Bob Civita, dono do Grupo Abril, tem se apresentado como
vítima dos inimigos da liberdade de imprensa. Sua revista faz apelos à unidade dos barões da mídia contra as redes sociais, que acusam a Veja de ligação com o
crime organizado. Civita teme ser chamado para depor na CPI do Cachoeira. Diante
destes cruéis ataques, uma singela sugestão ao capo da Veja. Por que ele não adere ao
twitter?
terça-feira, 15 de maio de 2012
De @demostenes para Bob Civita
Brasil e Inglaterra diante da mídia
Por Venício A. de Lima, na revista Teoria e Debate:
A Inglaterra do século 17 constitui a referência moderna obrigatória para o entendimento da liberdade de expressão republicana centrada navita activa e no autogoverno. A terra de John Milton e Tom Paine tem sido um dos palcos fundamentais do debate entre republicanos e liberais em torno da ideia de liberdade, ao mesmo tempo em que lá se constituíram modelos importantes de prestação do serviço público de radiodifusão (BBC), de regulamentação (OfCom) e de autorregulamentação (PCC) das atividades da mídia.
A Inglaterra do século 17 constitui a referência moderna obrigatória para o entendimento da liberdade de expressão republicana centrada navita activa e no autogoverno. A terra de John Milton e Tom Paine tem sido um dos palcos fundamentais do debate entre republicanos e liberais em torno da ideia de liberdade, ao mesmo tempo em que lá se constituíram modelos importantes de prestação do serviço público de radiodifusão (BBC), de regulamentação (OfCom) e de autorregulamentação (PCC) das atividades da mídia.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Nota da PF deixa Gurgel em apuros
Por Luciana Lima, na Agência Brasil:
A Polícia Federal (PF) informou hoje (14), por meio de nota, que não houve qualquer pedido feito à subprocuradora da República, Cláudia Sampaio, a respeito da Operação Vegas, que investigou as atividades ilegais do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. No documento, a PF contestou as informações prestadas pela subprocuradora de que o inquérito teria sido arquivado a pedido do delegado Raul Alexandre Marque de Sousa, que conduziu as investigações.
A Polícia Federal (PF) informou hoje (14), por meio de nota, que não houve qualquer pedido feito à subprocuradora da República, Cláudia Sampaio, a respeito da Operação Vegas, que investigou as atividades ilegais do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. No documento, a PF contestou as informações prestadas pela subprocuradora de que o inquérito teria sido arquivado a pedido do delegado Raul Alexandre Marque de Sousa, que conduziu as investigações.
Veja e o robô que não era robô
Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:
A revista “Veja”, antes da curiosa parceria com o bicheiro Cachoeira, era conhecida pela criatividade. Não deixa de ser uma boa qualidade no jornalismo: textos, títulos, ilustrações criativas são sempre benvindos. Desde que se baseiem em fatos.
Fatos não são o forte de “Veja”: dólares para o PT trazidos em caixas de whisky (que ninguém nunca viu), contas no exterior de gente ligada ao lulismo (jamais encontradas, mas noticiadas como verdadeiras), queda de Hugo Chavez em 2002 (comemorada antes da hora, com uma capa vergonhosa), grampo sem áudio (hoje, graças a outros grampos com áudio do esquema cachoeira, sabe-se porque o grampo sem áudio virou notícia na “Veja”)…
A revista “Veja”, antes da curiosa parceria com o bicheiro Cachoeira, era conhecida pela criatividade. Não deixa de ser uma boa qualidade no jornalismo: textos, títulos, ilustrações criativas são sempre benvindos. Desde que se baseiem em fatos.
Fatos não são o forte de “Veja”: dólares para o PT trazidos em caixas de whisky (que ninguém nunca viu), contas no exterior de gente ligada ao lulismo (jamais encontradas, mas noticiadas como verdadeiras), queda de Hugo Chavez em 2002 (comemorada antes da hora, com uma capa vergonhosa), grampo sem áudio (hoje, graças a outros grampos com áudio do esquema cachoeira, sabe-se porque o grampo sem áudio virou notícia na “Veja”)…
A Veja quer censurar a internet
Do sítio da CartaCapital:
A revista Veja tem medo do jogo da velha. O jogo da velha, no caso, são as hashtags, antecedidas pelo sinal #, para destacar vozes numa multidão de internautas – bobagens em alguns casos, mobilizações, em outros.
A revista Veja tem medo do jogo da velha. O jogo da velha, no caso, são as hashtags, antecedidas pelo sinal #, para destacar vozes numa multidão de internautas – bobagens em alguns casos, mobilizações, em outros.
Gurgel deve explicações ao país
Por Luis Nassif, em seu blog:
O Procurador Geral da República Roberto Gurgel deve explicações ao país. Mais do que nunca, deve explicações. Duas explicações, aliás.
A primeira sobre os motivos que o levaram, em 2009, a abortar a Operação Las Vegas, da Polícia Federal.
A mentira da Veja sobre os "robôs"
A edição da Veja desta semana traz matéria que constitui uma das mais grosseiras tentativas de manipulação do público entre tantas outras que a revista vem praticando ao longo dos anos. Sob chamada de capa que cita “Táticas de guerrilha para manipular as redes sociais”, a matéria acusa o PT de fraudar a rede social Twitter através do uso de “robôs” que enviariam mensagens contra Veja.
Alexandre Pires, mídia e racismo
Por Dennis de Oliveira, na revista Fórum:
“Sinto-me profundamente chocado com qualquer leitura racista ou sexista num clipe protagonizado por mim, negro com orgulho da minha cor, autor e intérprete de música romântica, sem que isso nunca tenha sido confundido com sexismo. Devemos tratar toda e qualquer brincadeira com macacos e gorilas como uma referência a ser apagada da nossa memória? King Kong, Chita, Monga, eram todos personagens com alguma leitura que não a do genuíno entretenimento? Não me consta que meu histórico deixe alguma dúvida sobre o meu respeito à mulher ou ao negro, e a edição deste filme em nenhum momento faz brotar qualquer insinuação similar.”
Levante escracha torturador de Dilma
Do sítio do Levante Popular da Juventude:
Cem jovens do Levante Popular da Juventude fizeram o esculhacho do tenente-coronel reformado Maurício Lopes Lima, que foi reconhecido pela presidenta Dilma Roussef como torturador da Operação Bandeirante, no município do Guarujá, no litoral de São Paulo (Rua Tereza Moura, 36).
Cem jovens do Levante Popular da Juventude fizeram o esculhacho do tenente-coronel reformado Maurício Lopes Lima, que foi reconhecido pela presidenta Dilma Roussef como torturador da Operação Bandeirante, no município do Guarujá, no litoral de São Paulo (Rua Tereza Moura, 36).
A resistência à taxação de fortunas
Do sítio Vermelho:
O projeto que cria a Contribuição Social das Grandes Fortunas (CSGF) deve voltar à pauta de votação na Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (16). A relatora do projeto, a deputada e médica Jandira Feghali (PCdoB-RJ), lamentou a manobra que impediu a aprovação na semana passada. Apesar das resistências de alguns parlamentares, Jandira luta pela aprovação da matéria que destinará mais verba para a saúde.
O projeto que cria a Contribuição Social das Grandes Fortunas (CSGF) deve voltar à pauta de votação na Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (16). A relatora do projeto, a deputada e médica Jandira Feghali (PCdoB-RJ), lamentou a manobra que impediu a aprovação na semana passada. Apesar das resistências de alguns parlamentares, Jandira luta pela aprovação da matéria que destinará mais verba para a saúde.
Festa de aniversário do Barão de Itararé
Por Altamiro Borges
Na próxima sexta-feira (18), o Centro de Estudos Barão de
Itararé fará uma merecida festa para comemorar os seus dois anos de aniversário.
O jantar comemorativo será realizado no restaurante Villa Tavola, no boêmio
bairro do Bixiga. Como o Barão vive no vermelho, a festa custará R$ 80, com
direito a comida e bebida à vontade e ao show de chorinho do grupo do
jornalista Luis Nassif.
domingo, 13 de maio de 2012
Veja cria o Boimate 2. Patético!
Por Antônio Mello, em seu blog:
Todo mundo se lembra da maior mancada da imprensa brasileira de todos os tempos, o caso boimate.
O " fruto da carne", derivado da fusão da carne do boi e do tomate, batizado com o sugestivo nome de boimate, constituiu-se, sem dúvida, no mais sensacional " fato científico" de 1983, pelo menos para a revista Veja, em sua edição de 27 de abril. Na verdade, trata-se da maior " barriga" (notícia inverídica) da divulgação científica brasileira.
Todo mundo se lembra da maior mancada da imprensa brasileira de todos os tempos, o caso boimate.
O " fruto da carne", derivado da fusão da carne do boi e do tomate, batizado com o sugestivo nome de boimate, constituiu-se, sem dúvida, no mais sensacional " fato científico" de 1983, pelo menos para a revista Veja, em sua edição de 27 de abril. Na verdade, trata-se da maior " barriga" (notícia inverídica) da divulgação científica brasileira.
Gurgel usa mensalão para se blindar
Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:
Uma coisa que os últimos anos têm ensinado à sociedade brasileira é que, numa democracia, não existem cidadãos acima da lei. Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça, surpreendeu o país pela dureza com a qual denunciou “os bandidos de toga”, referindo-se à corrupção no judiciário. Bem, procuradores também usam toga. Operações da Polícia Federal vem desbaratando quadrilhas onde operavam as mais graduadas autoridades do Estado: desembargadores, promotores, juízes, governadores, senadores, delegados, deputados. Todos aqueles cargos pomposos a quem o imaginário popular atribuía quase mítica invulnerabilidade, apareceram na imprensa como acusados por graves crimes de corrupção, foram presos, condenados ou estão vias de sê-lo.
Uma coisa que os últimos anos têm ensinado à sociedade brasileira é que, numa democracia, não existem cidadãos acima da lei. Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça, surpreendeu o país pela dureza com a qual denunciou “os bandidos de toga”, referindo-se à corrupção no judiciário. Bem, procuradores também usam toga. Operações da Polícia Federal vem desbaratando quadrilhas onde operavam as mais graduadas autoridades do Estado: desembargadores, promotores, juízes, governadores, senadores, delegados, deputados. Todos aqueles cargos pomposos a quem o imaginário popular atribuía quase mítica invulnerabilidade, apareceram na imprensa como acusados por graves crimes de corrupção, foram presos, condenados ou estão vias de sê-lo.
Por que Veja tem medo?
Por Maurício Caleiro, no blog Cinema & Outras Artes:
Tão logo Lula foi eleito presidente, ao final de 2002, a oposição capitaneada pelo PSDB e pelo PFL adotou o moralismo denunciativo como estratégia virtualmente única de atuação política. Para tanto, teve como parceira fundamental o grosso da mídia corporativa.
Tão logo Lula foi eleito presidente, ao final de 2002, a oposição capitaneada pelo PSDB e pelo PFL adotou o moralismo denunciativo como estratégia virtualmente única de atuação política. Para tanto, teve como parceira fundamental o grosso da mídia corporativa.
Demóstenes, Cachoeira e a Veja
Por Vinicius Mansur, no sítio Carta Maior:
Após a oitiva do delegado federal, Matheus Mela Rodrigues, promovida na última quinta-feira (10) pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, alguns parlamentares se apressaram em livrar o editor da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior, de envolvimento criminoso com o esquema investigado.
Após a oitiva do delegado federal, Matheus Mela Rodrigues, promovida na última quinta-feira (10) pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, alguns parlamentares se apressaram em livrar o editor da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior, de envolvimento criminoso com o esquema investigado.
A luta pela regulação da mídia
Por André Cintra, no sítio da Fundação Maurício Grabois:
Se há consenso de que o conjunto dos partidos políticos e dos movimentos sociais ainda não abraçou de fato a bandeira da democratização da mídia, o seminário “Desafios da Liberdade de Expressão” surpreendeu. Promovido nesta sexta-feira (04/05), no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, o evento do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) reuniu quase 200 militantes de legendas e fundações partidárias, entidades sociais e outras organizações da sociedade civil.
Se há consenso de que o conjunto dos partidos políticos e dos movimentos sociais ainda não abraçou de fato a bandeira da democratização da mídia, o seminário “Desafios da Liberdade de Expressão” surpreendeu. Promovido nesta sexta-feira (04/05), no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, o evento do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) reuniu quase 200 militantes de legendas e fundações partidárias, entidades sociais e outras organizações da sociedade civil.
Vale a pena pagar para ver TV?
Por Laurindo Lalo Leal Filho, na Revista do Brasil:
Houve tempo em que identificávamos os canais de TV pelos números. “O programa passou no 4 ou no 7? Ou será que foi no 2”. Não era assim? Os canais iam do 2 ao 13 que, com os intervalos entre um e outro, somavam sete nas grandes cidades. Ninguém, àquela altura, poderia imaginar que existiriam um dia canais 127 ou 519. Ainda por cima pagos.
Houve tempo em que identificávamos os canais de TV pelos números. “O programa passou no 4 ou no 7? Ou será que foi no 2”. Não era assim? Os canais iam do 2 ao 13 que, com os intervalos entre um e outro, somavam sete nas grandes cidades. Ninguém, àquela altura, poderia imaginar que existiriam um dia canais 127 ou 519. Ainda por cima pagos.
Heraldo Pereira e o racismo na Globo
Por Fernando Paulino, no sítio Fazendo Media:
Recebi sua mensagem informando que você estará no Rio, esta semana, a convite da Cojira-Rio, para o lançamento da segunda edição do Prêmio Abdias Nascimento. Grato pela informação. O que me surpreendeu foi sua convocação para um debate – “Peço que apareça para debater comigo”. Mas quem, em verdade, me convida para uma discussão: você, a Cojira, a Globo, a Fundação Ford? Isso não ficou explícito.
Olá Heraldo!
Recebi sua mensagem informando que você estará no Rio, esta semana, a convite da Cojira-Rio, para o lançamento da segunda edição do Prêmio Abdias Nascimento. Grato pela informação. O que me surpreendeu foi sua convocação para um debate – “Peço que apareça para debater comigo”. Mas quem, em verdade, me convida para uma discussão: você, a Cojira, a Globo, a Fundação Ford? Isso não ficou explícito.
A Veja e o pacto com o diabo
Por Mauricio Dias, na CartaCapital:
Argumenta a direção de Veja, apoiada por um grupo de acólitos furibundos e direitistas desnorteados, que os repórteres da revista, em razão da natureza da reportagem, mantiveram relações perigosas com Carlinhos Cachoeira como, às vezes, exige a insalubridade da missão do profissional em busca de informações importantes para conhecimento da sociedade.
Há registro de mais de 200 telefonemas trocados entre os repórteres e Cachoeira, uma fonte de onde jorraram algumas das principais “investigações” daquela revista semanal.
Argumenta a direção de Veja, apoiada por um grupo de acólitos furibundos e direitistas desnorteados, que os repórteres da revista, em razão da natureza da reportagem, mantiveram relações perigosas com Carlinhos Cachoeira como, às vezes, exige a insalubridade da missão do profissional em busca de informações importantes para conhecimento da sociedade.
Há registro de mais de 200 telefonemas trocados entre os repórteres e Cachoeira, uma fonte de onde jorraram algumas das principais “investigações” daquela revista semanal.
Policarpo Junior, pede pra sair
Por Marco Antonio Araujo, no blog O Provocador:
Dias atrás eu defendi que a Veja demitisse o seu editor-chefe, senhor Policarpo Junior. Hoje eu pensei melhor. Na verdade, o que se espera do jornalista e assessor de bicheiro é que peça demissão. O moço simplesmente não sabia da ligação do senador Demóstenes Torres com Carlinhos Cachoeira! Isso mesmo. Editor-chefe da revista, íntimo dos poderosos e nada sabia. Que jornalista mais mal informado!
Dias atrás eu defendi que a Veja demitisse o seu editor-chefe, senhor Policarpo Junior. Hoje eu pensei melhor. Na verdade, o que se espera do jornalista e assessor de bicheiro é que peça demissão. O moço simplesmente não sabia da ligação do senador Demóstenes Torres com Carlinhos Cachoeira! Isso mesmo. Editor-chefe da revista, íntimo dos poderosos e nada sabia. Que jornalista mais mal informado!
A coragem de Dilma Rousseff
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:
Banqueiros. Latifundiários. Militares. Quem mais teria coragem de enfrentar os interesses destas corporações em assuntos considerados intocáveis até outro dia, como queda de juros, reforma do Código Florestal e criação da Comissão da Verdade, verdadeiros tabus históricos?
Cachoeira também banhou Beto Richa?
Por Altamiro Borges
A Operação Monte Carlo da Polícia Federal continua causando
estragos. O ex-demo Demóstenes Torres morreu politicamente. Sua cassação já é
dada como certa. O governador tucano Marconi Perillo está cada vez mais
enrolado. E o deputado Carlos Leréia faz ameaças ao PSDB para não ser rifado. O fato novo, agora, é o possível envolvimento
do governador Beto Richa, do Paraná, com a máfia de Carlinhos Cachoeira. A
revista Época desta semana traz uma reportagem que aranha a imagem do ambicioso
tucano.
Tuitaço esmaga insetos da Veja
Por Altamiro Borges
Desesperada, a revista Veja desta semana decidiu partir para
o ataque com o nítido propósito de impedir a convocação dos capos da famiglia
Civita para depor na CPI do Cachoeira. Malandra, alardeou na sua capa que a “imprensa
acende a luz”, tentando agregar a máfia midiática, e escolheu seu alvo: a
blogosfera e as redes sociais. Acusou os ativistas digitais de “insetos”, “robôs”
e “petralhas amestrados”. Mas ela se deu mal. Pela terceira vez em menos de um
mês, a revista foi desmascarada e desmoralizada no twitter.
Thor é indiciado: Huck queima a língua
Por Altamiro Borges
O filho do bilionário Eike Batista vai responder na Justiça
pelo acidente que matou o jovem Wanderson Silva. “Cerca de dois meses após
atropelar e matar um ciclista na BR-040 (Rio-Petrópolis), Thor Batista foi
indiciado por homicídio culposo”, relata O Globo. A perícia policial constatou que seu
veículo estava a 135 Km/hora no momento do acidente. A velocidade permitida na via
é de 110 Km/h.
sábado, 12 de maio de 2012
Gurgel: arquivador-geral da República
Por Altamiro Borges
A revista IstoÉ desta semana traz uma reportagem que pode implodir
a blindagem orquestrada por jornalões, ministros do STF e líderes demotucanos para
proteger Roberto Gurgel. Se bobear, o procurador-geral vai ganhar o apelido de
arquivador-geral da República. De quebra, como qualquer cidadão que não está
acima da lei, ele poderá ser chamado para depor da CPI do Cachoeira.
Folha e os carros emprestados à Oban
Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:
No Brasil a guerra fria ainda não acabou. O anticomunismo vive. Ser “de esquerda” é considerado pejorativo pelo jornal mais importante do país.
Notaram como Demóstenes Torres nunca foi classificado como “de direita”?
Vejamos as repercussões da escolha dos integrantes da Comissão da Verdade, criada para apurar os crimes da ditadura militar, segundo a Folha.
No Brasil a guerra fria ainda não acabou. O anticomunismo vive. Ser “de esquerda” é considerado pejorativo pelo jornal mais importante do país.
Notaram como Demóstenes Torres nunca foi classificado como “de direita”?
Vejamos as repercussões da escolha dos integrantes da Comissão da Verdade, criada para apurar os crimes da ditadura militar, segundo a Folha.
Ditadura, nunca mais!
Por Tereza Cruvinel, no blog Tema Livre:
Os sete nomes escolhidos pela presidente Dilma Rousseff para compor a Comissão da Verdade justificam, pela qualidade e representatividade, a demora do anúncio e o atraso de sete meses na instalação, que impacientaram organizações de defesa dos direitos humanos e grupos de vítimas e de parentes de mortos e desaparecidos durante a ditadura.
Os sete nomes escolhidos pela presidente Dilma Rousseff para compor a Comissão da Verdade justificam, pela qualidade e representatividade, a demora do anúncio e o atraso de sete meses na instalação, que impacientaram organizações de defesa dos direitos humanos e grupos de vítimas e de parentes de mortos e desaparecidos durante a ditadura.
Agripino e Serra: laços explosivos
Acusação de que senador Agripino teria recebido R$ 1 milhão ilegalmente pode explodir também no colo de Serra.
O pavio que ligaria as duas bombas tem nome e função: João Faustino, suplente do senador José Agripno Maia, presidente do DEM. Faustino aparece na imagem ao lado acompanhando José Serra em sua campanha à presidência em 2010, junto ao senador Agripino e à governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini.
Os sete nomes da Comissão da Verdade
Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:
A presidenta Dilma indicou, finalmente, os sete integrantes da Comissão da Verdade – que vai investigar os crimes ocorridos durante a ditadura militar. Chama a atenção o pluralismo: houve a preocupação de indicar pelo menos duas personalidades que possuem (ou possuíram) ligações estreitas com os tucanos - Paulo Sergio Pinheiro e José Carlos Dias. Aliás, ressalte-se que as primeiras iniciativas de “reparações” a presos e torturados pela ditadura foram tomadas no governo de FHC.
A presidenta Dilma indicou, finalmente, os sete integrantes da Comissão da Verdade – que vai investigar os crimes ocorridos durante a ditadura militar. Chama a atenção o pluralismo: houve a preocupação de indicar pelo menos duas personalidades que possuem (ou possuíram) ligações estreitas com os tucanos - Paulo Sergio Pinheiro e José Carlos Dias. Aliás, ressalte-se que as primeiras iniciativas de “reparações” a presos e torturados pela ditadura foram tomadas no governo de FHC.
A face nazista da ditadura brasileira
Por Frei Betto, no sítio da Adital:
O regime militar, que governou o Brasil entre 1964 e 1985, merece, agora, ser comparado ao nazismo.
Veja-Cachoeira: encontros da quadrilha
Por Vinicius Mansur, no sítio Carta Maior:
Um levantamento do inquérito 3430, resultado da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal (PF), indica que o editor da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior, e a quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira se encontraram presencialmente, pelo menos, 10 vezes. Só com Cachoeira foram 4 encontros.
Um levantamento do inquérito 3430, resultado da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal (PF), indica que o editor da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior, e a quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira se encontraram presencialmente, pelo menos, 10 vezes. Só com Cachoeira foram 4 encontros.
A mídia e os eternos chapa-branca
Por Mino Carta, na CartaCapital:
O jornal O Globo toma as dores da revista Veja e de seu patrão na edição de terça 8, e determina: “Roberto Civita não é Rupert Murdoch”. Em cena, o espírito corporativo. Manda a tradição do jornalismo pátrio, fiel do pensamento único diante de qualquer risco de mudança.
O jornal O Globo toma as dores da revista Veja e de seu patrão na edição de terça 8, e determina: “Roberto Civita não é Rupert Murdoch”. Em cena, o espírito corporativo. Manda a tradição do jornalismo pátrio, fiel do pensamento único diante de qualquer risco de mudança.
A mudança no mapa político da Europa
Por João Novaes, no sítio Opera Mundi:
Ao fim de fevereiro, o mapa político da Europa estava pintado de azul. Indignados pelo agravamento da crise das dívidas soberanas e atemorizados por uma campanha de medo que alardeava consequências apocalípticas caso as medidas de austeridade fiscal não fossem aplicadas, os eleitores europeus votavam sistematicamente em candidatos de direita com orientação econômica liberal – os preferidos pelos mercados. A União Europeia chegou ao ponto de ter 23 de seus 27 membros (incluindo todos os países mais fortes economicamente) comandados por partidos harmoniosamente alinhados com as determinações da Troika (grupo formado pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu), capitaneados pela chanceler alemã Angela Merkel. A receita para combater a crise, seguida à risca por eles, parecia única: cortes em serviços públicos, aumento da idade de aposentadorias e reduções salariais para aposentados e funcionários públicos, entre outros.
Ao fim de fevereiro, o mapa político da Europa estava pintado de azul. Indignados pelo agravamento da crise das dívidas soberanas e atemorizados por uma campanha de medo que alardeava consequências apocalípticas caso as medidas de austeridade fiscal não fossem aplicadas, os eleitores europeus votavam sistematicamente em candidatos de direita com orientação econômica liberal – os preferidos pelos mercados. A União Europeia chegou ao ponto de ter 23 de seus 27 membros (incluindo todos os países mais fortes economicamente) comandados por partidos harmoniosamente alinhados com as determinações da Troika (grupo formado pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu), capitaneados pela chanceler alemã Angela Merkel. A receita para combater a crise, seguida à risca por eles, parecia única: cortes em serviços públicos, aumento da idade de aposentadorias e reduções salariais para aposentados e funcionários públicos, entre outros.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
PSDB treme diante de Leréia
Por Altamiro Borges
Pelo jeito o deputado Carlos Alberto Leréia, amigo íntimo do
mafioso Carlinhos Cachoeira, conhece bastante as sujeiras no ninho tucano. Algumas
lideranças do PSDB até chegaram a defender o seu desligamento do partido, mas
logo recuaram. Segundo a Folha de hoje, o partido que se dizia ético, a exemplo
de Demóstenes Torres, “evita decidir o destino de deputado ligado a Cachoeira”.
TCU e o erro nas contas de luz
Por Altamiro Borges
Nos próximos dias, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidirá
sobre o grave erro na cobrança das contas de luz efetuado pelas 63 companhias
de energia do país. Se vingar o interesse público e não o das poderosas empresas,
elas serão obrigadas a devolver aos clientes os valores cobrados indevidamente
durante sete anos. Segundo cálculos do próprio TCU, o furto totaliza R$ 7
bilhões!
Gurgel não é um santo intocável
Por Altamiro Borges
Roberto Gurgel, procurador-geral da República, virou o novo
santo intocável das elites. Diante da possibilidade dele ser convocado para depor
na CPI do Cachoeira, devido a sua omissão na apuração dos crimes do mafioso, tenta-se
formar uma blindagem para protegê-lo. Líderes do PSDB e do DEM, ministros do Supremo
Tribunal Federal e a mídia demotucana unem-se em sua defesa.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Roberto Gurgel também é humorista
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:
Se tivesse que definir o Zeitgeist (clima intelectual e cultural do mundo em uma determinada época) de nosso tempo, diria que vivemos a era da hipocrisia e da desfaçatez. E tal fenômeno não é afeito só ao Brasil, mas ao mundo, à época em que vivemos.
Se tivesse que definir o Zeitgeist (clima intelectual e cultural do mundo em uma determinada época) de nosso tempo, diria que vivemos a era da hipocrisia e da desfaçatez. E tal fenômeno não é afeito só ao Brasil, mas ao mundo, à época em que vivemos.
Nassif ganha direito de resposta na Veja
Por Luis Nassif, em seu blog:
Acabo de receber de meu advogado Marcel Leonardi cópia da sentença do juiz Gustavo Dall'olio, da Vara Civel de Pinheiros, condenando a Editora Abril a me conceder Direito de Resposta na revista Veja, em vista do ataque sofrido na coluna de Diogo Mainardi.
Acabo de receber de meu advogado Marcel Leonardi cópia da sentença do juiz Gustavo Dall'olio, da Vara Civel de Pinheiros, condenando a Editora Abril a me conceder Direito de Resposta na revista Veja, em vista do ataque sofrido na coluna de Diogo Mainardi.
Cadê os áudios do escândalo Cachoeira?
Por José Dirceu, em seu blog:
Em seu comentário domingueiro sobre a própria Folha de S. Paulo e a mídia em geral, sob o titulo "Tema proibido", a ombudsman do jornal, Suzana Singer, levanta corretamente algumas questões e coloca o dedo na ferida que continua sangrando enquanto a mídia não divulgar todos os áudios sobre as relações de Veja com Carlos Cachoeira-Demóstenes Torres.
Virada Cultural será investigada
Por Mario Henrique de Oliveira, no sítio SPressoSP:
Em reunião da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de São Paulo realizada na manhã desta quarta-feira, 09/05, foi aprovado o requerimento do vereador Donato (PT) para a convocação dos envolvidos no suposto esquema de fraudes a licitações e de favorecimento a algumas empresas para a realização da Virada Cultural.
Comissão da Verdade e a democracia
Editorial do sítio Vermelho:
A presidente Dilma Rousseff deu, nesta quinta feira (10), o passo necessário e esperado pelo Brasil: indicou os nomes que formarão a Comissão da Verdade, que será integrada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça Gilson Dipp, o ex-procurador-geral da República Cláudio Fontelles, o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, o embaixador Paulo Sérgio Pinheiro, a psicanalista Maria Rita Kehl e os advogados Rosa Maria Cardoso da Cunha e José Paulo Cavalcanti Filho.
Fim de linha para Gurgel
Por Renato Rovai, na revista Fórum:
Foi um péssimo advogado de si mesmo. E o conteúdo das frases que disse deixam claro duas coisas.
O Procurador Geral da República saiu em sua própria defesa na tarde de ontem.
Foi um péssimo advogado de si mesmo. E o conteúdo das frases que disse deixam claro duas coisas.
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