Para derrotar Edmilson Rodrigues (PSOL), o candidato das esquerdas, vale até abafar escândalos.
A informação foi postada numa notinha bem tímida na revista Época. Nem o Jornal Nacional da TV Globo, do mesmo império midiático, repercutiu a grave denúncia. Segundo a matéria, o empresário "Eduardo Eguchi cometeu desvios de créditos florestais e desmatamento ilegal".
A guerra imunda da Lava-Jato contra Lula
Por Jeferson Miola, em seu blog:
Ao se pronunciar no processo em que a defesa do ex-presidente Lula denuncia que a Lava Jato descumpre ordem judicial e não disponibiliza o Acordo de Leniência firmado entre o MPF/PR e a empreiteira Odebrecht com a participação de colaboradores nacionais e estrangeiros, o ministro do STF Ricardo Lewandowski traz à luz abusos e manobras ilegais de agentes da República de Curitiba, e desnuda a guerra imunda da Lava Jato para prejudicar Lula.
Ao se pronunciar no processo em que a defesa do ex-presidente Lula denuncia que a Lava Jato descumpre ordem judicial e não disponibiliza o Acordo de Leniência firmado entre o MPF/PR e a empreiteira Odebrecht com a participação de colaboradores nacionais e estrangeiros, o ministro do STF Ricardo Lewandowski traz à luz abusos e manobras ilegais de agentes da República de Curitiba, e desnuda a guerra imunda da Lava Jato para prejudicar Lula.
A função dos militares
Por Eric Nepomuceno, no site Brasil-247:
Uma das consequências de Jair Messias estar oscilando sempre entre uma agressividade tosca e uma boçalidade patética, é uma exaustão que acaba nos distraindo do principal – ou seja, o esquartejamento do patrimônio nacional, da educação e da saúde públicas, o esmagamento da pesquisa universitária, das artes e da cultura, a paralisia de projetos sociais, enfim, nos distraindo da demolição do país.
O que estão fazendo com o meio ambiente ainda chama a atenção, graças às dimensões da tragédia e sua repercussão mundo afora, mas com relação ao resto há pouco espaço para tentar resistir.
É preciso ter sempre claro qual a conjunção de fatores nos trouxeram à devastação.
Uma das consequências de Jair Messias estar oscilando sempre entre uma agressividade tosca e uma boçalidade patética, é uma exaustão que acaba nos distraindo do principal – ou seja, o esquartejamento do patrimônio nacional, da educação e da saúde públicas, o esmagamento da pesquisa universitária, das artes e da cultura, a paralisia de projetos sociais, enfim, nos distraindo da demolição do país.
O que estão fazendo com o meio ambiente ainda chama a atenção, graças às dimensões da tragédia e sua repercussão mundo afora, mas com relação ao resto há pouco espaço para tentar resistir.
É preciso ter sempre claro qual a conjunção de fatores nos trouxeram à devastação.
Virada de Boulos já não é utopia
Por Fernando Brito, em seu blog:
Nada mais revelador da visão que a elite impõe à classe média do que aquilo com que a tucanérrima apresentadora do Roda Viva, Vera Magalhães, procurou desqualificar as propostas de Guilherme Boulos, ontem, no Roda Viva, dizendo que parecia “muito utópico” – no que, aliás, foi muito bem rebatida pelo candidato, que ironizou a São Paulo “perfeita” da propaganda de Bruno Covas.
É que eles fazem assim: desqualificam os sonhos, os desejos, a grandeza dos sentimentos humanos de fraternidade, dizendo que são irreais e que o importante é a “gestão”, o ser prático, mesmo que essa praticidade seja miséria, pobreza, juventude atirada ao descaminho, pobres para sempre pobres e a convivência humana eternamente conflituosa.
Nada mais revelador da visão que a elite impõe à classe média do que aquilo com que a tucanérrima apresentadora do Roda Viva, Vera Magalhães, procurou desqualificar as propostas de Guilherme Boulos, ontem, no Roda Viva, dizendo que parecia “muito utópico” – no que, aliás, foi muito bem rebatida pelo candidato, que ironizou a São Paulo “perfeita” da propaganda de Bruno Covas.
É que eles fazem assim: desqualificam os sonhos, os desejos, a grandeza dos sentimentos humanos de fraternidade, dizendo que são irreais e que o importante é a “gestão”, o ser prático, mesmo que essa praticidade seja miséria, pobreza, juventude atirada ao descaminho, pobres para sempre pobres e a convivência humana eternamente conflituosa.
Sindicalismo deve subir às bases
Tenho insistido em que as direções sindicais aproveitem o que resta do ano para se aproximarem de suas bases utilizando todos os recursos da comunicação eletrônica e forçando (com segurança sanitária) a comunicação presencial.
Uma nova motivação para isto acaba de acontecer com a publicação, pelo Dieese, do boletim “De olho nas negociações”. Nele, totalizados os resultados das negociações salariais de 2020, até outubro, quase metade delas não conseguiu repor a inflação e as que conseguiram, ou empataram ou avançaram muito pouco.
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