Por Waldo Mermestein, Israel Dutra e Juliano Medeiros
Com indignação, lemos o artigo “O Antissemitismo permitido no PSOL” (10/04), publicado no site da Folha de São Paulo, no qual o cientista político André Lajst acusa o PSOL e seu Secretário de Relações Internacionais, Israel Dutra, de sustentar posições acerca da questão Palestina/Israel sem o devido conhecimento no tema e motivados pelo antissemitismo.
Essa linha de argumentação não é original: preocupados pela desmoralização de Israel - cuja narrativa oficial é cada vez mais desmascarada pela tratamento brutal dispensado aos palestinos, em particular os dos territórios ocupados há 50 anos -, os defensores de Israel procuram deslegitimar os que se opõem a essa opressão acusando-os de antissemitismo.
Com indignação, lemos o artigo “O Antissemitismo permitido no PSOL” (10/04), publicado no site da Folha de São Paulo, no qual o cientista político André Lajst acusa o PSOL e seu Secretário de Relações Internacionais, Israel Dutra, de sustentar posições acerca da questão Palestina/Israel sem o devido conhecimento no tema e motivados pelo antissemitismo.
Essa linha de argumentação não é original: preocupados pela desmoralização de Israel - cuja narrativa oficial é cada vez mais desmascarada pela tratamento brutal dispensado aos palestinos, em particular os dos territórios ocupados há 50 anos -, os defensores de Israel procuram deslegitimar os que se opõem a essa opressão acusando-os de antissemitismo.

















