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| Charge: J.Bosco/O Liberal |
No início do segundo semestre do ano passado Lula recuperou os índices de aprovação do governo e alentou as expectativas de reeleição em outubro de 2026.
Pesquisas mostravam, inclusive, a possibilidade de Lula obter já no primeiro turno mais votos que a soma das candidaturas oponentes.
No entanto, a partir de novembro, com a chacina no Rio de Janeiro, a evolução da CPMI do INSS e o escândalo Master, a gangorra da conjuntura política passou a pender para o lado das oposições bolsonarista, lavajatista e antipetista.
Esses três eventos condensam duas das principais preocupações do eleitorado mais desfavoráveis ao governo, segundo as pesquisas: [1] crime/insegurança/violência, e [2] a corrupção.
Pesquisas mostravam, inclusive, a possibilidade de Lula obter já no primeiro turno mais votos que a soma das candidaturas oponentes.
No entanto, a partir de novembro, com a chacina no Rio de Janeiro, a evolução da CPMI do INSS e o escândalo Master, a gangorra da conjuntura política passou a pender para o lado das oposições bolsonarista, lavajatista e antipetista.
Esses três eventos condensam duas das principais preocupações do eleitorado mais desfavoráveis ao governo, segundo as pesquisas: [1] crime/insegurança/violência, e [2] a corrupção.








