quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Marina representa a perda de direitos

Por Vagner Freitas

A proposta da presidente Dilma Rousseff para o Brasil é clara e há doze anos segue firme e inabalável, apesar das críticas do mercado, banqueiros e especuladores. Dilma prioriza geração de emprego, distribuição de renda, desenvolvimento com justiça social e melhoria de vida para a sociedade.

Já Marina Silva, que virou candidata à sucessão presidencial pelo PSB, defende o estado mínimo – mínimo para a classe trabalhadora, claro. Pelas suas ligações com os 5% mais ricos do País, com certeza para eles o estado será máximo.

Acabou a novidade. Agora é disputa!

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

O Ibope certamente gostaria, mas os números não deram para “chegar lá”: colocar Marina Silva à frente de Dilma Rousseff no primeiro turno.

No segundo, há alguma verossimilhança, porque resta um resíduo numérico de Aécio - muito mais do que real, pois sua candidatura desmilinguiu-se - ao qual atribuir a transferência dos votos a Marina da segunda etapa.

As pesquisas e a recuperação de Dilma

Por Renato Rovai, em seu blog:

A pesquisa Ibope divulgada há pouco que apontou Dilma com 37%, Marina, 33%, e Aécio, 15%, confirma uma recuperação de Dilma que já vinha sendo percebida em trackings internos. Em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto, Dilma cresceu 3 pontos e Marina 4. Mas se comparado ao Datafolha, que apontou empate entre elas em 34%, o que se pode inferir é que Dilma voltou a crescer. E é exatamente isso que os trackings estão apontando.

As pesquisas da transição

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

Os jornais de quinta-feira (4/9) tentam digerir a divulgação simultânea de duas pesquisas eleitorais, produzidas pelos Institutos Ibope Inteligência e Datafolha. Há discrepâncias entre os dois levantamentos, mas uma tendência comum mostra que a ascensão da candidata do PSB, a ex-ministra Marina Silva, foi interrompida e que o candidato Aécio Neves (PSDB) segue em marcha resoluta para fora da contenda.

Quem está disputando a eleição?

Por Bruno Wilhelm Speck e Maíra Kubík Mano, na revista CartaCapital:

Em quem votam os mais jovens e as mulheres? E a região Nordeste? Na disputa acirrada por cargos, as intenções do eleitorado são objeto de análises, especulações e cálculos políticos. São capazes da mudar discursos e programas. Pouco se fala, porém, do outro lado da moeda: o perfil das candidaturas. Afinal, quem está se apresentando para dirigir o país?

A "fadinha" dos banqueiros

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Os efeitos de um início de uma discussão racional, iniciada por Dilma e sua campanha, se expressaram nas pesquisas de intenção de voto divulgadas ontem. Dilma Rousseff subiu em todos os levantamentos - avaliação do governo, prévia para segundo turno, primeiro turno e assim por diante. Marina cresceu pouco e até estagnou, segundo um dos institutos.

Menos propaganda, muito mais agitação

Por Wladimir Pomar, na revista Teoria e Debate:

Quanto mais nos aproximamos de outubro de 2014, mais a campanha presidencial se parece com as de 1960 e 1989, embora com nuances ainda mais tenebrosas. Como naquelas ocasiões, temos agora uma candidatura que se apresenta como algo “novo”, defensora de uma “nova política” para “unir o Brasil”. Não há nisso novidade alguma. O Brasil já viveu as tragédias de Jânio Quadros e Collor de Mello.

Ibope: onda Marina começa a refluir?

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

O Ibope divulgado nesta quarta-feira consolida em números um movimento (ainda sutil) que foi sentido primeiro nas redes sociais: a fase do deslumbre com Marina Silva já passou, e ela agora é vista com alguma desconfiança.

A desidratação dos votos de Marina

Do blog de Zé Dirceu:

Há riscos reais de uma desidratação da votação da candidata do PSB ao Planalto, ex-senadora Marina Silva. Improvável diriam alguns. Mas não impossível. É muita inconsistência em sua campanha, um vai e volta contínuo em temas sensíveis para setores que a apoiavam e agora descobrem que suas posições não são mais aquelas que os levaram a optar por ela.

Dilma rejeitou ida ao Jornal da Globo

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Errar uma vez, tudo bem.

Mas duas, uma em cima da outra?

Acho que foi mais ou menos esta a lógica que governou Dilma ao recusar participar da entrevista-suplício para a qual fora convidada-intimada pelo Jornal da Globo.

O que junho de 2013 prescreveu?

Por Ana Prestes

Pegue um monte de jovens inteligentes, conectados e bem intencionados moradores dos grandes centros urbanos do Brasil.

Use a grande mídia para ressoar suas justas reivindicações por melhoria da qualidade de vida - especialmente nas grandes cidades -, direitos básicos e ampliação do acesso a bens de consumo.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A turma do medo está do lado de lá

Por Valter Pomar, em seu blog:

FHC de saias?
Collor de saias?
Jânio de saias?

Cada uma das frases acima vem sendo utilizada, por diferentes interlocutores e as vezes pelos mesmos, para tentar classificar a candidata Marina Silva.

Verdades sobre os tributos no Brasil

Por Antonio Martins, no site Outras Palavras:

Ao longo do processo eleitoral deste ano, um mito voltará a bloquear o debate sobre a construção de uma sociedade mais justa. Todas as vezes em que se lançar à mesa uma proposta de políticas públicas avançadas, demandando redistribuição de riquezas, algum “especialista” objetará: “não há recursos para isso no Orçamento; seria preciso elevar ainda mais a carga tributária”. A ideia será, então, esquecida, porque a sociedade brasileira está subjugada por um tabu: afirma-se que somos “o país com impostos mais altos do mundo”. Sustenta-se que criar novos tributos é oprimir a sociedade. Impede-se, deste modo, que avancemos para uma Reforma Tributária.

A radiodifusão e os movimentos sociais

Por Claudia Rocha, no site do Centro de Estudos Barão de Itararé:

Na compra de um transmissor de televisão importado da Alemanha, a TVT – emissora gerenciada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista – investiu a expressiva quantia de R$ 3,5 milhões. A antena está localizada na Avenida Paulista e a estimativa é de que, agora com a nova estrutura, 22 milhões de pessoas tenham acesso ao conteúdo ligado aos direitos humanos e ao mundo do trabalho. "Da forma com que as concessões de radiodifusão são construídas, se torna proibitivo para muitos movimentos sociais terem voz nesse setor. Fica praticamente inviável", comenta Valter Sanches, presidente da Fundação que gerencia a TVT.

Marina Silva: o que ela representa?

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

Marina Silva, em crescimento vertiginoso segundo todas as pesquisas(bobagem achar que estejam todas erradas), não é um raio em céu azul. Não é um acidente de percurso.

Ela representa a restauração conservadora. Ela oferece um rosto para a “não-política” que explodiu em junho de 2013. Mas que vem de longe…

Marina e os desastres do passado

Por Flávio Aguiar, na Rede Brasil Atual:

Não, cara leitora, caro leitor: não é o passado de Marina que é o desastre. Pelo contrário, Marina Silva tem um passado louvável de luta ambientalista. Além disso, tem o direito de se candidatar ao que quiser e como quiser. Mas há um “outro passado” que está se grudando nela, e este “outro passado” é que é o desastre. Pior: é um desastre que aponta para o futuro.

Marina para presidente do Itaú!

Por Altamiro Borges

No debate da Band, na semana passada, Marina Silva disse que o camponês Chico Mendes pertencia à elite e que a banqueira Neca Setubal seria uma “educadora”. A declaração agitou as redes sociais e gerou reações de protesto, inclusive da filha do líder seringueiro assassinato e dos companheiros do seu sindicato de trabalhadores rurais no Acre. A intenção da presidenciável era minimizar as críticas à oligarca que participa do comando da sua campanha e que foi responsável, inclusive, pela elaboração do seu programa de governo. Ela seria uma “educadora”, um pobre assalariada, e não uma banqueira ricaça. Uma reportagem na Folha nesta terça-feira (2), porém, confirma a hipocrisia de Marina Silva.

"Nova política" une Marina e Malafaia

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Marina Silva vem alardeando que sua candidatura simboliza algo que chama de “nova política”. A despeito de tal proposição, o fato é que não pode haver uma política nova. Pode haver, sim, uma política melhor, que não seja feita à base de acordos espúrios com gente que não presta, mas não há o que inovar na política.

Pré-sal e o entreguismo de Marina

Editorial do site Vermelho:

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, emitiu claros sinais de que, se eleita, vai relegar a exploração do pré-sal a segundo plano. Além de ter declarado que se trata de uma “aposta errada” do governo da presidenta Dilma, o programa eleitoral apresentado, um eclético enunciado de pontos em que a legenda pela qual concorre se rende às formulações retrógradas da Rede, dedicou ao pré-sal apenas uma linha das suas 242 páginas.

"Vou com Marina", diz Feliciano

Da revista Fórum:

No mesmo dia em que o pastor Silas Malafaia – notório antagonista de políticas públicas em prol da comunidade LGBT - utilizou sua conta no Twitter para atacar a presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e comemorar o rompimento de ativistas LGBT com a candidatura de Marina Silva (PSB), outro polêmico pastor também declarou publicamente seu apoio à candidata pessebista: o deputado federal Marcos Feliciano (PSC-SP).

Aécio acabou. A direita é Marina

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

A entrevista coletiva convocada hoje por Aécio Neves para dizer que não, não ia renunciar à sua candidatura é, paradoxalmente, sinal de que a direita renunciou à candidatura dele, Aécio.

Aécio, na verdade, nunca encantou o conservadorismo.

A ofensiva patronal no Brasil

Por Hugo Dias, José Dari Krein e Vitor Filgueiras, no jornal Brasil de Fato:

Os anos 1990 foram palco de uma reviravolta na luta de classes nos país, após uma década de ascensão dos trabalhadores brasileiros. Falava-se frequentemente nas “necessidades” de reduzir os custos do trabalho, de fazer uma reforma trabalhista, de flexibilizar o trabalho. Também por isso, o capital conseguiu acuar as forças do trabalho, manter a precariedade e promover a precarização, além de obter mudanças regulatórias que lhe interessava. A década de 1990 foi um período em que o ataque empresarial esteve acompanhando de baixo crescimento econômico e desestruturação do mercado de trabalho. Muitos diziam que o capital queria passar a conta do período de baixo crescimento aos trabalhadores. Mas não era simplesmente isso...

Os candidatos em seu labirinto

Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:

A disputa eleitoral para a Presidência da República alcançou o ponto em que toda especulação carrega uma pesada carga de vontade, com uma redução proporcional da racionalidade.

Embora os números indiquem que a candidatura do PSDB entrou em queda livre, o candidato Aécio Neves ainda tem grande influência sobre o eleitorado, porque dispõe de tempo razoável na propaganda pela televisão. Além disso, mesmo com poucas chances de reverter os números que evidenciam o desmanche de suas possibilidades, ele ainda conta com amplo respaldo na mídia tradicional. Segue sendo, portanto, protagonista de peso num embate de cujo centro foi deslocado pela meteórica ascensão da ex-ministra Marina Silva, candidata do PSB.

Boff: "Dilma é a melhor opção"

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Aos 75 anos, Leonardo Boff possui a biografia rara de líder religioso, intelectual respeitado e militante das causas do povo. Em 1959, aos 24 anos, ingressou na Ordem dos Frades Menores, franciscanos. Diplomado em Teologia e Filosofia pela Universidade de Munique, na Alemanha, foi um dos pioneiros na formulação da Teoria da Libertação, que procurava combinar a indignação diante da miséria e da exclusão na América Latina com a fé cristã. Em 1985, quando o Vaticano encontrava-se sob domínio de ideias conservadores, Boff foi condenado a um ano de “silêncio obsequioso” pela Sagrada Congregação para a Defesa da Fé, sucessora do Santo Ofício, que na saída da Idade Média, organizava os tribunais da Inquisição.

Marina e Aécio dão adeus à coerência

Do blog de Zé Dirceu:

Como vocês viram no segundo debate entre presidenciáveis, agora promovido pela Folha de S.Paulo-UOL-SBT-Rádio Jovem Pan, a caça ao voto leva os candidatos tucano Aécio Neves (coligação PSDB-DEM) e do PSB/Rede, Marina Silva, a adotar qualquer posição desde que esteja de acordo com seu eleitorado.

A falta de nexo na estratégia de Aécio

Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

As coisas estão complicadas para Aécio desde que o nome de Marina emergiu na corrida pela presidência.

Mas ele parece estar tornando-as ainda mais complicadas.

Marina vem roubando votos dele em doses brutais. Mas sua estratégia, como se viu no debate do SBT, é atacar Dilma com os velhos argumentos de sempre.

Desafios dos deputados em São Paulo

Por Wagner Gomes

Hoje venho falar com você sobre a atuação dos deputados na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Entre os 94 deputados estaduais, mais de 2/3 compõe-se de empresários, latifundiários ou representantes de banqueiros. E essa maioria mantém laço estreito demais com a péssima administração do governador Geraldo Alckmin do PSDB.

Marina, o novo que nasce velho

Por Renato Rabelo, em seu blog:

Por obra de uma tragédia, Marina Silva se tornou candidata a presidente da República. Desde então, procura desempenhar o papel de uma persona que paira nas alturas, que se situaria além do bem e do mal, e das contradições sociais.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Até o demo Agripino já rifou Aécio?

http://pigimprensagolpista.blogspot.com.br/
Por Altamiro Borges

Na tarde desta terça-feira (2), Aécio Neves convocou as principais lideranças do seu partido para anunciar que “não desistirá da candidatura”. A cena foi cômica, com direito à presença do rejeitado FHC. Na coletiva à imprensa, o senador mineiro garantiu que estará no segundo turno das eleições e aproveitou para atacar Marina Silva, a candidata carona do PSB que o jogou para o humilhante terceiro lugar na briga sucessória. Disse que ela é uma “metamorfose ambulante”, segundo relato da agência Reuters. Apesar da encenação, ninguém acreditou muito na firmeza do cambaleante tucano. Pouco antes, o próprio coordenador da sua campanha, o demo Agripino Maia, já havia jogado a toalha!

Malafaia será ministro de Marina?

Por Altamiro Borges

O pastor Silas Malafaia está deslumbrado com Marina Silva e até já declarou seu voto na candidata no segundo turno. Depois da sua histeria nas redes sociais, que fez o PSB recuar nas suas posições em defesa dos direitos dos homossexuais, o líder da igreja Assembleia de Deus postou nesta terça-feira (1) em sua conta no Twitter: “O ativismo gay retira o apoio a Marina. Maravilha! No 1º turno vou votar no Everaldo. No 2º, voto em Marina”. Antes, também na internet, ele já havia festejado a atitude oportunista da ex-senadora, que alegou um “erro de digitação” no capítulo do seu programa sobre o tema. Diante de tanto encantamento, fica a pergunta: Silas Malafaia será ministro num possível governo Marina?

A saída pela tangente de Aécio Neves

ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br
Por Flávio Tonelli Vaz

Ontem, 1 de setembro, Agripino Maia (DEM), um dos coordenadores da campanha tucana, já havia anunciado que a coligação PSDB/DEM apoiaria Marina em um eventual segundo turno, já que o Aécio está fora da disputa. Mas, essa tática evidencia o fim do projeto tucano/neoliberal. PSDB não representa mais uma alternativa de governo.

Mercado de Notícias: O filme e o debate

Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:

O filme 'O Mercado de Notícias' será tema de debate em sessão de cinema promovida pelo Barão de Itararé, no dia 9 de setembro. Além da presença do diretor Jorge Furtado, que define a obra como 'um documentário sobre jornalismo e democracia', o jornalista Leandro Fortes e o ex-ministro do Esporte Orlando Silva aparecem no filme e também participam da discussão, logo após a sessão. A atividade acontece na sala 3 do Espaço Itaú de Cinema (Rua Augusta, 1475), a partir das 20h.

Dilma acua Marina na TV



Lagarde indiciada. FMI sem crédito!

Por Altamiro Borges

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), a francesa Christine Lagarde, adora se meter na economia de países autônomos. Ela insiste no receituário neoliberal de maior austeridade fiscal, mais juros e mais libertinagem financeira – que levou as nações europeias ao colapso econômico, com recordes de desemprego e brutal regressão de direitos sociais. Lagarde também posa de madame acima de qualquer suspeita. A vida, porém, é cruel. Na semana passada, ela foi indiciada pela Justiça da França sob a acusação de uso irregular de dinheiro público no governo do fascistóide Nicolas Sarkozy (2007-2012), de quem foi ministra da Economia. Caso seja condenada, ela pode pegar até um ano de prisão.

Aécio é rifado; agora é Dilma X Marina

Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

Ainda antes de outro debate entre os presidenciáveis, no final da tarde desta segunda-feira, transmitido pelo SBT, o tucano Aécio Neves foi solenemente rifado pelo coordenador-geral da sua campanha, senador José Agripino Maia, presidente do DEM, ex-Arena e ex-PFL, um dos mais longevos remanescentes do velho coronelismo nordestino. Com a sutileza de um rinoceronte, Agripino defendeu em entrevista coletiva que Aécio apoie Marina em um eventual segundo turno contra a presidente Dilma Rousseff.

A retórica catastrofista da mídia

http://www.manchetometro.com.br/

Por Carlos Pinkusfeld Bastos, no site Brasil Debate:

O velho dito popular afirma que a verdade é a primeira vítima de uma guerra. Na “batalha eleitoral”, a discussão não escapa desta máxima. Não tanto pela apresentação de dados enganosos (descontados os delírios anônimos da internet e Facebook), e mais por interpretações propositalmente confusas e previsões catastrofistas.

Dilma zangada é garantia de bom debate

Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:

Dilma é, tão-somente, caloura na política. Jogá-la em um debate com raposas como Aécio Neves ou Marina Silva chega a ser covardia. A inexperiência e o quadro político adverso dificultam ainda mais a vida de quem não está habituado com a cara-de-pau que a política exige.

Políticos, antes de tudo, têm que ser frios. Ser cara-de-pau ajuda muito. Permite a estratégia de Marina Silva, por exemplo, que não diz nada e consegue ser entendida devido às expressões faciais, que anunciam que está dizendo alguma coisa sem que diga absolutamente nada.

Marina vai governar com os melhores?

Por J. Carlos de Assis, no Jornal GGN:

Então teremos uma Presidenta da República que vai governar com os melhores! Desde que Péricles criou a democracia na Grécia clássica jamais aconteceu algo semelhante no mundo: um presidente que, em lugar de governar com os piores, ou com os mais ou menos, governará rigorosamente com os melhores. Tinha esperança de não morrer sem ver isso. A nova política de Marina Silva é a garantia de que os justos e os “melhores” por fim herdarão a Terra de Santa Cruz.

Movimentos sutis: Marina gera dúvidas

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:

Marina (como escrevi aqui) surfou sozinha – durante 15 dias – na onda do “novo”. Surfou, entre outras coisas, porque a campanha de Dilma não se mexeu: seguiu a priorizar os programas de TV – como se não estivéssemos no mundo das redes sociais.

Acontece que algo se moveu no último fim-de-semana. Parece um movimento ainda incipiente. Explico: ao mesmo tempo em que Marina Silva atingia 34%, empatando com Dilma no primeiro turno (Datafolha de sexta – 28/agosto), a candidata do PSB virou vitrine pela primeira vez. Não foi o PT quem reagiu (esse continua dormindo em sonho esplêndido). Não. Foram setores da sociedade que começaram a questionar a candidata, por suas escolhas e posições contraditórias e opacas.

Aécio some no debate do SBT

Por Renan Truffi, na revista CartaCapital:

A presidenta Dilma Rousseff e a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, levaram as disputas nas pesquisas de intenção de voto para o estúdio do SBT, onde aconteceu nesta segunda-feira, 1º/9, o segundo debate presidencial destas Eleições 2014. Assim, em todas as oportunidades que teve, Dilma priorizou perguntas para a concorrente do PSB. E vice-versa.

A candidata dos quatro tuítes

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:

Denunciado por Jean Willys, o recuo dos quatro tuites na definição do preconceito contra homossexuais no plano do racismo foi a mais recente demonstração de um traço político marcante de Marina Silva: a imensa fragilidade política para defender seus pontos de vista e enfrentar contradições e conflitos. Quando isso acontece, ela prefere fingir que tudo não passou de um mal entendido.

A urgência da reforma política

Por Guilherme Boulos, no site Outras Palavras:

Se há um tema que não sai da pauta nacional é a corrupção. Escândalos se sucedem e bodes expiatórios são criados um após outro para acalmar os ânimos. A mídia denuncia, o público pede cabeças e vez ou outra alguma vai para a guilhotina. Nesse circo contínuo se alimenta a descrença do povo na política institucional.

As pesquisas como propaganda política

Por Pedrinho Guareschi, no Observatório da Imprensa:

Vivemos o momento das pesquisas. Dormimos e acordamos com elas. Cada vez mais frequentes, algumas nacionais feitas até em dois dias. Seria ingênuo dizer que elas não têm influência. Têm, e muita. E elas são importantes nesse momento, pois fogem a toda regulamentação que é feita para que os meios de comunicação não façam “propaganda”, isto é, não digam os nomes dos candidatos, que não se façam coberturas sobre eles, que os executivos não possam inaugurar obras etc.

Gramsci e a natureza do jornalismo

http://www.cartoonmovement.com/
Por Dênis de Moraes, no site Carta Maior:

Meu objetivo com este artigo é contribuir para tornar mais conhecida a trajetória e os escritos jornalísticos do filósofo marxista italiano Antonio Gramsci (1891-1937), desde seus anos inicias em Turim até a fundação de L’Unità, jornal oficial do Partido Comunista da Itália (PCI), do qual foi redator-chefe. Suas atividades como jornalista se vinculam, na maior parte do tempo, a militância como intelectual, ativista revolucionário e líder comunista.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Marina se enrola no debate do SBT

Por Renato Rovai, em seu blog:

Dilma foi a sorteada para ser a primeira a fazer as perguntas nos dois blocos entre candidatos. Em ambos, escolheu Marina Silva. A estratégia de Dilma foi a de explorar as contradições e inconsistências da candidata do PSB e do seu programa de governo. Na primeira pergunta, Dilma levantou uma série de propostas de Marina e apresentou o quanto isso custaria, perguntando de onde ela tiraria o dinheiro já que não pretende continuar o Pré-Sal. Marina se atrapalhou na resposta e disse que cortaria os gastos públicos para poder fazer o que promete. Mas não explicou como seriam esses cortes e nem onde seriam realizados.

Marina e o faz de conta no debate do SBT

Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

Um problema dos debates no SBT é que você fica sempre esperando que, a qualquer momento, Silvio Santos vá sair da coxia gritando “quem quer dinheiro, oeeee??”

Silvio não apareceu, mas Suplicy passou o tempo antes do programa jogando conversa fora com os jornalistas. Me contou que pretende organizar uma maratona com os demais candidatos ao Senado e garantiu que está fazendo 4 mil metros em 40 minutos. Eu acredito. Atrasado, Serra chegou só no segundo bloco.

Tucano criou vídeo falso de Lula

Por Altamiro Borges

Na semana passada, um vídeo falso agitou a internet e gerou dúvidas sobre a sua procedência. Ele mostrava o ex-presidente Lula pedindo voto para Marina Silva. Agora já se sabe que o crime eleitoral foi cometido por Leandro Lima do Nascimento, dirigente do PSDB no Mato Grosso. Ele fez a montagem a partir de uma peça publicitária da campanha ao Senado da candidata Marina Sant’Anna (PT-GO). O tucaninho meio abestalhado – já que a candidata do PSB ameaça tirar do segundo turno o presidenciável do seu próprio partido – confessou o crime. Disse que postou o vídeo no Youtube na noite de quarta-feira (26) pela “zoeira”. “Vi o vídeo da candidata à senadora Marina e vi a oportunidade de fazer uma piada”.

Marina sai menor do debate no SBT


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Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:

O fato de que os juros bancários e o papel dos banqueiros na economia brasileira dominaram boa parte das falas dos sete candidatos no debate do SBT fez com que a candidata socialista, Marina Silva (PSB), saísse dele menor.

O assunto foi tratado, direta ou indiretamente, pelos candidatos Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL), Levy Fidelix (PRTB) e Dilma Rousseff (PT).

Alckmin, as obras “fakes” e a mídia

ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br
Por Altamiro Borges

Com os holofotes da mídia chapa-branca, o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) inaugurou na sexta-feira (29) o primeiro monotrilho da capital paulista – a chamada linha 15-Prata do Metrô. A inauguração foi um típico “fake” (falsa), como ironizou o petista Alexandre Padilha. A entrega da obra atrasou várias vezes; foram abertas apenas duas estações (Vila Prudente e Oratório); e elas funcionarão apenas aos sábados e domingos, das 10 às 15 horas, em caráter experimental. Pura demagogia eleitoreira! Mas neste jogo para enganar os mais tapados o tucano conta com a cumplicidade da mídia, que evita qualquer crítica ao “choque de indigestão” que paralisa São Paulo há quase duas décadas de reinado do PSDB.

Merval implora por voto útil em Aécio

ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br
Por Altamiro Borges

O “imortal” Merval Pereira, que se jacta de formular a linha editorial do Grupo Globo – o novo nome do império midiático – está à beira de um ataque de nervos. Em meados do ano, o jornalista se engajou na campanha de Marina Silva para criar a Rede Sustentabilidade. Argumentava que a sua candidatura seria decisiva para garantir o segundo turno da eleição presidencial, “um avanço democrático”. Agora, porém, ele teme que a candidata-carona do PSB atropele de vez a direita partidária do país, reunida no PSDB, DEM e PPS. Em artigo publicado neste domingo (31) no jornal O Globo, ele implorou explicitamente aos seus leitores pelo “voto útil” em Aécio Neves. Um texto militante, desesperado!