quarta-feira, 16 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
O melancólico papel de Hélio Bicudo
Por Altamiro Borges
O advogado Hélio Bicudo se projetou no cenário nacional no período sombrio do regime militar. De forma corajosa, ele denunciou os "esquadrões de morte" acobertados pela ditadura e tornou-se uma referência na luta pelos direitos humanos. Sem nunca abdicar da sua visão liberal da democracia, ele ajudou a fundar o PT, fez parte do governo de Luiza Erundina, elegeu-se deputado federal em 1990 e foi vice-prefeito de Marta Suplicy. Alegando "problemas pessoais", nunca explicitados, ele rompeu com o PT em 2005. Na eleição presidencial de 2010, Hélio Bicudo já garantiu os holofotes da mídia ao apoiar Marina Silva (PV), no primeiro turno, e o tucano José Serra, no segundo. Agora, porém, ele chega ao fundo do poço ao se aliar aos fascistas mirins que exigem o impeachment de Dilma.
O advogado Hélio Bicudo se projetou no cenário nacional no período sombrio do regime militar. De forma corajosa, ele denunciou os "esquadrões de morte" acobertados pela ditadura e tornou-se uma referência na luta pelos direitos humanos. Sem nunca abdicar da sua visão liberal da democracia, ele ajudou a fundar o PT, fez parte do governo de Luiza Erundina, elegeu-se deputado federal em 1990 e foi vice-prefeito de Marta Suplicy. Alegando "problemas pessoais", nunca explicitados, ele rompeu com o PT em 2005. Na eleição presidencial de 2010, Hélio Bicudo já garantiu os holofotes da mídia ao apoiar Marina Silva (PV), no primeiro turno, e o tucano José Serra, no segundo. Agora, porém, ele chega ao fundo do poço ao se aliar aos fascistas mirins que exigem o impeachment de Dilma.
Alckmin justifica "caviar" de João Doria
Por Altamiro Borges
Pegou mal nas redes sociais a denúncia de que o governador tucano Geraldo Alckmin bancou R$ 1,5 milhão dos cofres públicos em publicidade nas 'revistas' do empresário-golpista João Doria Jr. - entre elas, na desconhecida "Caviar Lifestyle", ou estilo de vida caviar. A própria Folha, que revelou o fato escandaloso sem maior alarde, já prepara a operação-abafa. Em matéria nesta segunda-feira (14), ela quase pede desculpas pelo incômodo causado ao generoso amigo do PSDB. "A Folha não registrou a posição do governo em reportagem publicada neste domingo por um problema técnico", lamenta.
Pegou mal nas redes sociais a denúncia de que o governador tucano Geraldo Alckmin bancou R$ 1,5 milhão dos cofres públicos em publicidade nas 'revistas' do empresário-golpista João Doria Jr. - entre elas, na desconhecida "Caviar Lifestyle", ou estilo de vida caviar. A própria Folha, que revelou o fato escandaloso sem maior alarde, já prepara a operação-abafa. Em matéria nesta segunda-feira (14), ela quase pede desculpas pelo incômodo causado ao generoso amigo do PSDB. "A Folha não registrou a posição do governo em reportagem publicada neste domingo por um problema técnico", lamenta.
Ultimato aos golpistas: respeitem as urnas
Por Altamiro Borges
Como costuma afirmar o "filósofo" José Simão, quem fica parado é poste! Diante do "ultimato" da mídia golpista e da decisão da oposição de promover "dias de caos" para acelerar o impeachment de Dilma, as forças de sustentação do governo democraticamente eleito decidiram reagir. Nesta terça-feira (15), líderes do PT, PCdoB, PMDB, PDT, PSD e PROS entregaram à presidenta um documento em que reafirmam a disposição de lutar "em defesa da democracia e do mandato popular" conferido pela maioria do povo brasileiro. O texto serve de ultimato aos golpistas: respeitem as urnas!
Como costuma afirmar o "filósofo" José Simão, quem fica parado é poste! Diante do "ultimato" da mídia golpista e da decisão da oposição de promover "dias de caos" para acelerar o impeachment de Dilma, as forças de sustentação do governo democraticamente eleito decidiram reagir. Nesta terça-feira (15), líderes do PT, PCdoB, PMDB, PDT, PSD e PROS entregaram à presidenta um documento em que reafirmam a disposição de lutar "em defesa da democracia e do mandato popular" conferido pela maioria do povo brasileiro. O texto serve de ultimato aos golpistas: respeitem as urnas!
A última chance da decadente "Folha"
Por Altamiro Borges
A famiglia Frias, que edita o decadente jornal Folha de S.Paulo, ainda acha que está com a bola toda. No passado, ela apoiou o golpe de 1964, aliou-se ao setor linha dura dos generais e ganhou muita grana - em negócios obscuros até hoje inexplicados. Nos estertores da ditadura, ela deu uma guinada, por razões oportunistas e mercadológicas, e jogou papel na luta pela redemocratização. Ela nunca fez autocrítica do seu apoio à "ditabranda", como batizou o regime militar que matou e torturou centenas de brasileiros, mas passou a ser vista como um jornal plural e neutro. Sua tiragem cresceu, atingindo mais de um milhão de exemplares. Sua linha editorial falsamente eclética iludiu muita gente.
A famiglia Frias, que edita o decadente jornal Folha de S.Paulo, ainda acha que está com a bola toda. No passado, ela apoiou o golpe de 1964, aliou-se ao setor linha dura dos generais e ganhou muita grana - em negócios obscuros até hoje inexplicados. Nos estertores da ditadura, ela deu uma guinada, por razões oportunistas e mercadológicas, e jogou papel na luta pela redemocratização. Ela nunca fez autocrítica do seu apoio à "ditabranda", como batizou o regime militar que matou e torturou centenas de brasileiros, mas passou a ser vista como um jornal plural e neutro. Sua tiragem cresceu, atingindo mais de um milhão de exemplares. Sua linha editorial falsamente eclética iludiu muita gente.
Alckmin financia "estilo de vida caviar"
O empresário João Doria Jr, presidente do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), filiado ao PSDB a convite do governador Geraldo Alckmin, e pré-candidato à prefeitura de São Paulo, apareceu mais uma vez na imprensa por motivos nada nobres.
O ex-líder do movimento golpista "Cansei" e ex-presidente da Embratur na gestão Sarney, que chegou a convocar artistas para pedir impeachment de Lula durante a CPI do mensalão e agora está à frente de movimentos pró-impeachment por, segundo declarações dele, ser contra a corrupção, foi assunto no fim de semana, por ter recebido R$ 1,5 milhão do governo Alckmin, de 2014 para cá, por anúncios em revistas da Doria Editora, de sua propriedade.
O ex-líder do movimento golpista "Cansei" e ex-presidente da Embratur na gestão Sarney, que chegou a convocar artistas para pedir impeachment de Lula durante a CPI do mensalão e agora está à frente de movimentos pró-impeachment por, segundo declarações dele, ser contra a corrupção, foi assunto no fim de semana, por ter recebido R$ 1,5 milhão do governo Alckmin, de 2014 para cá, por anúncios em revistas da Doria Editora, de sua propriedade.
Brasil, um país sequestrado
Na triste realidade violenta das grandes cidades brasileiras, é conhecido o enredo de um sequestro: Um cidadão em situação de fragilidade momentânea é feito refém e coagido a se desfazer de suas posses (ou das posses da família) se quiser permanecer vivo. Sua liberdade inexiste, sua voz é suprimida sob graves ameaças e a possibilidade de recuperá-la só existe caso aceite pagar o preço do resgate.
Refugiados e a solidariedade seletiva
![]() |
| Kalvellido/Rebelión |
“Sou sírio.'' Essa frase tem sido usada em Istambul, na Turquia, por pessoas que pedem algumas liras de esmola. Vim para a cidade para participar de um evento e acabei sendo abordado várias vezes por homens e mulheres, com filhos ou não, utilizando o mesmo argumento. Que diante da comoção internacional envolvendo a fuga de centenas de milhares de sírios em direção à Europa, deixando mortos no meio do caminho, possui um rosário de significados em si mesmo e não precisa de muito mais para chamar a atenção.
Zelotes e a ramificação da fraude fiscal
Por Marco Weissheimer, no site Sul-21:
O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou nesta segunda-feira (14), durante audiência pública na Assembleia Legislativa gaúcha, que as investigações da Operação Zelotes trazem um conjunto consistente de indícios sobre a ramificação, no Rio Grande do Sul, do esquema de sonegação e fraudes tributárias praticadas junto ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscal (Carf). Relator da subcomissão que acompanha o andamento da Operação Zelotes, na Câmara Federal, Pimenta fez um resumo das investigações realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, na audiência pública convocada pela Frente Parlamentar de Defesa dos Serviços Públicos. Segundo o parlamentar, o MP Federal deve apresentar, ainda neste mês de setembro, a primeira etapa da denúncia, que deve trazer a responsabilização de seis grandes empresas, sendo uma delas do Rio Grande do Sul.
Alckmin banca "Caviar" de João Doria
Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
Caviar Lifestyle.
Conhece?
Oficialmente, é uma revista lançada em agosto. Fala de “gastronomia e luxo elevados à máxima potência”. Nada?
Pois deveria. O governo paulista colocou mais de 500 mil reais em anúncios na Caviar Lifestyle, da editora de João Doria Jr. A publicação, como todas as do grupo de Doria, não é auditada. A circulação alegada, nesse caso, é de 40 mil exemplares.
Conhece?
Oficialmente, é uma revista lançada em agosto. Fala de “gastronomia e luxo elevados à máxima potência”. Nada?
Pois deveria. O governo paulista colocou mais de 500 mil reais em anúncios na Caviar Lifestyle, da editora de João Doria Jr. A publicação, como todas as do grupo de Doria, não é auditada. A circulação alegada, nesse caso, é de 40 mil exemplares.
'Narcos' mente sobre ditador Pinochet
Por Laura Capriglione, no site Jornalistas Livres:
Todo mundo confundindo a série “Narcos”, do Netflix, produzida e dirigida por José Padilha, com documentário, certo? Pois o próprio José Padilha alimenta essa ideia ao mesclar cenas filmadas agora com outras, extraídas do noticiário da época em que o meganarcotraficante Pablo Escobar reinava, aterrorizando a Colômbia. Em entrevista à “Deutsche Welle”, Padilha defendeu a historicidade de sua série: “Na Colômbia, quando você fala em realismo mágico, os colombianos dizem: ‘Olha, realismo mágico para os outros. Para nós, é documental.’ Por isso que eu usei material de arquivo na série: se eu não contasse a história por material de arquivo, as pessoas não iriam acreditar.”
Todo mundo confundindo a série “Narcos”, do Netflix, produzida e dirigida por José Padilha, com documentário, certo? Pois o próprio José Padilha alimenta essa ideia ao mesclar cenas filmadas agora com outras, extraídas do noticiário da época em que o meganarcotraficante Pablo Escobar reinava, aterrorizando a Colômbia. Em entrevista à “Deutsche Welle”, Padilha defendeu a historicidade de sua série: “Na Colômbia, quando você fala em realismo mágico, os colombianos dizem: ‘Olha, realismo mágico para os outros. Para nós, é documental.’ Por isso que eu usei material de arquivo na série: se eu não contasse a história por material de arquivo, as pessoas não iriam acreditar.”
Que Horas Ela Volta? Belo filme!
Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena:
Na tarde do dia em que iria assistir Que Horas Ela Volta?, fui ao supermercado. Na fila do caixa, observei que a moça que ia me atender conversava com uma senhora parecida com ela, ao mesmo tempo que fechava a conta de outro freguês. A caixa era uma jovem negra linda, de coque no cabelo, que chamou a minha atenção. A senhora com quem falava também tinha traços bonitos, embora mais velha e com aparência castigada. Reparei que a menina tratava a mulher pelo nome, mas achei que pareciam parentes. Tia e sobrinha, talvez?
Na tarde do dia em que iria assistir Que Horas Ela Volta?, fui ao supermercado. Na fila do caixa, observei que a moça que ia me atender conversava com uma senhora parecida com ela, ao mesmo tempo que fechava a conta de outro freguês. A caixa era uma jovem negra linda, de coque no cabelo, que chamou a minha atenção. A senhora com quem falava também tinha traços bonitos, embora mais velha e com aparência castigada. Reparei que a menina tratava a mulher pelo nome, mas achei que pareciam parentes. Tia e sobrinha, talvez?
O monstruoso editorial da 'Folha'
Por Valter Pomar, em seu blog:
Última chance?
Em editorial publicado na primeira página, o jornal Folha de S.Paulo fez neste domingo 13 de setembro uma chantagem explicita contra a presidenta Dilma Rousseff.
Segundo a Folha, a presidenta Dilma deve tomar "medidas extremas", a saber: "cortes nos gastos terão de ser feitos com radicalidade sem precedentes", concentrando-se em "benefícios perdulários da Previdência", " subsídios a setores específicos da economia" e "desembolsos para parte dos programas sociais", "desobrigação parcial e temporária de gastos compulsórios em saúde e educação" e contenção nos "salários para o funcionalismo".
Última chance?
Em editorial publicado na primeira página, o jornal Folha de S.Paulo fez neste domingo 13 de setembro uma chantagem explicita contra a presidenta Dilma Rousseff.
Segundo a Folha, a presidenta Dilma deve tomar "medidas extremas", a saber: "cortes nos gastos terão de ser feitos com radicalidade sem precedentes", concentrando-se em "benefícios perdulários da Previdência", " subsídios a setores específicos da economia" e "desembolsos para parte dos programas sociais", "desobrigação parcial e temporária de gastos compulsórios em saúde e educação" e contenção nos "salários para o funcionalismo".
Europa entre o oportunismo e a xenofobia
Por Gianni Carta, na revista CartaCapital:
Na maior crise de refugiados a assolar o Velho Continente desde a Segunda Guerra Mundial, sobressaem-se dois líderes e adversários caricaturais, ambos onipresentes em filmes norte-americanos.
A chanceler alemã Angela Merkel faz o papel da samaritana. Aparente farol da solidariedade, Merkel ofereceu 13 bilhões de euros em um programa federal para acolher 80 mil exilados políticos na Alemanha até 2016.
A chanceler alemã Angela Merkel faz o papel da samaritana. Aparente farol da solidariedade, Merkel ofereceu 13 bilhões de euros em um programa federal para acolher 80 mil exilados políticos na Alemanha até 2016.
A crise brasileira e as ruas
Por Vinicius Wu, na revista Fórum:
A situação econômica do país pode desaguar em uma crise social de efeitos imprevisíveis, com implicações significativas em termos de agitação política e mobilizações de rua. Em 2016 – ou até antes disso – a crise pode levar às ruas outro perfil de manifestantes. A classe média tradicional, predominante nas manifestações desse ano, pode dar lugar aos desempregados, subempregados, jovens de periferias e movimentos sociais tradicionais. Se isso ocorrer, teremos uma mudança profunda do atual cenário político.
A situação econômica do país pode desaguar em uma crise social de efeitos imprevisíveis, com implicações significativas em termos de agitação política e mobilizações de rua. Em 2016 – ou até antes disso – a crise pode levar às ruas outro perfil de manifestantes. A classe média tradicional, predominante nas manifestações desse ano, pode dar lugar aos desempregados, subempregados, jovens de periferias e movimentos sociais tradicionais. Se isso ocorrer, teremos uma mudança profunda do atual cenário político.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
O melhor é alterar o ajuste fiscal
Por Marcio Pochmann, na Revista do Brasil:
A política de ajuste monetário e fiscal completou oito meses de duração sem ainda produzir resultados positivos, conforme inicialmente anunciados. Não apenas a inflação encontra-se acima da verificada no final de 2014, como a situação das contas públicas agravou-se.
A recessão que avançou trouxe consigo a piora no quadro socioeconômico brasileiro, possibilitando que o pensamento neoliberal tomasse coragem para apontar para a necessidade de desconstitucionalizar direitos sociais - sob a justificativa de que a Constituição de 1988 teria tornado insustentável o equilíbrio nas contas públicas pela pressão constante dos gastos sociais.
A recessão que avançou trouxe consigo a piora no quadro socioeconômico brasileiro, possibilitando que o pensamento neoliberal tomasse coragem para apontar para a necessidade de desconstitucionalizar direitos sociais - sob a justificativa de que a Constituição de 1988 teria tornado insustentável o equilíbrio nas contas públicas pela pressão constante dos gastos sociais.
Dilma erra, mas impeachment é incerto
Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:
Passada a eleição de 2014, estava claro que o cenário seria de confronto permanente. A vitória apertada e o clima de “libertar o Brasil do PT” (era a frase usada por Aécio na campanha) indicavam que não importava muito qual caminho o governo tomasse: de toda forma, Dilma enfrentaria o ódio e a intolerância – além de estar em minoria no Congresso.
Diante desse quadro, se quisesse cumprir o que disse na campanha, a presidenta teria que contar com o campo político que se mobilizou nas ruas no segundo turno.
Passada a eleição de 2014, estava claro que o cenário seria de confronto permanente. A vitória apertada e o clima de “libertar o Brasil do PT” (era a frase usada por Aécio na campanha) indicavam que não importava muito qual caminho o governo tomasse: de toda forma, Dilma enfrentaria o ódio e a intolerância – além de estar em minoria no Congresso.
Diante desse quadro, se quisesse cumprir o que disse na campanha, a presidenta teria que contar com o campo político que se mobilizou nas ruas no segundo turno.
Dilma e o "Velhinho de Taubaté"
Do blog de Irani Lima:
Carta à presidenta Dilma
Senhora Dilma Rousseff,
Dirijo-me à Vossa Excelência por meio desta carta aberta por acreditar que, com a força da internet, alguém de seu governo poderá levar à senhora minhas reflexões e preocupação com o momento político que atravessamos.
O mar está revolto não por causas naturais, mas por inércia de vossos principais colaboradores na área política, entre os quais suas excelências no Ministério da Justiça (José Eduardo Cardozo) e na Casa Civil (Aloísio Mercadante).
Carta à presidenta Dilma
Senhora Dilma Rousseff,
Dirijo-me à Vossa Excelência por meio desta carta aberta por acreditar que, com a força da internet, alguém de seu governo poderá levar à senhora minhas reflexões e preocupação com o momento político que atravessamos.
O mar está revolto não por causas naturais, mas por inércia de vossos principais colaboradores na área política, entre os quais suas excelências no Ministério da Justiça (José Eduardo Cardozo) e na Casa Civil (Aloísio Mercadante).
'Folha' lembra ameaças da mídia a Goulart
Por Kátia Gerab Baggio, no blog Viomundo:
O editorial intitulado “Última chance”, publicado na capa da Folha de S. Paulo, com inusual destaque, no dia 13 de setembro de 2015, é um “dileto produto” da mesma família Frias que já denominou, em outro editorial, a ditadura militar inaugurada em 1964 como “ditabranda”.
São os Frias golpistas, como já vimos em outros momentos da história do Brasil.
O editorial defende a necessidade de revisar “desembolsos para parte dos programas sociais”, além da “desobrigação parcial e temporária de gastos compulsórios em saúde e educação, que se acompanharia de criteriosa revisão desses dispêndios no futuro”.
O editorial intitulado “Última chance”, publicado na capa da Folha de S. Paulo, com inusual destaque, no dia 13 de setembro de 2015, é um “dileto produto” da mesma família Frias que já denominou, em outro editorial, a ditadura militar inaugurada em 1964 como “ditabranda”.
São os Frias golpistas, como já vimos em outros momentos da história do Brasil.
O editorial defende a necessidade de revisar “desembolsos para parte dos programas sociais”, além da “desobrigação parcial e temporária de gastos compulsórios em saúde e educação, que se acompanharia de criteriosa revisão desses dispêndios no futuro”.
Assinar:
Postagens (Atom)
















