sexta-feira, 22 de maio de 2026

O maior entrave para Michelle é Bolsonaro

Charge: Clayton
Por Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo (DCM):

O Datafolha volta às ruas nesta semana para medir as intenções de voto na corrida presidencial de 2026. A pesquisa, que será realizada entre quarta-feira (20) e sexta-feira (22), entrevistará 2.004 pessoas, com margem de erro máxima de 2 pontos percentuais.

Será o primeiro levantamento a testar o nome de Michelle Bolsonaro entre os candidatos, além de avaliar a aprovação do governo Lula e os impactos das revelações sobre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no cenário eleitoral.

O maior entrave para os planos de Michelle é o marido. Ela sabe disso e conhece o personagem com que se casou. Todos se odeiam.

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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Trump e a volta da política de prostíbulo

Reprodução
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


Pouco antes da revolução cubana, Arthur M. Schlesinger Jr., historiador, ganhador do Prêmio Pulitzer, foi encarregado pelo presidente Kennedy de fazer uma análise da situação na ilha de Cuba.

Disse ele sobre Havana:

“Me horrorizou a maneira como essa adorável cidade tinha se transformado desgraçadamente em um grande cassino e prostíbulo para os homens de negócios norte-americanos.

Meus compatriotas caminhavam pelas ruas, se deitavam com garotas cubanas de 14 anos e jogavam fora moedas só pelo prazer de ver os homens chafurdando na sarjeta para recolhê-las”.


A conclusão da análise dizia simplesmente o seguinte:

“A corrupção do governo, a brutalidade da polícia, a indiferença em relação às demandas da população por educação, saúde, habitação e por justiça social e econômica constituem-se num convite aberto à revolução”.

Fim da escala 6x1: Alerta de confirmação

Charge: Nando Motta/247
Por João Guilherme Vargas Netto


Às vezes, repetir algo não é mera redundância, é um alerta de confirmação.

Reproduzo a nota “Dias de Luta” do painel da Folha (18/05): “Na véspera da votação do fim da escala 6 x 1 na Câmara, as centrais sindicais prometem fazer mais barulho e pressão em defesa da redução da jornada. Nos dias 24 e 25, haverá mobilização nas ruas. No dia 27, provável data da votação em plenário, os sindicatos estarão nas portas dos locais de trabalho em todas as capitais do país. Eles também querem ocupar as galerias do plenário da Câmara.”

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