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| Foto: Felipe Bianchi/Barão de Itararé |
Diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel visitou o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé nesta quarta-feira (12) para discutir o cenário e os desafios colocados para o audiovisual. Segundo ele, desde 2002, as políticas públicas de regulação e fomento ajudaram a estruturar e fortalecer bastante o setor. A fronteira tecnológica ainda não regulada, que diz respeito aos serviços de Vídeo Sob Demanda (VOD), é a bola da vez.
“Até 2002, predominava a ideia de que a política de audiovisual tinha de ser voltada à empresas, produtores e, basicamente, ao mercado. A partir dali, assumimos que a política de audiovisual deve ser voltada à sociedade”, avalia Rangel. Essa concepção resultou em avanços significativos para o setor, em forma de leis e programas que, em última análise, elevaram a outro patamar o mercado audiovisual brasileiro.















