segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Os militares e o futuro do Egito
Reproduzo artigo de Reginaldo Nasser, publicado no sítio Carta Maior:
Os principais jornais e analistas do ocidente têm falado cada vez mais na conveniência de em se adotar um “modelo turco” no Egito, em que militares atuariam de forma a conter o radicalismo islâmico dentro de um modelo constitucional. Tornou-se freqüente nos últimos dias ouvir a avaliação de que os militares têm sido uma força fundamental para manter a calma e a estabilidade nessa crise e espera-se que cumpram um papel crucial na transição que se anuncia.
Os principais jornais e analistas do ocidente têm falado cada vez mais na conveniência de em se adotar um “modelo turco” no Egito, em que militares atuariam de forma a conter o radicalismo islâmico dentro de um modelo constitucional. Tornou-se freqüente nos últimos dias ouvir a avaliação de que os militares têm sido uma força fundamental para manter a calma e a estabilidade nessa crise e espera-se que cumpram um papel crucial na transição que se anuncia.
Curso: “Jornalismo para quem precisa”
Reproduzo matéria de Olimpio Cruz Neto, publicada no sítio da Escola Livre de Jornalismo:
Em razão do grande número de interessados na primeira aula do curso (Pauta jornalística – modo de fazer), marcada para o próximo dia 12 de fevereiro, será necessário que os pré-inscritos compareçam ao Rayuela Restaurante Cultural (412 Sul, Blocos A e B, Lojas 3 e 37), nos dias 7 e 8 de fevereiro (segunda e terça), entre 10h e 14h, para fazer a inscrição definitiva e pagar antecipadamente a taxa referente, no valor de R$ 30.
Em razão do grande número de interessados na primeira aula do curso (Pauta jornalística – modo de fazer), marcada para o próximo dia 12 de fevereiro, será necessário que os pré-inscritos compareçam ao Rayuela Restaurante Cultural (412 Sul, Blocos A e B, Lojas 3 e 37), nos dias 7 e 8 de fevereiro (segunda e terça), entre 10h e 14h, para fazer a inscrição definitiva e pagar antecipadamente a taxa referente, no valor de R$ 30.
Wikileaks: a vez dos paraísos fiscais?
Reproduzo artigo de Antonio Martins, publicado no sítio Outras Palavras:
“O homem comum precisa saber como funciona o sistema [que permite aos ricos e às grandes empresas livrar-se do pagamento de impostos]. Sei como ele funciona. Estive ali e conheço o dia a dia do negócio”. Com estas palavras, o suíço Rudolf Elmer, ex-diretor do banco Julius Balmer, entregou a Julian Assange um vasto acervo arquivos eletrônicos que podem comprometer autoridades e grandes empresas.
“O homem comum precisa saber como funciona o sistema [que permite aos ricos e às grandes empresas livrar-se do pagamento de impostos]. Sei como ele funciona. Estive ali e conheço o dia a dia do negócio”. Com estas palavras, o suíço Rudolf Elmer, ex-diretor do banco Julius Balmer, entregou a Julian Assange um vasto acervo arquivos eletrônicos que podem comprometer autoridades e grandes empresas.
Berlusconi com a calcinha na cabeça
Por Altamiro Borges
Cerca de mil pessoas realizaram ontem (6) mais um protesto nos arredores da residência "privada" do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, em Arcore, a 20 quilometros de Milão. Os manifestantes exigiram a renúncia do fascistóide, acusado de corrupção, desvio ilegal de divisas e prostituição - no escândalo envolvendo a garota marroquina Ruby.
Cerca de mil pessoas realizaram ontem (6) mais um protesto nos arredores da residência "privada" do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, em Arcore, a 20 quilometros de Milão. Os manifestantes exigiram a renúncia do fascistóide, acusado de corrupção, desvio ilegal de divisas e prostituição - no escândalo envolvendo a garota marroquina Ruby.
Plenária pela democratização da mídia
Reproduzo mensagem enviada pelo amigo Marcos Dantas:
A luta pela democratização da comunicação em nosso país tem ganhado contornos mais decisivos nos últimos anos. O Governo Federal, no segundo mandato do Presidente Lula, passou a pautar o tema das políticas públicas de comunicação dentro da agenda política nacional. Iniciativas como a implantação da TV Digital no país, a criação da EBC – Empresa Brasil de Comunicação e a realização da I Conferência Nacional de Comunicação deram uma forte sinalização de que havia vontade política de mudanças no setor. A formulação de um Plano Nacional de Banda Larga, dentro de uma política mais ampla de inclusão digital, e a formatação de uma minuta de um futuro Marco Regulatório das Comunicações, heranças deixadas pelo Governo anterior, colocam importantes desafios para o novo Governo da Presidente Dilma Roussef.
A luta pela democratização da comunicação em nosso país tem ganhado contornos mais decisivos nos últimos anos. O Governo Federal, no segundo mandato do Presidente Lula, passou a pautar o tema das políticas públicas de comunicação dentro da agenda política nacional. Iniciativas como a implantação da TV Digital no país, a criação da EBC – Empresa Brasil de Comunicação e a realização da I Conferência Nacional de Comunicação deram uma forte sinalização de que havia vontade política de mudanças no setor. A formulação de um Plano Nacional de Banda Larga, dentro de uma política mais ampla de inclusão digital, e a formatação de uma minuta de um futuro Marco Regulatório das Comunicações, heranças deixadas pelo Governo anterior, colocam importantes desafios para o novo Governo da Presidente Dilma Roussef.
Outra "celebridade" na capa da Veja
Reproduzo matéria publicada no blog Lado B:
Depois de ouvir tanta reclamação por causa da capa da semana passada, em que estampa o “bom mocismo” de Luciano Huck, a Veja resolveu promover outra “celebridade”, o Fernandinho Beira-Mar. Já ouviu um monte no Twitter de ativistas do movimento negro, que questionam a oposição de ícones: o “bom moço” de cara branca versus o “banditismo” de cara “preta”.
Também atendendo aos apelos, a Veja postou na capa uma chamada sobre os conflitos no Egito, mas dedicou mais atenção à presença dos camelos no protesto que às implicações políticas, sociais e diplomáticas do fato. Esperávamos o que da Veja?
Depois de ouvir tanta reclamação por causa da capa da semana passada, em que estampa o “bom mocismo” de Luciano Huck, a Veja resolveu promover outra “celebridade”, o Fernandinho Beira-Mar. Já ouviu um monte no Twitter de ativistas do movimento negro, que questionam a oposição de ícones: o “bom moço” de cara branca versus o “banditismo” de cara “preta”.
Também atendendo aos apelos, a Veja postou na capa uma chamada sobre os conflitos no Egito, mas dedicou mais atenção à presença dos camelos no protesto que às implicações políticas, sociais e diplomáticas do fato. Esperávamos o que da Veja?
FSM: Salvar a humanidade e o planeta
Reproduzo matéria de Rita Casaro, publicada no sítio Ciranda:
Essa foi a principal mensagem de Evo Morales aos participantes da marcha da abertura do Fórum Social Mundial 2011, que aconteceu na tarde do dia 6. Para o presidente boliviano, que falou no encerramento da caminhada, é preciso “defender os interesses da mãe Terra para defender a todos”.
Essa foi a principal mensagem de Evo Morales aos participantes da marcha da abertura do Fórum Social Mundial 2011, que aconteceu na tarde do dia 6. Para o presidente boliviano, que falou no encerramento da caminhada, é preciso “defender os interesses da mãe Terra para defender a todos”.
A bancada ruralista e o trabalho escravo
Reproduzo artigo de Pedro Pomar, publicado no blog Escrevinhador:
“Chaga” é uma palavra antiga, quase em desuso. É bem mais forte, porém, do que “ferida”, pois parece conter uma carga simbólica que esta não tem. Pois bem: dentre as chagas da sociedade brasileira, três talvez sejam as mais denunciadoras do nosso subdesenvolvimento (este vocábulo, embora bem mais recente, soa como completamente fora de moda!): o analfabetismo, a violência policial e o trabalho escravo. Parece inacreditável, mas no Brasil ainda existe trabalho escravo, em pleno século 21.
“Chaga” é uma palavra antiga, quase em desuso. É bem mais forte, porém, do que “ferida”, pois parece conter uma carga simbólica que esta não tem. Pois bem: dentre as chagas da sociedade brasileira, três talvez sejam as mais denunciadoras do nosso subdesenvolvimento (este vocábulo, embora bem mais recente, soa como completamente fora de moda!): o analfabetismo, a violência policial e o trabalho escravo. Parece inacreditável, mas no Brasil ainda existe trabalho escravo, em pleno século 21.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Agora vai: Berlusconi apóia Mubarak
Reproduzo artigo de Flavio Aguiar, publicado no Blog do Velho Mundo:
Em meio a rumores, dúvidas e gente indecisa sobre que rumo tomar na crise, afinal surgiu um líder de visão clara e afinada com princípios e fins: numa reunião de cúpula da União Européia, na sexta-feira passada, 4 de fevereiro, em Burxelas, o primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi reafirmou sua confiança em Hosni Mubarak, seja para continuar no poder até setembro, seja para até lá conduzir uma transição democrática. Chamando o ditador egípcio de "homem sábio", Berlusconi foi mais longe. Para não correr o risco de ser mal interpretado, deixou claro que suas palavras não implicavam necessariamente o desejo de que Mubarak se eternizasse no poder, mas sim incluíam a possibilidade de que seu sucessor fosse "alguém como ele".
Em meio a rumores, dúvidas e gente indecisa sobre que rumo tomar na crise, afinal surgiu um líder de visão clara e afinada com princípios e fins: numa reunião de cúpula da União Européia, na sexta-feira passada, 4 de fevereiro, em Burxelas, o primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi reafirmou sua confiança em Hosni Mubarak, seja para continuar no poder até setembro, seja para até lá conduzir uma transição democrática. Chamando o ditador egípcio de "homem sábio", Berlusconi foi mais longe. Para não correr o risco de ser mal interpretado, deixou claro que suas palavras não implicavam necessariamente o desejo de que Mubarak se eternizasse no poder, mas sim incluíam a possibilidade de que seu sucessor fosse "alguém como ele".
sábado, 5 de fevereiro de 2011
O FSM 10 anos depois
Reproduzo artigo do sociólogo Emir Sader, publicado no sítio da Alai:
Dez anos depois da sua primeira edição, o FSM volta à Africa, em um cenário mundial muito diferente daquele de 2001. Naquele momento a hegemonia do modelo neoliberal ainda era grande, a economia mundial não havia entrado em crise e, principalmente, a América Latina ainda era dominada por governos neoliberais – naquele momento com a exceção dos da Venezuela e de Cuba.
Dez anos depois da sua primeira edição, o FSM volta à Africa, em um cenário mundial muito diferente daquele de 2001. Naquele momento a hegemonia do modelo neoliberal ainda era grande, a economia mundial não havia entrado em crise e, principalmente, a América Latina ainda era dominada por governos neoliberais – naquele momento com a exceção dos da Venezuela e de Cuba.
Assinar:
Postagens (Atom)










