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| Charge: Gilmal/BNC |
Flávio Bolsonaro está na situação do sujeito que imagina liderar um grupo, mas não lidera nem os irmãos que fazem parte da turma. E ainda ouve desaforos.
O filho ungido pelo pai não tem o controle do bolsonarismo sem Bolsonaro, porque nunca fez política no braço. Falta tutano para Flávio.
Ele era o empreendedor da família, o multiplicador de patrimônio, o homem da teologia da prosperidade. Não participava do embate de Brasília e não tinha a vocação de Eduardo para o confronto, a retórica e o ativismo nas redes sociais.
Por isso está perdido, desprezado pela facção de Nikolas Ferreira, sendo chamado de ingênuo por Carluxo e esnobado por Michelle. Flávio só tem mesmo o apoio do pai e o suporte agora protocolar de Tarcísio de Freitas.





