domingo, 6 de outubro de 2013

Nem Dilma salva governadora do DEM

Por Altamiro Borges

Na semana passada, durante uma solenidade em Ceará-Mirim, na região metropolitana de Natal (RN), a única governadora no país do DEM, Rosalba Ciarlini, foi ruidosamente vaiada. A presidenta Dilma Rousseff, que inaugurou três unidades do Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Norte, até tentou contornar a situação e pediu calma aos presentes. Não adiantou e até sobrou um pequeno apupo para ela também - que foi bastante aplaudida. Segundo registro da Folha, a demo foi "vaiada do início ao fim de seu discurso de sete minutos no evento... Rosalba interrompeu seu discurso diante do barulho das vaias. Estudantes apontavam o polegar para baixo e gritaram 'fora' ao fim da fala da governadora".

Aécio mente na TV e é desmascarado

Devassa e a propaganda abusiva

Por Altamiro Borges

O Ministério da Justiça abriu nesta semana processo administrativo contra uma campanha publicitária da cerveja Devassa, considerada abusiva pelo Procon Espírito Santo. A empresa poderá ser multada em até R$ 6 milhões. A abjeta propaganda lança a cerveja "Tropical Dark" e mostra uma mulher negra, num vestido vermelho decotado, e a mensagem: "É pelo corpo que se reconhece a verdadeira negra".

Marina quer derrotar o “chavismo”

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Por José Carlos Ruy, no sítio Vermelho:

As reações e mobilizações que se seguiram à decisão do TSE, nesta quinta-feira (3), que não aceitou dar um "jeitinho" para legalizar da Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, dão uma ideia das dificuldades que os conservadores encontrarão pela frente na eleição de 2014.

O caos no troca-troca partidário

Por Hylda Cavalcanti, na Rede Brasil Atual:

Encerrado o prazo para que possam ser feitas mudanças de legenda necessárias por parlamentares diversos em todo o país para as eleições de 2014, o quadro político ainda é confuso, mostra filiações surpreendentes e acertos inusitados. As articulações ficaram ainda mais quentes com o debate sobre para onde iriam migrar os que integrariam a Rede de Sustentabilidade – e que desde a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de proibir o partido da ex-senadora Marina Silva, no último dia 3, de ser formalizado, fizeram intensas reuniões antes de decidir se instalar no interior do PSB.

As festas dos ricaços paulistas nos EUA

Por Leonardo Sakamoto, em seu blog:

Uma amiga postou este artigo publicado no New York Times que trata dos paulistanos que vão para Nova Iorque produzir suas caras festas: São Paulo Parties on the Hudson.

Viajar é legal. Balada é legal. Mas bom senso também seria legal.

De acordo com um dos entrevistados: “Pessoas gostam de ir a festas em Nova Iorque porque podem colocar suas jóias e vestir suas bolsas legais e não se preocupar”.

As causas da mobilização indígena

Por Marcelo Degrazia, no sítio Outras Palavras:

A Mobilização Nacional Indígena, deflagrada ao longo desta semana, é uma luta pela defesa dos direitos indígenas adquiridos e para barrar uma avalanche devastadora, lideradas pela Frente Parlamentar do Agronegócio. A luta é pela terra, sua posse e uso. A convocação foi da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e envolve organizações indígenas e indigenistas de diversas partes do país, agora articuladas e em luta.

Marina Silva cai na rede do PSB

Ilustração: Renato Aroeira
Por Antonio Lassance, no sítio Carta Maior:

De sustentabilidade em sustentabilidade, Marina Silva se filia a seu terceiro partido. Após as eleições de 2014, ela fará nova troca, ingressando em sua Rede. Será uma média de quase um novo partido a cada um ano e meio.

A dobradinha com Eduardo Campos, que em ataque de sinceridade, Marina chamou de "coligação pragmática", surpreendeu apoiadores do PSB e, mais ainda, da Rede. Muitos consideram o PSB um "mal necessário". Outros acham que Marina cometeu um erro estratégico, que vai chamuscar sua imagem pública, torná-la refém de Eduardo Campos, ligá-la a aliados indigestos do PSB, como os Bornhausen, em Santa Catarina, e, assim, afastar marineiros cujo estômago não está preparado para engolir tantos sapos. A Rede que queria Marina como candidata a presidente a aceita menos como vice de Campos, tido como um político menor, perto de sua líder.

Amarildo e a cultura da violência

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

O caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo Dias de Souza, que nunca mais foi visto após ser detido por policiais militares, no dia 14 de julho, está para ser desvendado. Segundo os jornais dea sexta-feira (4/10), ele foi torturado até a morte por agentes responsáveis pela Unidade de Polícia Pacificadora da favela da Rocinha, no Rio, onde morava. O delegado que investiga o caso não chegou a uma conclusão sobre o destino dado aos seus restos mortais, mas vai indiciar dez policiais militares que se encontravam em serviço na UPP naquele dia, inclusive o comandante.

sábado, 5 de outubro de 2013

Faltam ideias e sobram frases feitas

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

É bom que Marina participe das eleições de 2014. Mas ela tem que mostrar muito mais substância do que mostrou na cerimônia de sua filiação ao PSB para que possamos levá-la a sério em sua pretensão de ser a “coisa nova” na política brasileira.

Se você espreme a fala de Marina não vai encontrar uma única ideia original, inovadora, capaz de derrubar queixos.

Marina se rende à "velha política"

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

Estava na cara que ela não ficaria fora do jogo. Até o governo Dilma já contava com a candidatura presidencial de Marina Silva, como escrevi aqui mesmo nesta quinta-feira na coluna "Planalto conta com Marina candidata mesmo sem Rede".

O que ninguém esperava é que a ex-senadora se oferecesse para ser vice de Eduardo Campos, do PSB, o candidato dissidente da base aliada do governo, como ela comunicou aos seus seguidores, reproduzindo o que dissera a ele, ao final de uma reunião que terminou com muito choro de marináticos na madrugada de sábado em Brasília.

Chapa Marina-Campos é pior para Aécio

Por Glauco Faria, na revista Fórum:

“Qual a diferença se for Aécio Neves, Eduardo Campos ou a Dilma? Tem diferença em relação ao modelo de desenvolvimento? Me parece que até agora todos estão no mesmo diapasão.” Era essa a opinião da então pré-candidata à presidência da República Marina Silva em entrevista concedida ao Estadão, em 23 de março deste ano. Em visita a Pernambuco, em maio, ela respondeu, ao ser indagada se haveria identificação programática com o PSB: “Vocês já perguntaram a ele (Campos) se ele tem identificação programática com a Rede?”.

Marina no PSB: O 2º turno já começou

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Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

O ingresso de Marina Silva no PSB tem implicações sobre o conjunto da campanha presidencial para 2014. Na prática, o segundo turno já começou.

Vamos entender o que aconteceu. Ao oferecer o PSB para Marina Silva, Eduardo Campos trouxe, para dentro de sua legenda, a candidata que é segunda nas pesquisas de intenção de voto. O próprio Eduardo Campos está em quarto lugar, não sai do chão e acaba de sofrer uma derrota interna importante. O governador do Ceará, Cid Gomes, deixou o PSB. Em matéria de dissidência, seria equivalente, no PSDB, a Geraldo Alckmin romper com Aécio Neves e abandonar o partido, levando embora os votos de São Paulo.

PSB e Rede montam coligação fantasma

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Por Miguel do Rosário, no blog Tijolaço:

Ninguém entendeu nada. Nem os jornalistas, nem os políticos, nem a própria Marina Silva e o próprio Eduardo Campos. Tentando disfarçar seu casuísmo desesperado de se filiar às pressas ao PSB, ela inventou uma “coligação democrática”, na verdade uma coligação fantasma entre uma legenda que não existe e um dos partidos mais pragmáticos do país.

“Cidade com desigualdade é um inferno”

Por Mariana Desidério, no jornal Brasil de Fato:

O principal problema das grandes cidades é a desigualdade social, que faz do mesmo território um espaço distinto para as diferentes classes sociais. As contradições dentro de uma mesma cidade levam ao sentimento de desencanto, que está na raiz das mobilizações que tomaram o país em junho.

A avaliação é da psicanalista Maria Rita Kehl, que é especialista em psicologia social e em psicanálise. Em entrevista ao Brasil de Fato, Maria Rita Kehl relaciona desigualdade, juventude e violência policial.

Aliança Marina-Campos muda o quadro

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Por José Dirceu, em seu blog:

Todos erraram. Os jornalões não chegaram nem perto. A Veja torcia por José Serra. Até a CartaCapital errou, ao apostar na filiação ao PPS. Mas Marina Silva e Eduardo Campos (PSB) se aliaram, como prevíamos ontem no nosso blog. E mudaram todo o quadro eleitoral para 2014.

Marina no PSB é pragmatismo na veia

Por Renato Rovai, em seu blog:

A notícia da vez em relação à decisão de Marina Silva é de que ela vai se filiar ao PSB. E que pode ser candidata a vice na chapa de Eduardo Campos. O PSB é um partido muito melhor do que a ampla maioria dos partidos políticos no Brasil. Mas não é diferente da maior parte deles. Ao contrário, talvez tenha como maior vocação o governismo. Onde há governo, o PSB é a favor. Tem sido um partido mais pragmático que o PMDB, que é acusado disso o tempo todo na mídia.

Serra: A volta do morto-vivo

Por Mauricio Dias, na revista CartaCapital:

Aparentemente, a disputa presidencial voltará ao embate já corriqueiro entre o PT e o PSDB. Tem sido assim ao longo dos últimos 20 anos. Ou seja, cinco eleições presidenciais. Pode haver uma variação no sexto confronto, em 2014, se o tucano mineiro Aécio Neves for candidato. Os paulistas estiveram presentes em todas as seis disputas pela cadeira do Planalto, em eleição direta, após a ditadura.

Como fica o jogo com Marina/Campos

Por Luis Nassif, no Jornal GGN:

Com a ida de Marina Silva para o PSB de Eduardo Campos, o jogo político torna-se interessante

Havia um conjunto de combinações possível.

Com Marina viabilizando seu partido, o jogo de 2014 seria jogado por Dilma Rousseff, Marina, Aécio Neves (ou José Serra) e Eduardo Campos.

Marina no PSB; e se Aécio desistir?

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

Confirmada a filiação de Marina ao PSB, Eduardo Campos mostra uma capacidade de articulação refinada. Mais que isso: mostra ser um jogador de xadrez com a habilidade dos russos, capaz de jogar agora, calculando os movimentos das peças três ou quatro lances adiante.

Bancos provocam; a greve continua!

Por Altamiro Borges

Num gesto típico de provocação, os bilionários banqueiros apresentaram nesta sexta-feira (4) uma contraproposta de menos de 1% de aumento real para os 450 mil assalariados do setor. A merreca foi rejeitada imediatamente pela Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que orientou os 143 sindicatos filiados no país a manterem e intensificarem a greve – que já é a maior e a mais longa da história recente dos bancários. Para Carlos Cordeiro, presidente da entidade, os bancos têm condições de oferecer mais à categoria.

Serra desistiu? Aécio que se cuide!

Montagem extraída do blog: http://pigimprensagolpista.blogspot.com.br/
Por Altamiro Borges

Em entrevista neste sábado ao jornal Estadão, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) reforçou a dúvida que atormenta os tucanos. Apesar de ter anunciado que não trocaria de partido para disputar as eleições presidenciais de 2014, o eterno candidato José Serra ainda está no páreo e vai dar muita dor de cabeça para o cambaleante Aécio Neves. “O Serra tem enorme prestígio político, pessoal, tem voto. Ele tem prestígio real e seu engajamento na campanha é muito importante para a vitória, seja ele candidato ou não. Essa decisão nós só vamos oficializar no ano que vem”.

Marina Silva se filia ao PSB

Por Altamiro Borges

Após muito suspense, o sítio da Folha deste sábado garante que a ex-senadora Marina Silva decidiu se filiar ao PSB do governador pernambucano Eduardo Campos. Ambos são potenciais candidatos às eleições presidenciais de 2014 e ainda não há informações de como resolverão a pendenga no interior da sigla. Reproduzo abaixo a matéria dos repórteres Fábio Zambeli, Natuza Nery e Ranier Bragon:

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Propinoduto tucano e "Operação França"

Por Altamiro Borges

Os tucanos devem estar muito irritados com a revista IstoÉ. Se dependesse de FHC, o exército já teria ocupado a redação do semanário - como fez para silenciar os petroleiros na greve de maio de 1995. Há dois meses a publicação produz excelentes reportagens, fartamente documentadas, sobre o chamado propinoduto tucano, que envolve poderosas multinacionais do setor de transportes - como a Siemens e a Alstom - num esquema bilionário de corrupção com os chefões do PSDB de São Paulo. O restante da mídia tenta, ao máximo, esconder o explosivo assunto. Nesta semana, porém, a IstoÉ deu mais detalhes sobre o envolvimento direto de Andrea Matarazzo, ministro do governo FHC e secretário estadual nas gestões de Mário Covas e José Serra, na maracutaia. Vale conferir a reportagem:   

Mais de 100 deputados trocam de partido

Por Altamiro Borges

Balanço parcial publicado pela Agência Brasil nesta sexta-feira (3) aponta que mais de 100 deputados federais e dois senadores já comunicaram a troca de partido à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara. O prazo legal para os parlamentares que desejarem concorrer nas eleições de 2014 por outras legendas se encerra neste sábado (5). A previsão é de que a feira partidária cresça ainda mais, o que confirma as distorções do sistema partidário nativo - que privilegia o mandatário em detrimento dos partidos e facilita o balcão de negócios com os financiadores privados das campanhas eleitorais.

Algumas verdades sobre Marina Silva

Por Altamiro Borges

Ainda curando as feridas da rejeição do registro da Rede Sustentabilidade, o deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ), um dos principais articuladores da frustrada legenda - juntamente com o tucano Walter Feldman e a "banqueira" Maria Alice Setubal, uma das herdeiras do Itaú - decidiu falar algumas duras verdades sobre a midiática Marina Silva. Em seu blog, ele cometeu o que chamou de "sincericídio". Após chiar contra a "hipocrisia cartorial" do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele não vacilou em criticar os próprios erros da ex-senadora.

O príncipe, o filósofo e o poeta

Por Izaías Almada

Considerando que o reino em que vivem está à deriva, um príncipe, um filósofo e um poeta resolveram deitar falação sobre aquilo que consideram estar errado à sua volta. “É preciso estar atento e forte”, pensaram, “não temos tempo de temer a morte”... Irmanados nos versos desta canção de conhecido menestrel do mesmo grupo litero/musical, o príncipe, o filósofo e o poeta, todos sempre prontos a disputar espaços nos mais conhecidos jornais do reino, acharam por bem – do alto de sua sabedoria – botar alguns pingos nos is e descer à ágora dos sacripantas para discordar do governo e sua corte e lançar um pouco de lenha na fogueira das vaidades e das intrigas antirrepublicanas.

Marina difere de outros políticos?

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Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Escrevo antes de o Tribunal Superior Eleitoral julgar o pedido de Marina Silva para que autorize a criação do (seu) partido “Rede Sustentabilidade” à revelia do parecer do vice-procurador-geral-eleitoral, Eugênio Aragão, que julgou que a pretensa legenda não cumpriu exigências.

Marina tem todo o direito e toda a legitimidade para criar “sua” legenda particular, que, ao que tudo indica, teria – ou terá – dono. Ou dona. E cabe à Justiça Eleitoral autorizar ou não, caso entenda que foram ou não cumpridas as exigências legais para tanto.

Por que Marina deve concorrer em 2014

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

“Tenho fé em Deus e na Justiça”, disse ontem Marina em sua conta no Twitter, horas antes da decisão do TSE sobre se sua Rede de Sustentabilidade poderia concorrer ou não em 2014.

Sua fé acabou duplamente frustrada. Sobrou o duvidoso consolo do voto de Gilmar Mendes a favor da Rede. Mas houve outros seis votos contra, e o sonho de Marina, pelo menos por ora, terminou.

Uma homenagem ao general Giap

A internet e a explosão do jornalismo

Do sítio do Centro de Estudos Barão de Itararé:

Na quinta-feira (10/10), o sociólogo e jornalista espanhol Ignacio Ramonet visita o Barão de Itararé para debater os desafios e as transformações da comunicação na era digital, a crise dos monopólios midiáticos e os horizontes da comunicação alternativa frente a esse contexto. Ao lado do jornalista e blogueiro Luis Nassif, Ramonet lançará e discutirá as questões presentes em seu último livro: A Explosão do Jornalismo - da mídia de massas às massas de mídia (Editora Publisher). A atividade terá início às 19h e acontece no auditório da sede do Barão de Itararé, em São Paulo.

Joaquim Barbosa e a vergonha no STF

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Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Numa situação constrangedora para o País, uma autoridade que responde por um dos três poderes da República decidiu empenhar-se numa operação mesquinha. Usou de sua autoridade para tentar forçar a demissão da advogada Adriana Leineker Costa, funcionária do gabinete ocupado por Ricardo Lewandovski, onde ela trabalha desde 2000. Na época em que a doutora chegou ao STF, nem o atual presidente do STF nem o vice sequer tinham o direito de imaginar que hoje em dia estariam dando expediente por ali.

A CIA e a guerra contra a Venezuela

Robert Garcia/Rebelión
Por Ángel Guerra Cabrera, no sítio da Adital:

A expulsão da chefa da missão diplomática dos Estados Unidos na Venezuela, Kelly Keiderling Franz e de seus dois colaboradores, evidencia o recrudescimento do plano para derrocar à Revolução Bolivariana. Maduro garantiu que possui provas do envolvimento dos estadunidenses na sabotagem contra a economia nacional e o setor elétrico.

Joaquim Barbosa e a ética do ódio

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Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

Joaquim Barbosa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, tem um defeito terrível em seres humanos e imperdoável em juízes.

O ódio.

Barbosa tem outro defeito, imperdoável em seres humanos e inaceitável em juízes ou em qualquer um que ocupe função pública.

E agora, Marina Silva?

Por Cadu Amaral, em seu blog:

Marina Silva não conseguiu ter o registro de seu partido - ou seria antipartido? - aprovado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Por seis votos a um, a corte eleitoral entendeu que as exigências para a criação de um partido não foram cumpridas, com destaque ao mínimo de assinaturas necessárias (492 mil) previsto em lei.

Neutralidade da rede é essencial

Por Ruan de Sousa Gabriel, no Observatório da Imprensa:

Em meio às recentes denúncias de que a presidente Dilma Rousseff e a Petrobras teriam sido espionadas por agentes ligados aos serviços de inteligência dos Estados Unidos, o governo brasileiro pediu ao Congresso Nacional que coloque em votação, em regime de urgência, o Projeto de Lei 2.126/2011, o chamado Marco Civil da Internet. A solicitação foi publicada no Diário Oficial da União no dia 11 de setembro. A partir daí, cada uma das casas do Congresso tem 45 dias para votar a proposta. Detalhe perverso: a proposta já estava parada na Câmara havia mais de um ano.

Marina: faça tudo, mas faça um favor

Por Renato Rovai, em seu blog:

Marina, acabo de ver que a criação da Rede foi rejeitada no TSE.

Marina, eu já escrevi isso aqui, mas repito outra vez. A Rede é um partido mais legítimo que muitos outros. Tanto alguns dos que já alugam suas siglas pra projetos há tempos, quanto outros que foram criados nos últimos tempos.

A Folha e a "ditabranda" do Chile

Por Caio N. de Toledo, no blog Viomundo:

A relação liberalismo e democracia, relevante e polêmica problemática teórica do pensamento político e social moderno, pode ser bem ilustrada por um episódio editorial recente no Brasil.

Para “não passar em branco” os 40 anos do golpe militar contra o governo democrático-popular de Salvador Allende, a Folha de S. Paulo – com alguns dias de atraso – publicou um artigo sobre este traumático episódio na história política e social da América Latina.

O tiro saiu pela culatra

https://www.facebook.com/vitortegom
Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:

Hoje é um dia decisivo.

Há duas grandes questões que estarão definidas ao final desta quinta-feira.

O TSE julgará a causa da Rede, se aceita ou não o seu registro. A tendência é não aceitar. Mas convêm esperar uma definição antes de fazer análises mais elaboradas.

Outra questão é o troca-troca partidário. Esta se estende até o sábado, mas hoje é o dia decisivo, porque os parlamentares costumam viajar para suas bases na sexta-feira e sábado é sábado. É hoje, portanto, que a maioria das migrações serão realizadas.

Ativismo político faz bem ao mundo

Por Adriana Cardoso, na Rede Brasil Atual:

A gente não sabemos escolher presidente/ A gente não sabemos tomar conta da gente/ A gente não sabemos nem escovar os dentes/ Tem gringo pensando que nóis é indigente/ Inútil/ A gente somos inútil. O rock irreverente da banda Ultraje a Rigor fez tanto sucesso, há quase três décadas, que acabou animando uma geração de adolescentes que mal sabia o que era canção de protesto – dada a ausência de então – a ir às ruas com a mesma irreverência. Uma camiseta com os dizeres “Já sei escovar os dentes, quero votar pra presidente” foi vista pela primeira vez num comício das Diretas em Belo Horizonte e tornou-se hit nas manifestações que tomaram o país. Na ocasião, não era incomum os jovens fazerem a própria arte das camisetas com silkscreen ou pintá-las a mão para dar seu recado.

O Barão de Itararé está te chamando

Por Lino Bocchini, na revista CartaCapital:

O Centro de Estudos Barão de Itararé é uma espécie de associação dos blogueiros de orientação progressista e outros jornalistas e entidades interessados em uma mídia mais democrática em nosso país. O “Barão”, como é conhecido, ajuda a fortalecer iniciativas alternativas e comunitárias de comunicação, desenvolve projetos de estudo e de pesquisa sobre a mídia contemporânea e investe na formação de novos comunicadores.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Os novos partidos políticos

Editorial do jornal Brasil de Fato:

Há, hoje, 32 partidos políticos legalizados em nosso país. O número poderá aumentar até dia 5/10, data limite para legalizar a criação de novos partidos e assegurar suas participações nas eleições de 2014. O Partido Republicano da Ordem Social (Pros) e o Solidariedade (SDD) obtiveram na semana passada os registros no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Está na fila - e na expectativa - o partido Rede Sustentabilidade, da ex-senadora Marina Silva.

A guerra entre índios e ruralistas

Por Marcos Aurélio Ruy, no sítio da UJS:

Um grupo de mais de 30 índios representando diversos povos indígenas realizou protesto ontem (2) no Congresso Nacional contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, que transfere do Executivo para o Congresso a prerrogativa de demarcação de terras indígenas.

Essa polêmica se arrasta há anos. A antropóloga Manuela Carneiro da Cunha escreveu hoje na Folha de S.Paulo (Tendências e Debates) criticando o projeto da bancada ruralista na Câmara dos Deputados. Segundo ela, a Constituição Federal que no sábado completará 25 anos da sua promulgação, trouxe uma mudança importante em relação ao tratamento dispensado aos índios no país.

A jornada de junho e a reforma política

Por Juarez Guimarães, no Jornal GGN:

O senso comum identifica corretamente uma razão fundamental que obstaculiza o curso da necessária reforma das leis eleitorais e instituições de representação política na democracia brasileira: a resistência conservadora e inercial do sistema político brasileiro em seu auto-reformar ou, em linguagem mais corriqueira, os “políticos” não querem perder o seu poder e os seus privilégios.

Os vazamentos do dinheiro público

Por Ladislau Dowbor, no jornal Le Monde Diplomatique-Brasil:


O Brasil não é pobre. Mas seus recursos são frequentemente mal utilizados, ou desviados, vazando pelas numerosas brechas, legais ou ilegais, quando poderiam ser produtivos. E não se trata de, como sempre, culpar o governo: são articulações públicas e privadas que deformam o processo decisório. Seguir o dinheiro ajuda a entender a dinâmica tanto deste como das deformações políticas. Cada um de nós conhece alguns aspectos e suspeita de outros. Mas vale a pena descrever os principais mecanismos e ver como se articulam.

Em defesa de uma internet livre

Por Manuela D’Ávila, no sítio Vermelho:

A liberdade de expressão, a privacidade dos cidadãos e o respeito aos direitos humanos são valores que devem estar presentes na internet. Como defendeu a presidenta Dilma Rousseff, na abertura da 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas, sem esses princípios não há efetiva democracia. Para garantir isso, é o momento de fazer uma regulação responsável para que a rede permaneça livre, democrática e segura.

O "impostômetro" e o "sonegômetro"

Por Paulo Kliass, no sítio Carta Maior:

Os pedestres que costumam caminhar pela região central da capital paulista já se habituaram à cena. No início do Viaduto do Chá, no Vale do Anhangabaú, foi instalado um grande painel, que pretende exibir a atualização instantânea dos valores relativos ao pagamento de impostos em nosso País. Passou a ser conhecido como o Impostômetro. Foi uma bela jogada de marketing político, na tentativa de se apropriar do conhecido descontentamento da população em pagar tributos, ainda mais tendo em vista a péssima qualidade dos serviços públicos oferecidos como contrapartida pela máquina do Estado.

Direita dos EUA supera a do Brasil

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Qualquer brasileiro politizado e instruído que não seja muito rico e que não integre algum esquema empresarial ou político com interesses conflitantes com um mínimo de decência humana, teme e repudia o pensamento legítimo de direita e o ideário sobre organização social que essa ideologia luta para que se torne hegemônico nos quatro cantos da Terra.

Publicidade do governo tem que mudar

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Num vídeo, Lula aparece falando num encontro do PT.

Ele se refere, em certo momento, à publicidade oficial. E diz que nenhum veículo deixou de receber dinheiro por criticá-lo.

Pela quantidade de vezes que volta ao tema, fica claro que Lula se orgulha disso.

Uma potência à beira da insanidade

Josetxo Ezcurra/Rebelión
Por Paul Krugman, no sítio Outras Palavras:

Pode ser que o mundo termine assim – não num big bang, mas num ataque de cólera.

A paralisação parcial do governo norte-americano – que tornou-se inevitável depois que a Câmara decidiu, no domingo, liberar recursos para o governo apenas em condições inaceitáveis – não será o fim do mundo. Mas um calote dos Estados Unidos, que só não ocorrerá se o Congresso elevar rápido o teto de endividamento do Estado, pode causar catástrofe financeira. Infelizmente, muitos republicanos ou não entendem o desastre, ou não se importam com ele.